
A
Poluição pode ser definida como a introdução no meio ambiente de qualquer
matéria ou energia que venha a alterar as propriedades físicas ou químicas ou
biológicas desse meio, afetando, ou podendo afetar, por isso, a "saúde" das
espécies animais ou vegetais que dependem ou tenham contato com ele, ou que nele
venham a provocar modificações físico-químicas nas espécies minerais presentes.
Tomando como base a espécie humana, tal definição, aplicada às ações
praticadas pela espécie humana, levaria à conclusão de que todos os atos
oriundos desta espécie são atos poluidores; o simples ato de respirar, por
exemplo. A fim de que se estabelecessem limites para considerar o que, dentro do
razoável, fosse considerado como poluição, foram estabelecidos parâmetros e
padrões. Os parâmetros para indicar o que está poluindo e os padrões para
quantificar o máximo permitido em cada parâmetro.
Para deixar mais claro, vamos citar um exemplo: uma determinada indústria
lança nas águas de um rio águas com temperatura de 40o C, acima da
média da temperatura normal dessas águas. Isso será uma forma de poluição
consentida se para aquele rio no parâmetro temperatura, o padrão
(máximo) de lançamento for 45oC.
Poluição Atmosférica
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PROJETOS DE SISTEMAS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA |
A poluição
atmosférica (ou do ar) pode ser definida como a introdução na atmosfera de
qualquer matéria ou energia que venha a alterar as propriedades dessa atmosfera,
afetando, ou podendo afetar, por isso, a "saúde" das espécies animais ou
vegetais que dependem ou tenham contato com essa atmosfera, ou mesmo que venham
a provocar modificações físico-químicas nas espécies minerais que tenham contato
com ela. (Gil Portugal).
As fontes de poluição atmosférica são inúmeras e inúmeras são também as
formas de impedir ou de aliviar a poluição. A legislação ambiental é rica em
detalhes que começam por dois grandes ramos: o controle das emissões e a
qualidade do ar, ambos regulamentados pelo CONAMA.
Fontes de poluição atmosférica não controladas, com certeza, de uma hora
para outra, serão identificadas pelos órgãos fiscalizadores e o controle será
exigido. Dessa forma, há que se contratar um projeto para controlar a fonte
emissora. Existem dezenas de maneiras para controlar a poluição atmosférica e a
escolha de um deles tem que ser acertada, por motivos da eficiência exigida e
principalmente pelo custo envolvido. A GPCA está apta a realizar esses
projetos.
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DIAGNÓSTICO DE SISTEMAS DE CONTROLE DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA EXISTENTES E SUGESTÕES E/OU PROJETOS DE MELHORIAS |
Um sistema de
controle da poluição do ar envolve um sem número de componentes e comportamentos
a serem cuidados permanentemente. A operação inadequada e a manutenção imprópria
podem levar a uma falsa impressão de bom funcionamento e ao invés disso,
simplesmente estar se jogando energia fora sem o aproveitamento desta e energia
e também que compense o custo e o valor do investimento na implantação do
sistema. A eficiência é medida através de análises das emissões, das perdas por
fugas ou por fatores intrínsecos de algum equipamento ou componente do sistema.
Normas de operação e manutenção devem ser revistas, trocas adequadas de
componentes e até mesmo modificações no projeto podem ser necessárias.
A GPCA está apta a verificar todos esses pontos e colocar em prática os
acertos.
Recentemente a GPCA realizou o diagnóstico geral dos sistemas de controle da
poluição atmosférica em uma grande empresa de beneficiamento de minérios em
Volta Redonda e recalculou todo o projeto existente para uma reformulação geral
visando tornar esses sistemas eficientes.
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ENQUADRAMENTO NO PROGRAMA DE AUTO CONTROLE |
No caso
das emissões para a atmosfera realiza-se, em alguns casos, o Programa de Auto
Controle que, no Rio de Janeiro é denominado PROCON-AR.
