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Coment�rios:
Suas folhas possuem alcal�ides derivados principamente do
n�cleo da aporfina. Entre os alcal�ides isolados ocorrem boldina, iso-coridina,
nor-isocoridina, laurotetanina e outros. Cont�m ainda tanin�ides dentre eles o
boldos�dio, peumos�dio. As folhas fornecem ainda �leo essencial ascaridol, linalol
etc... e s�o usadas popularmente no tratamento de problemas hep�ticos apresentando
tamb�m a��o estom�quica, sedativa, e anti-helm�ntica. Apresenta atividade coler�tica
devido aos derivados flav�nicos; a��o colagoga atribruida a boldina e aos �leos
essenciais.
O boldo � usado como fonte de boldina e mat�ria prima de
prepara��es farmac�uticas, tinturas, extrato flu�do e vinho. � muito comum seu uso em
forma de ch�s caseiros. Atividade biol�gica da boldina � descrita como colagoga, que
produz um aumento gradual do fluxo da bile em animais de laborat�rios. Em dose moderada
� excitante das fun��es digestivas (Souza, et. al 1991 in Silva, �. B da, 1997).
Cruz, G. L. (1979) in Silva, �. B da, (1997), diz que o boldo �
origin�rio do Chile, que o mesmo � t�nico e excitante. Combate tamb�m as afec��es do
f�gado; hepatites, pris�o de ventre, fraqueza org�nica, lit�ase biliar, reumatismo,
dispepsia, digest�o dif�cil, c�licas hep�ticas, congest�es do f�gado, dores do
est�mago, embara�os g�stricos e inapet�ncia. � empregado ainda contra ins�nia,
quando age como tranq�ilizante.
Balbach (198?) in Silva, �. B da, (1997), relata que o boldo limpa as
manchas da pele especialmente as do rosto causada por dist�rbios do f�gado. Emprega-se o
suco das folhas e talos tenros, em gotas, nos casos de fortes dores de ouvido.
Segundo Moreira (1978) in Silva, �. B da, (1997), usam-se as folhas de
varias formas em raz�o de suas propriedade terap�uticas (ch�s, tintura e extrato).
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