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'Coment�rios:
Carriconde et al, (1995), diz que a canela � origin�ria do Sri Lanka
( antigo Ceil�o ) , introduzida no Brasil pelos jesu�tas. Nos dias atuais produz-se
canela a partir de plantas nacionais, sem a mesma qualidade do produto origin�rio do
Ceil�o. S�o usadas as cascas (caule e ramos) e folhas; a casca possui �leo essencial ,
taninos, a��cares, cumarinas, diterpenos, sesquiterpenos e minerais. A folha tamb�m
cont�m �leo essencial em quantidades diferentes aos da casca em elementos qu�micos. Tem
como terap�uticas: antibacteriana, antif�ngica; estom�tica, carminativa,
espasmol�tica.
Segundo Cruz, G.L., a ocasi�o prop�cia � extra��o das cascas, �
quando se completa um lustro da data do plantio da �rvore, ent�o se cortam os ramos e se
separam as cascas, que s�o postas a secar. Sob a a��o do sol, elas enrolam e
posteriormente s�o vendidas. � uma planta estimulante, t�nica. � recomendada no
combate �s gripes, resfriados, tosses, afec��es catarrais, hemorragia p�s-parto e
escorbuto. � ainda estimulante da circula��o.
Albuquerque (1989) in Silva, �. B da, (1997), afirma que o ch� feito
com as folhas ou cascas � �timo para combater o reumatismo e a press�o alta.
Sousa et. al (1991) in Silva, �. B da, (1997), comenta que o
princ�pio ativo da planta usada em altas doses provoca irrita��o das mucosas e
hemat�rias.
Composi��o Qu�mica: