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Coment�rios:
Diversos clones desta esp�cie s�o cultivados para produ��o
comercial de �leo essencial, conhecido internacionalmente como �leo de LEMON GRASS. Esta
ess�ncia � largamente empregada como agente aromatizante em perfumaria e cosm�tica por
seu forte odor de lim�o, bem como para obten��o do Citral, seu principal
constituinte.
O nome Citral, refere-se � mistura dos dois is�meros, geranial e
neral. Comercialmente distinguem-se dois tipos de �leo essencial de Lemon grass, o East
Indian e o West Indian, de acordo com as diferen�as qu�micas. O tipo West Indian �
produzido na Guatemala, Haiti, Brasil (SP), Madagascar e Indochina entre outros. Entre os
constituintes fixos da parte a�rea encontram-se flavon�ides, subst�ncia alcal�ides, e
uma saponina. Existe uma cera que recobre as folhas identificadas como dois
triterpen�ides: Cimbopogona e Cimbopogonal.
O autor refere a presen�a de subst�ncias alcalo�dicas nos rizomas da
planta e afirma tamb�m, que ambos os clones de Cymbopogon citratos, s�o
largamente usados na medicina popular de diversos paises, sob a forma de infus�o, ch�
abafado como sedativo do sistema nervoso ou calmante, sudor�fero, carminativo,
antiespasm�dico, analg�sico, diur�tico, antipir�tico, emenagogo e anti-reum�tico.
Tamb�m h� registro de uso caseiro para combater diversas afec��es das vias
respirat�rias e digestiva, e tamb�m inflama��o da bexiga.
O ch� das folhas s�o usados popularmente como febr�fugos e as
ra�zes s�o usadas como mastigat�rio ou friccionadas nos dentes para clare�-los. Relata
que no �leo essencial, foi comprovada atividade antibacteriana contra Bacillus
subtits, Staphilococcus aureus e em menor intensidade contra Escherichia coli.
Este �leo � usado na industria de sab�es e cosm�ticos como agente aromatizante. A
maior parte deste �leo � usado para obten��o do Citral. Nas experi�ncias efetuadas,
foi determinada a atividade antif�ngica, inseticida verificando-se principalmente efeito
larvicida (contra mosca comum). Comentou tamb�m, ser repelente de insetos (Souza et. al.,
1991 in Silva, E.B da, 1997).
Segundo Carriconde et al (1995) in Silva, E.B da, 1997, pesquisas
preliminares na Para�ba, est�o comprovando a a��o sedativa do sistema nervoso central,
usando a infus�o folha verde coletada na hora, como o povo usa; nos dias de chuva se
observou que n�o tem a mesma a��o. Nada est� comprovado at� agora, como relata; pode
ser empregada ainda no controle de verminoses como ancilostomose, cultivando em �reas de
concentra��o de ovos deste vermes.
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