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Nesta seção você encontra muito conteúdo sobre a formação das drogas e tambem onde elas atacam... Confira ! Se você tem opinião formada sobre alguma droga, Envie sua Matéria para avaliarmos e quem sabe até mesmo publicarmos nesta seção. |
Veja
Também Letras de músicas que relatam o uso de drogas pelos próprios integrantes das bandas |
Reportagem retirada da revista Veja |
Em se trde drogas, passam os anos e as tendências, mas a cidade de Amsterdã esta sempre na origem. Lá, a última novidadeque chegou aos clubes noturnos é uma equipe de químicos que testa ao vivo e in loco a composição das bolinhas que a moçada consome. Numa mesa com material apropriado, dividindo o espaço das festas com os DJ's e atores performáticos, traficantes e consumidores fazem fila para que seus aditivos sejam banhados num ácido que revela o verdadeiro conteúdo da droga. Um púrpura-azulado forte significa ecstasy; laranja, presença de anfetamina, o speed; as cores violeta e verde sugerem que a pílula contenha cocaína e heroína, respectivamente. A experiência foi autorizada pelo governo, assustado com a quantidade de ecstasy impuro na praça, que pode ser pior para saúde do que a própria droga. O ecstasy é uma substância sintetizada em 1912 pelo laboratório alemão Merck, a MerilenoDioxidoMetAnfetamina, o MDMA. "A droga mistura um alucigênio com anfetamina, um estimulante", emplica o psiquiátra José Carlos Galduróz, do Centro Brasileiro de imformações sobre Drogas Psicotrópicas, Cebrid. De moderador de apetite a desinibidor em seções de psicoterapia, o ecstasy teve mil utilidades testadas até ser proibido nos Estados Unidos, 1985, como droga de alto risco e dependência. A sensação de bem-estar provocada pelo ecstasy deriva sobre uma ac'~ao fulminante que atinge o seu sistema nervoso central. Com o estômago vazio, alguém que ingira a droga demora de vinte a trinta minutos para sentir os efeitos da droga. É o tempo que leva para a molécula base do ecstasy atingir seu sistema nervoso central. Nos neurônios, a substância aumenta as concentrações de serotonina, ligada às sensações amorosas, e de depamina, um anestésico natural (Veja o esquema). O barato pode durar de seis a oito horas.
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Reportagem retirada da revista "Veja"
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O DJ carioca Felipe Venancio, que agita as madrugadas de boates e clubes conhecios diz que o ecstasy é o que mais tem nas pistas, "é impossível ir a uma festa sem os comprimidos, com certeza é o ingrediente da noite" diz ele. Freqüentador das noitades do Rio e também de São Paulo ele acredita que o circuito paulistano é mais voraz em relação ao carioca. "Se o hype na época que Woodstock era rock, uma pomba tatuada no braço e LSD, a gereção dos anso 90 prefere música dance, as "tatoos" (tatuagens) tribais, piercings, e ecstasy" Conclui Felipe. |
Reportagem retirada da revista "Viver"
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Os psicotrópicos divide-se em três categorias. A primeira é composta de drogas que alteram o funcionamento do cérebro deixando-o mais ativado. São estimulantes do sistema nervoso central. Por exemplo, a cafeína, a anfetamina ("bolinha"), a cocaína. A cafeína é um estimulante fraco. Mesmo com varias xícaras de café, dificilmente se atingirá o nível de estimulação produzido por pequenas doses de anfetamina ou cocaína. A segunda categoria é a dos depressores do funcionamento cerebral, ou seja, que diminui a atividade do sistema nervoso centra. Pertencem a este grupo os tranqüilizantes, o álcool, os inalantes (como a cola de sapateiro), os narcóticos (morfina, heroína). O terceiro grupo é constituído pelas drogas que não aceleram nem diminuem a atividade do cérebro, mas a perturbam. Essas drogas, perturbadoras da atividade do sistema nervoso central compreendem alucionógenos, como o LSD-25, a mescalina, a maconha e derivados de plantas (caapi, "saiba branca"). Dependência físicaExistem drogas às quais o organismo se adapta de tal forma que parar subitamente de ingeri-las provoca um grande mal-estar físico - a síndrome da abstinência. O mecanismo da dependência instala-se da seguinte maneira: a droga altera o funcionamento