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Associa��o Brasileira de Apoio na Preven��o �s Drogas. |
| Crack |
| O "Crack" � obtido a partir da mistura e aquecimento da pasta base da coca a da pr�pria coca�na com bicarbonato de s�dio, que resulta no preparado s�lido que posteriormente � quebrado a fim de ser fumado. Recebeu este nome porque faz um pequeno estalo na combust�o quando fumado. O Crack � aquecido em cachimbos, e a queima desta combust�o libera vapores que ser�o inalados pelo usu�rio. CLASSIFICA��O Estimuladora. O crack ao ser fumado emite vapores que aspirados, atravessam a barreira hematoencef�lica, que envolve o c�rebro atingindo-o num prazo de mais ou menos 6 segundos.Seu efeito dura 3 a 10 minutos, com intensa sensa��o euf�rica, ap�s o que produz muita depress�o e leva o usu�rio a usar novamente, provocando intensa depend�ncia e toler�ncia. LUGAR PREDOMINANTE � uma droga il�cita, e uma das que viciam mais rapidamente. O crack � uma droga dos anos 70, com difus�o maior nos Estados Unidos em 1985 e no ano seguinte 1986, j� come�ou a aparecer em not�cias de jornais como droga em uso no Brasil. |
| COMO PERCEBER O USO NOCIVO O efeito potent�ssimo do uso de Crack dura pouco tempo, por vezes algo em torno de quinze minutos. Passado este tempo, a agita��o da mania d� lugar a forte depress�o. A pessoa fica sentindo-se mal, com "auto-estima" rebaixada, etc. Para voltar � sensa��o de poder, o sujeito precisa fumar uma nova pedra de Crack. Desta maneira, o usu�rio logo se torna dependente da droga; necessitando de muitas pedras para conseguir vencer um dia. Como observamos, o dependente precisa de muitas doses, num curto espa�o de tempo, e o seu estado emocional fica nitidamente alterado, logo � muito dif�cil que esta pessoa possa ficar muitas horas num s� lugar sem adroga, como � o caso da sala de aula. O desempenho escolar e o pr�prio relacionamento desta pessoa estar�o sofrendo modifica��es; o seu relacionamento com a fam�lia e o afetivo tamb�m podem come�ar a dar mostras de que o uso de drogas come�a a ter conseq��ncias mais s�rias do que tinha antes. |
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| DANOS AO CORPO O acometimento pulmonar � uma complica��o relacionada ao uso do crack6. Os usu�rios comumente apresentam dores tor�cicas, tosse, hemoptise, que conseq�entes a, geralmente, atelectasias, pneumomediastino, pneumot�rax e hemopneumot�rax. Pode haver exacerba��o de quadros de asma, les�es t�rmicas nas vias a�reas, deteriora��o da fun��o pulmonar, bronqueolite obliterante, edema pulmonar n�o-cardiog�nico e infiltrado pulmonar. crack tamb�m provoca hiperatividade, ins�nia, perda da sensa��o de cansa�o, perda de apetite e conseq�ente perda de peso e desnutri��o. Com o tempo e uso constante da droga, aparecem um cansa�o intenso, uma forte depress�o e desinteresse sexual. Os usu�rios de crack apresentam um comportamento violento, s�o facilmente irrit�veis. Tremores, paran�ia e desconfian�a tamb�m s�o causados pela droga. Normalmente, os usu�rios t�m os l�bios, a l�ngua e a garganta queimados por causa da forma de consumo da subst�ncia. Apresentam tamb�m problemas no sistema respirat�rio como congest�o nasal, tosse, expectora��o de muco preto e s�rios danos nos pulm�es. O uso mais cont�nuo da droga pode causar ataque card�aco e derrame cerebral gra�as a um consider�vel aumento da press�o arterial. Contra��es no peito seguidas de convuls�es e coma tamb�m s�o causadas pelo consumo excessivo da droga. TRATAMENTOS A depend�ncia do crack,� um transtorno pass�vel de tratamento, ao contr�rio do que muitas pessoas pensam. Por�m � certo que nenhum modelo de tratamento pode ser considerado eficaz para todos os pacientes. Qualquer modelo de tratamento para a depend�ncia do crack deve incluir alguns aspectos b�sicos, fundamentais para a obten��o de resultados positivos. A abstin�ncia deve ser n�o somente do crack ,mas de todas as drogas de abuso, primeiro e principal objetivo do processo terap�utico. O envolvimento familiar � fundamental. Outras medidas que costumam ser inclu�das no processo s�o terapia individual e familiar, participa��o de grupos de auto-ajuda, busca de atividades alternativas ao consumo de subst�ncias psicoativas, cuidados m�dicos, nutricionais, an�lises toxicol�gicas, interven��o farmacol�gica prescrita por profissional afeito �s caracter�sticas da depend�ncia e tratamento em regime de interna��o (hospitalar e comunidades terap�uticas). Quanto mais abrangente e completo o programa terap�utico, maior a chance de recupera��o. (FDI) Fonte e informa��es : SEBRID, SENAD, ABEAD, OBID, UNIAD. E outras fontes da internet |