O PROCON-AR é uma obrigação legal imposta pelo órgão estadual de controle
ambiental, onde o próprio empresário contrata uma empresa especializada e
reconhecida pelo órgão de controle, para amostrar e analisar, de tempos em
tempos previamente determinados, os parâmetros de emissão para determinados
padrões. Os resultados das análises são encaminhados pelo empresário ao órgão de
controle. A GPCA está apta a enquadrar sua empresa no Sistema do PROCON-AR e
orientá-lo quanto aos laboratórios que realizam amostragem e análises.
Poluição Hídrica
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PROJETOS DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS, COM APROVAÇÃO DO ÓRGÃO DE CONTROLE |
A
Poluição hídrica pode ser definida como a introdução num corpo d’água de
qualquer matéria ou energia que venha a alterar as propriedades dessa água,
afetando, ou podendo afetar, por isso, a "saúde" das espécies animais ou
vegetais que dependem dessas águas ou com elas tenham contato, ou mesmo que
venham a provocar modificações físico-químicas nas espécies minerais contatadas.
(Gil Portugal).
A água é um bem fundamental nas indústrias, na agricultura, nos lares e em
todas as atividades humanas.
De qualquer forma se usa água. Até nos processos produtivos onde não se
incorpora água ao produto e onde seus sistemas de controle da poluição
atmosférica são a seco, utiliza-se água, pelo menos para o resfriamento de
equipamentos, fazer vapor e para o uso geral dos empregados.
Os efluentes líquidos industriais, dependendo de como foi utilizada a água,
demandarão tratamentos com tecnologias as mais variadas. A própria água de chuva
pode transformar um escoamento pluvial em poluidor.
Muito em breve estará em plena vigência no País a chamada Lei das Águas que
obrigará a todos os usuários ao pagamento de taxas pelo volume tomado do corpo
d'água e pelo acréscimo de poluentes que a atividade acrescentou à água
originalmente tomada.
Dessa forma, para amenizar esse ônus extra que está por vir, os controles da
carga poluidora e do consumo deverão ser bem cuidados.
Os tratamentos dos efluentes líquidos deverão ser eficientes e a busca da
recirculação das águas servidas deverá ser permanente.
Como exemplo, de Projetos de Estações de Tratamento, com aprovação do órgão
de controle, vamos citar um projeto realizado pela GPCA para um
frigorífico de porte médio destinado à matança de bovinos (cerca de 300 cabeças
por dia).
A GPCA desenvolveu, para esse caso, uma tecnologia própria que cuida
do controle ambiental em todas as fases dos procedimentos de matança e
preparação dos produtos derivados, bem como as destinações adequadas de todos os
resíduos gerados.
O destino do sangue, desde a sangria até a sala de limpeza são dois tanques
de cozimento. A partir daí, o sangue coagulado por cocção é transportado para
alimentar suínos.
Existe, também, uma destinação adequada para o rúmem e os materiais
decantados nas diversas fases do tratamento, bem com os originados dos leitos de
secagem.
Basicamente, o tratamento começa com gradeamento e separação dos efluentes
conforme suas origens. Os efluentes, devidamente separados, vão sofrer
decantações em ambientes distintos, por processos meramente físicos.
Os efluentes depois de deixarem em tanques apropriados suas porções
decantadas, são misturados para um primeiro tratamento, que é biológico.
Após isso, há um procedimento físico-químico para o tratamento, leitos de
secagem com retorno de líquidos e finalmente obtém-se o efluente tratado dentro
dos padrões exigidos.
O não atingimento do padrão obrigará a passagem do efluente final por um
filtro biológico anaeróbio.
Todo o controle do efluente final é feito por laboratório especializado do
Rio de Janeiro.
O custo total do projeto foi de cerca de R$ 150 mil.
A GPCA está apta a projetar Estações de Tratamento de Efluentes
Industriais para qualquer atividade.
Vale acrescentar que o gerenciamento das obras pelo autor do projeto é
sempre desejável, vistas as concepções e as mudanças "just in time" que se
desejarem por quaisquer motivos. A GPCA não realiza obras, mas pode
gerenciá-las se assim o desejar o cliente, como foi o caso do frigorífico cujo o
exemplo do projeto foi citado.