fisiológico. Algumas droga usadas constantemente levam o organismo a um novo equilíbrio (a uma readaptação fisiológica para para o estado de droga). Se a pessoa pára subitamente de tomar a droga, o organismo reage com violência, pois o equilibrio (a adaptação à droga) foi rompido. Isto dura até o organismo se readaptar de novo "sem droga". É durante este período e que se manifesta a síndrome de abstinência. Portanto, a dependência física se manifesta quando a droga é abruptamente retirado após um período de uso constante, embora não se manifeste enquanto usado. O termo de enfrentar a síndrome explica vários aspectos de conduta anti-social ligados à droga. Para tentar evitar o grande sofrimento da síndrome, que começa apenas horas depois de ingerida a última dose, o usador é tentado a fazer tudo para consegui-la. Daí roubos a farmácia (onde pode ser encontrada a droga), ou outro tipo de roubo, serem tão comuns. Os pscotrópicos que cria dependência física são os opiácios (morfina, heroina e outros derivados), os barbitúricos (depressores da atividade do cérebro, muito usados cintra a insônia), os ansiolíticos (de uso também muito comum, para diminuir a ansiedade), o álcool. Mas o fato de alguém usar álcool ou um barbitúrico não implica que fatalmente cair em processo de dependência física. Tudo depende da constância e quantidade em que a droga é ingerida. Pessoas que usam barbitúricos muitos anos para controlar a epilepsia não criam dependência. A situação inversa é a da mofina para aliviar a dor. Após alguns dias ou semanas da dose necessária para aliviar dores intensas pode-se produzir síndrome de abstinência quando a droga é retirada. Quanto ao álcool, são necessários meses, anos mesmo, de uso constante para que se observe dependência física. A própria expressão da dependência física - a síndrome da abstinência - também várias. Parar subitamente de ingerir morfina, por exemplo, faz a pessoa apresentar, algumas horas depois da última dose, um mal-estar generalizado (diarréia violenta, vômitos e cólicas intensas), com o pico máximo em cerca de 48-72 horas, e que deve estar superado em cerca de 7 a 10 dias. A síndrome de abstinência do álcool tem duração semelhante á da morfina (de 5 a 7 dias) mas a manifestação é diferente. horas após a última bebida aparecem tremores nas mãos, seguido de uso intenso, grande mal-estar, agitação, visão audição de figuras e sons inexistentes. Na forma mais grave (o delirium tremens) a pessoa, desorientada, não reconhece ninguém nem sabe onde está. O que leva à dependência psicológica da droga primeiro é preciso estabelecer o que a droga significa, que espaço seus efeitos preechem, que ausência de perspectivas suprem. Entender isso é fundamental para compreender que experimentar a droga não leva obrigatoriamente a dependência. Muitos experimentam, e como os efeitos da droga não lhes disseram muito, não repetem a experiência. Mesmo que tenha sido considerada agradável, ela não apresentou nada fundamental. Outros aspequitos muito importante diz respeito aos efeitos que a droga produz. Os efeitos da cocaína e da anfetamina, por exemplo, são considerados muito atraentes. A sexualidade almenta, diminuí a angustia, surge uma sensassão de poder. No entanto, tudo isso passa logo. Pouco depois, as sensações são quase opostas - desânimo, triztesa, cansaso. A forma de elimina-la é voltar ao prazer é tomar doses repetidas. Aí se estabelece dependenci. Tolerância à drogaAlguém usa morfina para aliviar a dor intensa. No inicio, basta uma pequena dose. Com o passar dos dias, a dor não desaparece com essa dose. É necessario aumenta-las. Depois de algum tempo, a segunda dose também é insuficiente. O fenomeno da tolerancia, que ocorre com grande parte das drogas psicotrópica, faz com que , apos um uso regular, elas tenham que ser usadas em dose dez, vinte, cinquenta vezes maior que a inicial para produzir efeitos semelhantes. Drogas são caras. Imagine o que custa usa-las quando o organismo presisa de grande quantidade. Asocia-se a isso dependência fisica e psicológica. Está formado o quadro que ajuda a entender as causas do enorme poder economico envolvido no trafico de drogas. Por aí, dá para entender as dificuldades de quem faz o uso da droga parte fundamental de sua existência. |