Acessibilidade nos Telecentros Avaliados
    Nos telecentros visitados, os aspectos avaliados foram:

- Estacionamento;

- Entrada;

- Acesso ao redor do local;

- Transportes;

- Sanit�rios;

- Mobili�rio;


- Acessibilidade Digital.

     Em geral, as condi��es de acessos nesses locais s�o bem prec�rias. Em alguns telecentros, ainda � poss�vel verificar uma certa preocupa��o com as pessoas com defici�ncia, pois h� algumas adapta��es, mas nenhum est� totalmente de acordo com as normas impostas pela ABNT.
    
     Nota-se em geral, uma precariedade nas instala��es dos telecentros, sendo que o acesso torna-se dif�cil, at� mesmo, para as pessoas sem defici�ncia.

     Dentre todos os telecentros visitados, o
Canga�ba � o maior e mais acess�vel. Provavelmente por estar localizado em uma regi�o n�o t�o perif�rica e de f�cil acesso. Por�m, podemos citar problemas como: �rea de circula��o n�o adequada na sala de computadores , piso n�o adequado na entrada e cal�adas n�o adaptadas ao redor do telecentro.

     Embora os telecentros tenham como fun��o o aumento da inclus�o social, vimos que pelas condi��es apresentadas, uma boa parte dessa popula��o � exclu�da desse servi�o, pois o telecentro n�o tem condi��es de atender.

     Em todos os telecentros visitados, os monitores referiam que havia pouca participa��o de pessoas com defici�ncia e muitos questionaram o prop�sito desse trabalho. A quest�o era:
" Por que adaptar um telecentro se n�o h� pessoas com defici�ncia utilizando esse servi�o?"

    
O documento elaborado em 2001 durante a Oficina para a Inclus�o Digital cita que a inclus�o digital para as pessoas com defici�ncia � mais importante do que para as demais, pelas possibilidades que s�o oferecidas a essas pessoas. Por�m, � exatamente essa parcela da popula��o que praticamente n�o � considerada quando se elaboram pol�ticas p�blicas de inclus�o digital.

     Nesse caso, a quest�o � outra:
" Como � poss�vel que pessoas com defici�ncia utilizem os telecentros, sendo que eles n�o s�o acess�veis?" . Ao construir um local sem levar em conta as normas de acessibilidade, a popula��o com defici�ncia � exclu�da a priori.

     O problema da acessibilidade n�o est� somente nos telecentros. N�o vemos, com frequ�ncia, pessoas com defici�ncia circulando em locais p�blicos, mas sabemos que elas existem e grande parte n�o tem acesso a servi�os pela falta de acessibilidade.

     Quanto a constru��o de telecentros especiais, consideramos que esse tipo de local apenas refor�a a exclus�o, a medida que dificultam a conviv�ncia entre pessoas com e sem defici�ncia e
reproduzem din�micas institucionais.


    

1.Apresenta��o

2.Inclus�o Digital de Pessoas com Defici�ncia


3.Recursos Tecnol�gicos de Apoio para Inclus�o Digital


4.Possibilidades de A��es de Terapia Ocupacional na Inclus�o Digital


5.Recursos P�blicos de Inclus�o Digital no Munic�pio de S�o Paulo

6.
Telecentros Avaliados

7.Acessibilidade nos Telecentros Avaliados

8.Links sobre Defici�ncias, Terapia Ocupacional e Inclus�o Digita
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9.Fale Conosco


10.Artigos



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