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ANÁLISE DA PERFORMANCE DAS ESTAÇÕES EXISTENTES E PROJETOS DE MELHORIAS |
Algumas vezes uma estação de tratamento de efluentes industriais não opera
eficientemente. São necessários, então, mudanças de procedimentos operacionais e
ou melhorias no projeto original. A eficiência é medida através de análises nos
efluentes finais e mesmo até nos afluentes, para se saber, neste caso, se o que
chega à estação não sofreu alterações que, de alguma forma, não coadunam com o
que anteriormente havia sido previsto. Além disso, outros aspectos devem ser
levados em conta, como por exemplo, se a manutenção está adequada ou se algum
insumo não condiz.
A GPCA está apta a verificar todos esses pontos e colocar em prática
os acertos.
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ENQUADRAMENTO NO PROGRAMA DE AUTO CONTROLE. |
No caso de Efluentes Hídricos realiza-se, em alguns casos, o Programa de Auto
Controle que, no Rio de Janeiro, é denominado PROCON-ÁGUA.
O PROCON-ÁGUA é uma obrigação legal imposta pelo órgão estadual de controle
onde o próprio empresário contrata uma empresa especializada e reconhecida pelo
órgão de controle, para amostrar e analisar, de tempos em tempos previamente
determinados, os parâmetros, também previamente estabelecidos, nos descartes de
efluentes. Os resultados das análises são encaminhados pelo empresário ao órgão
de controle.
A GPCA está apta a enquadrar sua empresa no Sistema do PROCON-ÁGUA e
orientá-lo quanto aos laboratórios que realizam amostragem e análises.
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PROJETO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES SANITÁRIOS |
As águas servidas no consumo humano, derivadas das necessidades diárias,
fisiológicas e não, oriundas dos lares, escritórios, restaurantes, hotéis,
escolas, fábricas, hospitais etc., carregam consigo fortes cargas orgânicas e
até patogênicas. Dessa forma, sua devolução aos corpos d’água deve ser precedida
de tratamento para aliviar essas cargas poluidoras.
As formas de tratamentos são várias, dependendo das exigências do órgão de
controle ambiental e baseadas em diversos fatores, geralmente correlacionados à
situação dos corpos receptores do efluente final tratado.
Um exemplo de projeto de estação de tratamento de efluentes sanitários para
comunidade e que obteve aprovação do órgão de controle foi desenvolvido pela
GPCA e que pode ser citado, foi o da Estação de Tratamento dos Esgotos
Sanitários da Comunidade Padre Josimo Tavares em Volta Redonda.
O bairro denominado Padre Josimo possui uma boa infra-estrutura no que se
refere a calçamento, transporte, água, escolas, igrejas etc. Todavia, pela sua
própria origem de área de posse, sua população é predominantemente de classe
pobre.
O bairro está situado no topo de uma elevação e suas casas e lotes se
posicionam em três vertentes distintas.
As casas e lotes na vertente sul, denominada Padre Josimo Área 3, vislumbram
um lago aprisionado entre essa vertente, uma montanha oposta com boa vegetação e
pilhas de escória de siderurgia usada como matéria prima na produção de cimento.
Num acordo com o órgão público de controle (com intermediação da GPCA),
a fim de compensar a existência incômoda das pilhas de escória, o bairro foi
contemplado, naquela vertente, com o projeto de uma Estação de Tratamento de
Esgotos Sanitários (realizado pela GPCA).
Alguns dados técnicos do projeto:
População atendida: 2.100 pessoas.
Custo estimado da obra, incluindo o projeto: R$ 60 mil.
O
projeto prevê caixas de dissipação para amenizar a velocidade de descida dos
esgotos; gradeamento; medidores de vazão; caixas de areia; fossas sépticas
anaeróbias em paralelo; filtros biológicos tipo Cynamon em paralelo e filtros de
areia. O sistema prevê uma redução de carga orgânica (DBO) e sólidos na ordem de
85%.
Após isso, o efluente é lançado no lago citado, a montante do escapamento de
suas águas para uma tubulação que irá alcançar o Rio Paraíba do Sul, depois de
um percurso de dois quilômetros. Estima-se uma redução final de carga orgânica e
sólidos, ao chegar ao Rio Paraíba do Sul, em 100%.
A grande vantagem do sistema é não possuir equipamentos mecânicos, não
consumir energia elétrica e não necessitar de operadores.
