Siegfried Walsung 

    

Este é meu primeiro char no servidor Terra RP. Um paladino que busca o bem, a paz, a caridade e doação em busca de atingir a perfeita justiça.
Um personagem um tanto quanto depressivo e amargurado, sempre melancólico, quando não triste. Esconde um passado de glória e bravura sob o peso de uma derrota e muitas perdas.

Biografia de Siegfried Walsung:

Siegfried Walsung, filho de Sigmund Walsung e Brunhild, neto de Wotan

(está quase igual a do profile no char ingame, espero)

Costumes:

-É um homem melancólico, com um peso em seu coração por achar que faltou com seu dever;
-chama todo mundo de senhor ou senhora, commo sinal de respeito e humildade;
-saúda e reverencia a todos, com maiior ou menor reverência em função da importância dada no momento;
-resmunga e fala pra dentro algumas vezes;<
-cochila quase instantaneamente quando sentta para descansar ou até para conversar, se não se interessar pelo tema;
-devido ao peso em sua consciência, tende a se sentir deprimido algumas vezes, se retirando por tempos indefinidos enquanto a crise não passar (motivo para ausência ingame quando faltar a algum evento importante).

Dizeres:

"Oh,..."
"Senhor(a)?"

SOL - Sagrada Ordem da Luz

Livro da Justiça de Siegfried Walsüng

Diário de Siegfried Walsung nas terras de Nordok

Guia Para RP de Paladinos: O Código

Guia Para RP de Paladinos: As Ordens

Guia Para RP de Paladinos: Os Deuses da Tríade

História Pregressa:

Um dos últimos remanescentes vivos de um grupo que defendia os muros da cidade de Termalaine, às margens do lago Maer Dualdon, sob o comando direto de Cassius, o regente das 10 vilas. Termalaine é a cidade que mais recebe ataques vindos dos bárbaros que tentam invadir Icewind Dale, devido a sua localização logo ao largo da passagem de Bremen, o único caminho para quem quer entrar em Icewind Dale.
Siegfried era o segundo em comando em seu destacamento, precedido apenas por Wotang Odinisson, lider dos Martelos de Grimjaws. Siegfried era membro de uma seleta e pequena ordem de Paladinos. Esta ordem era encarregada de manter a ordem e fazer a justiça prevalecer nas 10 vilas. Cada vila tinha um paladino, e este sempre devia zelar para que os desígnios de Tyr prevaleçam sobre qualquer distúrbio. Siegfried era o terceiro em sua ordem, precedido apenas pelos paladinos de Bryn Shander e de Targos, as outras duas maiores cidades das 10 vilas. Nos momentos de distúrbios os paladinos se auxiliavam, e foi assim que Siegfried ficou sob o comando de Wotang nos ataques, respeitando a primazia do líder dos paladinos.
Após os combates que resultaram na invasão e na tomada da cidade pelos bárbaros liderados por Heafstaag, Siegfried e seus combatentes conseguiram reunir um grupo coeso e recuperar o domínio da cidade, não sem muitas perdas. De todo o batalhão, restaram apenas meia dúzia deles, incluindo Siegfried e Wotang. As perdas sofridas na invasão e o novo governo estabelecido na região fizeram Siegfried ficar desgostoso da sua vida lá.
Além destes fatos, algo mais aconteceu, mantido em segredo até o momento, que fez com que Siegfried sentisse extrema repulsa de sí próprio. Relatos dizem que algo relacionado a morte de uma jovem, porém seu parentesco ou relação com Siegfried permanecem uma incógnita.
Respeitando os votos feitos e a conduta que sempre manteve, Siegfried pediu dispensa do serviço na cidade de Termalaine, oferecendo seu cargo de terceiro conselheiro no conselho dos paladinos. Siegfried pensava que não merecia mais o cargo por ter falhado na proteção da cidade contra os ataques. Mesmo com o conselho dizendo que deter uma invasão bárbara apoiada por Gigantes do Gelo e Dragões Brancos era impossível, Siegfried não se perdoou por então não ter morrido em combate junto com sua tropa.
O modo que Siegfried achou para se auto-penitenciar e se punir por sua falha foi exilar-se da sua terra e do seu povo. Muitos do conselho, e até mesmo do povo tentaram demovê-lo de sua idéia, posto que era importante para toda a sociedade das 10 vilas, sendo um dos mais proeminentes da sua época em quase tudo. O próprio conselho deliberara muitas vezes o considerando o mais nobre e valoroso da ordem, título que Siegfried sempre refutou com veemência, devido a sua alta humildade. Muitos prometeram ir atrás dele se ele se fosse, mas nada poderia fazê-lo mudar de idéia, tamanha era a vergonha que sentia por seu fracasso e pela perda de tantas vidas pelas quais era responsável.
Siegfried sai então sem rumo, singrando os mares e terras à procura de descanso e paz para sua alma. Foi assim que acabou aportando em Nordock, nos portos de Nova Benzor.
Viajando sem posses ou bens, sem mesmo sua “Justiceira”, que se quebrara ou enfrentar o último dos Dragões Brancos durante a defesa de sua cidade, Siegfried procurou descanso e repouso em uma cabana desabitada ao longo de uma das muitas trilhas de Nordock.
Nesta cabana Siegfried retirou sua armadura e seu escudo, sua mochila e tudo o mais que carregava, para poder deitar-se sobre o feno novo que colhera nas redondezas. Desta noite, a última coisa de que se lembra era a de humanóides entrando em sua cabana e lhe cobrindo o rosto com um pano úmido e de cheiro estranho, que o fez permanecer desacordado por muitos dias, segundo pode ver pelo crescimento de sua barba.
Assim Siegfried, longe de sua terra e seu povo, desprovido de posses materiais, desacreditando em si mesmo, pensando ter perdido sua honra e sua virtude, saiu perambulando pelas estradas da vida, sem rumo ou motivo, apenas levado por suas velhas pernas cansadas de tanta desgraça.

 

Links Úteis:

Copiados da Wikipédia do Forgotten Realms
Tyr
Icewind Dale
Ten Towns
Termalaine
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