Terapia Ocupacional e Inclus�o Digital

1.Apresenta��o


2.Inclus�o Digital de Pessoas com Deficiencia

3.Recursos Tecnol�gicos de Apoio para Inclus�o Digital

4. Possibilidades de A��es de Terapia Ocupacional na Inclus�o Digital


5.Recursos P�blicos de Inclus�o Digital no Munic�pio de S�o Paulo

6.Telecentros Avaliados

7.Acessibilidade nos Telecentros Avaliados

8.Links sobre Defici�ncias, Terapia Ocupacional e Inclus�o Digital

9.Fale Conosco


10.Artigos
    � importante que os Terapeutas Ocupacionais construam propostas efetivas para a inclus�o digital de pessoas com defici�ncia. Atrav�s da pesquisa, notamos que o uso das Tecnologias de Informa��o e Comunica��o (TICs) por pessoas com defici�ncia tem sido desenvolvida no campo da Terapia Ocupacional sem um di�logo com as outras �reas, ou seja, n�o h� conhecimento por parte dos terapeutas ocupacionais da discuss�o atual sobre inclus�o digital e seus preceitos.

    
O uso das TICs por terapeutas ocupacionais, em geral, tem se limitado ao espa�o de institui��es de sa�de e � voltado a aspectos individuais e referentes a patologias espec�ficas. A perspectiva, em geral, utilizada por esses profissionais � o da integra��o social, ou seja, a inser��o da pessoa com defici�ncia ocorre a partir de seu esfor�o pessoal. As pessoas s�o preparadas dentro da institui��o para utilizarem as TICs e ap�s uma esp�cie de treinamento, estariam "supostamente prontas" para utilizarem esses recursos em seu pr�prio contexto.

     Al�m da proposta de integra��o, as TICs tem sido utilizadas como recursos terap�uticos na reabilita��o a medida que ajudam no desenvolvimento de capacidades como racioc�nio, coordena��o motora, orienta��o t�mporo-espacial, agilidade etc.

     O terapeuta ocupacional, a medida que prop�e o desenvolvimento de um trabalho de inclus�o social, utilizando como caminho a inclus�o digital, deve levar em conta n�o somente aspectos individuais, mas deve abranger a comunidade, com o objetivo de identificar e ajudar a superar as dificuldades no processo de inclus�o digital, discutindo, inclusive, as no��es de defici�ncia presentes na comunidade, as necessidades espec�ficas das pessoas com defici�ncia e como elas podem ser atendidas em espa�os p�blicos de acesso ao computador, como por exemplo, os telecentros.

     A utiliza��o de recursos de tecnologia de apoio e/ ou assistiva por terapeutas ocupacionais no processo de inclus�o digital � de grande import�ncia. Por�m, esse uso n�o pode estar limitado somente a confec��o e indica��o dos dispositivos, mas deve incluir a capacita��o dos profissionais de inclus�o digital, como os monitores de telecentros, para sua utiliza��o. Para isso, � necess�rio, esclarecer os profissionais quanto aos aspectos espec�ficos relacionados as dificuldades das pessoas com defici�ncia, bem como a explicita��o do potencial de cada pessoa.

     Da mesma forma, o terapeuta ocupacional deve apropriar-se do que � produzidoem inclus�o digital para que seu trabalho esteja em conson�ncia com os preceitos da inclus�o digital e que realmente seja efetivo para a inclus�o social da pessoa com defici�ncia. Isso poderia ser feito, a partir de cursos de p�s-gradua��o latu-sensu. � importante que este profissional esteja constantemente atualizado quanto as produ��es te�ricas e quanto aos equipamentos que surgem.

     Al�m de telecentros, � importante que a tecnologia de apoio e/ou assistiva esteja presente tamb�m nas escolas, visto que para algumas crian�as, o computador � um importante instrumento na aquisi��o da linguagem escrita, facilitando o processo de inclus�o escolar. Como afirma PELOSI (2003), a educa��o inclusiva envolve a forma��o de professores de ensino regular para que adquiram conhecimento quanto as necessidades espec�ficas das crian�as com defici�ncia. O uso de tecnologia de apoio e/ou assistiva nas escolas pressup�e a forma��o de professores que podem viabilizar a utiliza��o das TICs como recurso facilitador da inclus�o.
Bibliografia sobre Inclus�o Digital


Bibliografia sobre Terapia Ocupacional e uso de TICs
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