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A nicotina distribui-se extensamente por todo o organismo, possui um volume de distribuição de aproximadamente 2,5 L/Kg (Darby et al 1984, Svensson 1987). Dado que a nicotina penetra no organismo através da circulação pulmonar, o período de tempo decorrido entre fumar um cigarro e a captação de nicotina pelo cérebro é mais rápida que a observada depois de uma injecção intravenosa de nicotina. As concentrações distribuem-se por todos os tecidos corporais (Benowitz 1986). A eliminação da nicotina da circulação, segue um percurso biexponencial. A vida média inicial de distribuição da nicotina é rápida, situando-se entre 7 a 10 minutos (Russell 1988). A distribuição nos tecidos da nicotina depende mais do pH que da lipossolubilidade. As concentrações mais altas de nicotina encontram-se no cérebro, estômago, rins e fígado. A união da nicotina às proteínas plasmáticas é insignificante, sendo inferior a 5%. A proteína fixadora predominante é a albumina (Svensson 1987).
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Criado e desenvolvido por Artur Abreu
e Sofia Venceslau.
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