Canela

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CANELA

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Nome Cient�fico: Cinnamomum zeylanicum-Breye

Fam�lia: Lauraceae

Nomes populares: Canela, canela de cei�o, caneleiro

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Caracter�sticas:

�rvore de porte m�dio, atingindo de 8 a 15 metros de altura por 40 cm de di�metro. Casca p�lida e sem p�los;

Folhas simples, opostas, ovadolanceolada, contendo tr�s nervuras salientes; apresentam consist�ncia cori�cea, e aspecto luz�dio na p�gina superior;

Flores pequenas, branco-amareladas, formando pequenas pan�culas (Carriconde et al, 1995 in Silva, �. B da, 1997).

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'Coment�rios:

Carriconde et al, (1995), diz que a canela � origin�ria do Sri Lanka ( antigo Ceil�o ) , introduzida no Brasil pelos jesu�tas. Nos dias atuais produz-se canela a partir de plantas nacionais, sem a mesma qualidade do produto origin�rio do Ceil�o. S�o usadas as cascas (caule e ramos) e folhas; a casca possui �leo essencial , taninos, a��cares, cumarinas, diterpenos, sesquiterpenos e minerais. A folha tamb�m cont�m �leo essencial em quantidades diferentes aos da casca em elementos qu�micos. Tem como terap�uticas: antibacteriana, antif�ngica; estom�tica, carminativa, espasmol�tica.

Segundo Cruz, G.L., a ocasi�o prop�cia � extra��o das cascas, � quando se completa um lustro da data do plantio da �rvore, ent�o se cortam os ramos e se separam as cascas, que s�o postas a secar. Sob a a��o do sol, elas enrolam e posteriormente s�o vendidas. � uma planta estimulante, t�nica. � recomendada no combate �s gripes, resfriados, tosses, afec��es catarrais, hemorragia p�s-parto e escorbuto. � ainda estimulante da circula��o.

Albuquerque (1989) in Silva, �. B da, (1997), afirma que o ch� feito com as folhas ou cascas � �timo para combater o reumatismo e a press�o alta.

Sousa et. al (1991) in Silva, �. B da, (1997), comenta que o princ�pio ativo da planta usada em altas doses provoca irrita��o das mucosas e hemat�rias.

Composi��o Qu�mica:

�leo essencial - encontrado na casca e na folha

Taninos

A�ucares

Cumarinas

Diterpenos e Sesquiterpenos

Minerais

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