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As pessoas que
amamos, familiares ou não, as suas lembranças nos acompanharão, talvez, para
toda a vida. Como uma forma de homenagem publico várias fotos dessas pessoas. Os
familiares certamente se deliciarão revendo os parentes, alguns deles tão
distantes, em outro país.

O HOMEM SIMPLES.
Sou um homem simples e valorizo muito as coisas simples. Não gosto de segredos e
abro logo o jogo sobre o que gosto e não gosto. Clique aqui
e me conheça mais de perto.
O MÚSICO.
Desde os 7 anos de idade, pela feliz dedicação de meus pais, iniciei os
estudos de música. Nesta ocasião papai me fez decorar a "Artinha musical"
e o "ABC musical". Ainda não sabia ler com desenvoltura pois ainda estava na 2a.
série primária, mas tinha facilidade em ler partituras. Mesmo menino toquei em
diversas bandas, grupos e conjuntos. Infelizmente não tenho fotos desta
época, mas tenho muitas outras de outras ocasiões Ainda hoje, já na casa dos
quarenta, me dedico ao estudo da Música como hobbie. Não sou um músico
excepcional, mas me delicio com o sabor dos sons que produzo. Veja as fotos.
EM MACAÉ/RJ. Em
2002, ainda na turbulência das mudanças na minha vida, fui trabalhar em
Macaé/RJ. Trabalhei na TI (Tecnologia da Informação) da Petrobrás, até dezembro
de 2004, como Analista de Sistemas Sênior. Foi um período muito particular e fiz
amigos que acredito serão para toda a minha vida. Também, ainda em Macaé, tive
uma experiência muito contundente com Cristo. Me tornei membro da Igreja Batista
de Imbetiba, pastoreada pelo querido Pr. Marcos Trindade, e a minha vida iniciou
um retorno aos propósitos de Deus. Aqui publico diversas fotos. Na realidade é
um número muito pequeno em relação ao que tenho desta época. Pouco a pouco irei
divulgando-as.
O MILITAR. CPOR/RJ. Este período da minha vida foi marcante.
Funcionou mais ou men os como um "ritual de passagem" para a vida adulta. Estudo
intenso e intensivo. Formação de Oficial do Exército em tempo recorde. Nesta
ocasião eu somente via livros na minha frente. Sábados, domingos e feriados eram
somente de estudos. Idos de 1980. A ditadura agonizante do presidente Figueiredo
ainda passava para nós, militares, um clima de rivalidade política no ar. A
Anistia era o assunto recorrente nos quartéis e comentava-se, no cassino dos
oficiais, o absurdo do retorno do Brizola, Arraes etc. Eu, ainda um Aspirante à
Oficial R/2 de Engenharia, e consciente da minha responsabilidade tinha de
conciliar o pensamento militar com a influência de meu pai, que defendia
calorosamente, Brizola, Getúlio Vargas, etc. Enfim, foi um período marcante para
mim. A minha irmã Dorcas, aí na foto, foi a madrinha na formatura. Veja as
demais fotos.
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