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E
já na Bíblia muitas são as referências a Mostarda
“é a menor das sementes, mas quando cresce é a maior das hortaliças;
torna-se uma árvore”. (Mateus, 17:32)
“Pois em verdade vos digo, se um dia tiverdes fé do tamanho de
um grão de Mostarda,
direis a esta montanha: ‘passa daqui para acolá’ e ela passará. Nada vos
será impossível”. (Mateus,
17:20-21).
A
Mostarda
é amplamente conhecida como um condimento picante, também
chamado Mostarda.
Seu uso na culinária foi disseminado pelo mundo: uma especiaria como o
cravo, a canela, a gengibre, a noz-moscada, a pimenta-do-reino. Segundo
alguns autores estas especiarias tinham como função não apenas temperar
os alimentos, mas conservá-los. As especiarias já eram
conhecidas na época do Império Romano, originaram-se Oriente, no Norte
da África e em algumas regiões mediterrâneas européias. Neste período
as especiarias não apenas adicionavam sabores aos alimentos, mas também
conferiam a quem os usava status e poder, o que só era acessível
às altas camadas sociais. Na cozinha medieval as especiarias faziam
parte de uma rica estrutura de valores simbólicos, relacionados aos à
teoria dos quatro elementos: fogo, terra, água e ar, temperamentos
quentes, úmidos, secos ou frios, deviam utilizar ou evitar determinados
alimentos.
As
essências florais das flores da Mostarda
As
flores amarelas da Mostarda
formam pequenos e delicados buquês e um campo desta planta tende a ser
um espetáculo de luz para quem o vê. Há muito tempo os homens
usam a Mostarda
para aliviar suas tristezas. O Dr. Edward Bach preparou uma essência
das pequenas flores da Sinapsis arvensis, que denominou de Mustard cuja
virtude
é a alegria. Essência que ajuda a iluminar a alma, purgando os carmas
que acumulados criam a escuridão. Ajuda a recuperar a fé para
aqueles que sentem-se deprimidos sem causa aparente. Dos
Florais de Minas
nos vêm a essência Sinapsis, que tem uma sintonia parecida.
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