O projeto foi aprovado pelo órgão oficial de controle ambiental do estado.
A GPCA está apta a realizar e aprovar junto ao órgão de controle,
Projetos de Estações de Tratamento de Esgotos Sanitários, desde as mais simples,
até as destinadas a um grande número de contribuintes.
Como orientação é importante observar que no caso citado da estação de
tratamento de esgotos sanitários de uma comunidade, a colocação em funcionamento
e os treinamentos do pessoal da comunidade são fundamentais, visando uma
vigilância expontânea do sistema.
Vale também acrescentar que o gerenciamento das obras pelo autor do projeto
é sempre desejável, vistas as concepções e as mudanças "just in time" que se
desejarem por quaisquer motivos.
A GPCA não realiza obras, mas pode gerenciá-las se assim o desejar o
cliente.
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ANÁLISE DA PERFORMANCE DAS ESTAÇÕES EXISTENTES E PROJETOS DE MELHORIAS |
Nas Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos é necessário, logo após sua
implantação, acompanhar a evolução da performance até o atingimento das
condições de tratamento desejadas no projeto. A razão disso é que existe um
tempo de maturação que depende do comportamento das bactérias que realizam a
mineralização da carga orgânica o que, por sua vez, depende das condições
físicas, químicas e biológicas do ambiente.
Após o funcionamento pleno do tratamento, o acompanhamento da performance é
mais espaçado no tempo, mas não pode deixar de existir, visto que condições
estranhas podem ocorrer durante a vida útil da Estação, como sejam, a entrada de
componentes indesejáveis no sistema ou sua própria saturação, sendo que, este
caso irá obrigar a uma parada para manutenção geral.
A GPCA está apta a realizar esses serviços.
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DIQUES DE CONTENÇÃO PARA TANQUES |
A
poluição das águas assume outras formas não descritas até agora.A contaminação
dos corpos d’água por motivos antrópicos (devido ao homem) pode se dar pelos
defensivos agrícolas, pela pecuária, pelos adubos e muitos outros, exigindo
formas diferentes de tratamento. Como exemplo, vale citar o caso dos tanques de
armazenamento de líquidos, com óleos, combustíveis, ácidos etc. que devem, por
lei, serem protegidos por diques, a fim de que, havendo vazamentos crônicos ou
acidentais, se evite a fuga desses líquidos para um corpo d’água. Existem normas
específicas para projetar tais diques e a aprovação do projeto é da
responsabilidade do órgão de controle ambiental.
A GPCA está apta a realizar esses projetos.
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SEPARADORES ÓLEO/ÁGUA |
A
poluição das águas assume outras formas não descritas até agora. A contaminação
dos corpos d’água por motivos antrópicos (devido ao homem) pode se dar pelos
defensivos agrícolas, pela pecuária, pelos adubos e muitos outros, exigindo
formas diferentes de tratamento. Como exemplo, vale citar o caso dos processos
que resultam efluentes contendo óleo e água e que têm que prever a separação
desses dois líquidos, antes do seus descartes, haja vista que a legislação
ambiental proíbe o lançamento de óleo nos corpos receptores acima de determinada
quantidade por volume de água.
Muitas separações de óleo e água são feitas por processos meramente físicos,
outras, porém, necessitam processos físico-químicos. Em qualquer caso, projetos
especiais têm que ser realizados para se alcançar a eficiência que atenda aos
padrões da legislação.
A GPCA está apta a realizar esses projetos.
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CANAIS E TANQUES DE CONTENÇÃO DE SÓLIDOS |
A
poluição das águas assume outras formas não descritas até agora. A contaminação
dos corpos d’água por motivos antrópicos (devido ao homem) pode se dar pelos
defensivos agrícolas, pela pecuária, pelos adubos e muitos outros, exigindo
formas diferentes de tratamento. Como exemplo, vale citar o caso das pilhas de
granéis, pátios, telhados e vias nas indústrias, onde, normalmente, a ação das
águas de chuva ou as usadas para limpezas, fazem com que materiais sólidos sejam
arrastados e venham a alcançar os corpos hídricos, assoreando-os e causando
danos aos seus leitos e mesmo à qualidade das águas, conforme o tipo de material
arrastado.
