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As pessoas que
amamos, familiares ou não, as suas lembranças nos acompanharão, talvez, para
toda a vida. Como uma forma de homenagem publico várias fotos dessas pessoas. Os
familiares certamente se deliciarão revendo os parentes, alguns deles tão
distantes, em outro país.
Eu próprio.
Muitos momentos da minha vida eu gostaria que nunca se apagassem.
Infelizmente a maioria deles eu não registrei com fotos. Aqueles que eu
registrei estão aqui. Confesso que vez outra venho até a este espaço e passo
horas revivendo-os. A melancolia própria do passado contribui para que estas
lembranças se sedimentem cada vez mais. Enfim, é a vida. Clique na foto e
conheçam um pouco do que já vivi e pessoas queridas que estavam lá, juntas a
mim.
Glauber, o primogênito. Quantas alegrias e ansiedades meu querido filho
me deu, e ainda me dá. Ainda no ventre de sua mãe, lembro como eu passava horas
tentando ouvi-lo mexer. Por ser o primogênito as preocupações de como cuidá-lo
eram enormes. Eu tinha 23 anos e a Idailza, sua mãe, somente 21. Como percebem,
éramos inexperientes para a paternidade. Na ocasião havia uma homenagem ao
grande cineasta Glauber Rocha, daí veio a inspiração para o seu nome. Rocha já
seria seu sobrenome natural, herdado de sua mãe. Resolvemos, então dar-lhe o
nome de Glauber Rocha. Enfim, o Glauber veio lindo, feliz e com uma certa
dose de melancolia, que sempre o acompanhou. Hoje é um homem forte,
inteligente e carismático. Me orgulho diariamente de ter sido abençoado por Deus
em tê-lo como filho. Enfim, conheçam-no clicando na sua foto.

Jean, o caçula. O amor, a felicidade a alegria, enfim, os sentimentos
bons que Deus nos permite vivê-los, se pudéssemos somá-los não exprimiriam
o prazer de ter tido o Jean. Meu lindo filhinho nasceu em oito de março de 1995.
Eu e sua mãe já éramos experientes na arte de cuidar de criança, pois o Glauber,
seu irmão primogênito, já era um pré adolescente. Todos ficamos ansiosos
aguardando a sua chegada. Lindo, sorridente e eternamente feliz, assim é o Jean.
Difícil vê-lo chorar. Hoje, já com 10 anos é um presente de Deus para nós. Não
canso de beijá-lo e apreciá-lo. O Glauber, como irmão mais velho, cuida com
carinho e orgulho de seu irmãozinho. Enfim, somos gratos pelo presente que
deu-nos de termos esses filhos maravilhosos.
Vejam as carinhas de sapeca dele, clicando em sua foto.

Idailza. A conheci quando ainda
tinha em torno de 14 anos de idade. Eu tinha 15. Aquele olhar esperto logo me
cativou. A sua beleza nos deixava, os jovens e adolescentes, todos tontos. Não
passava pela cabeça que eu iria me casar com ela. Nesta ocasião eu namorava uma
morena linda chamada Cláudia. Enfim, nos casamos em 10 de dezembro de 1983. Eu
acabara de deixar o Exército como 2o. tenente R/2 de Engenharia. Iria enfrentar
a vida com determinação e orgulho. Iniciamos esta trajetória nos casando logo.
Aqui está ela. Continua linda. A sua família, irmãs, irmãos, tios etc. também
estão neste espaço.
Família
Gonçalves. A família é grande. Sempre tem um ou outro que não envia
fotos, mas neste espaço tento apresentar todos da família Gonçalves. Mamãe (Denir
Marinho Gonçalves) está com a mão no queixo. Moisés, meu cunhado e esposo da
Dorcas (sentada) minha irmã, e a Elessandra sua filha. Aqui estávamos no
Aeroporto Internacional do Galeão quando mamãe estava embarcando para os E.U.A
para visitar os filhos e netos.
Para ver mais, clique
na foto.
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