Projetos de canaletas de coleta das águas contendo sólidos e prevendo
tanques de retenção desses sólidos são exigências normais da legislação
ambiental.
A GPCA está apta a realizar esses projetos.
Poluição do Solo
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FORMAS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS |
A disposição sobre o solo de materiais orgânicos e/ou inorgânicos, bem como a
passagem sobre esse solo de massa fluida, que provoque alterações na
constituição básica desse solo, modificando suas propriedades originais
benéficas ao uso das espécies que dele dependem ou com ele se contatem,
inclusive influenciando a qualidade das águas sob esse solo, caracteriza a
poluição deste solo (Gil Portugal).
Geralmente, sob a denominação de resíduos industriais se enquadram sólidos,
lamas e materiais pastosos oriundos do processo industrial e que não guardam
interesse imediato pelo gerador que deseja, de alguma forma, se desfazer deles.
Há três classes de resíduos industriais: os inertes, os não inertes e os
perigosos.
Cada uma dessas Classes traz dificuldade diferenciada ao empresário para se
ver livre do resíduo, desde o transporte até o destino final. Os métodos
clássicos empregados vão, desde a reciclagem no próprio processo em outra
unidade da fábrica, passando pela venda ou doação, a incineração e a disposição
em aterros. Cada um desses destinos guarda procedimentos bem definidos na
legislação ambiental.
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MANIFESTO DE RESÍDUOS |
O transporte de resíduos para fora do local onde foi gerado é controlado pela sua espécie, quantidade, transportador e receptor, através de um documento denominado Manifesto de Resíduos. Conforme a tipologia dos resíduos gerados, o gerador é obrigado, por lei, a se enquadrar no Sistema de Manifesto de Resíduos. A GPCA está apta a enquadrar sua empresa no Sistema de Manifesto de Resíduos e orientá-lo quanto aos procedimentos.
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INVENTÁRIO DE RESÍDUOS |
Praticamente, toda atividade industrial é obrigada pela lei ambiental a
apresentar periodicamente ao órgão de controle ambiental um relatório que
demonstre quantidade, tipo, características físico-químicas, formas de
armazenamento e estoque e ainda, a destinação dos resíduos gerados e que estão
estocados e com destinação ainda não definida.
A GPCA está apta a realizar o Inventário de Resíduos de sua empresa
dentro das exigências do órgão de controle ambiental.
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PLANO DE REDUÇÃO DE RESÍDUOS |
A fim de obrigar
as empresas a adotarem cada vez mais tecnologias limpas, elas são obrigadas, por
lei, a apresentar seus Planos de Redução de Resíduos e as metas anuais, em
percentuais, dessas reduções, informando ao órgão ambiental quais as mudanças
nos procedimentos produtivos para que haja essas reduções de geração.
A GPCA está apta a elaborar o Plano de Redução de Resíduos de sua
empresa, dentro das exigências do órgão de controle ambiental.
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FORMAS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DOMÉSTICOS E HOSPITALARES |
Toda sorte de resíduos urbanos pode, embora não muito propriamente, ser
denominada de Resíduos Domésticos. Excetuam-se, a grosso modo, os resíduos
industriais e os hospitalares. São os resíduos domésticos aqueles resíduos
sólidos ou pastosos gerados nos lares, escritórios, escolas, hotéis,
restaurantes, nas varreduras etc. Já, os chamados resíduos hospitalares são
aqueles gerados nos hospitais, incluindo-se aí os oriundos dos laboratórios de
análises clínicas, consultórios odontológicos, médicos e de ambulatórios.
As destinações desses resíduos domésticos podem ser os aterros sanitários,
as usinas de reciclagem ou a incineração. Já, os resíduos hospitalares devem ter
destinação mais cuidadosa, seguindo princípios específicos, desde sua coleta.
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PROJETOS DE ATERROS SANITÁRIOS |
Da mesma forma
que um aterro para resíduos industriais tem que ter sua engenharia específica,
os Aterros Sanitários devem prever projetos bem elaborados para a proteção da
população e do meio ambiente como um todo.
A GPCA está apta a realizar Projetos de Aterros Sanitários.