Boldo

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BOLDO

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Nome Cient�fico: Peumus boldus Mol.

Fam�lia: Monimiaceae

Nomes populares: Boldo - do- Chile; Boldo verdadeiro

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Caracter�sticas:

�rvore pequena, di�ica, de folhagem permanente, origin�ria das regi�es montanhosas do Chile. No Brasil � encontrado somente no com�rcio;

Suas folhas s�o opostas, cori�ceas, inteiras, ovais ou oval-el�ptica, medindo de 3 a 6cm de comprimento por 2 a 4cm de largura, apresenta curto per�odo, margens levemente enrolados para o lado da face dorsal e limbo de cor cinza - esverdeado. A face ventral possui pequenas protuber�ncias mais escuras dotados de p�los no centro, tornando-as �speras ao tato (Souza, 1991 in Silva, �. B da, 1997).

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Coment�rios:

Suas folhas possuem alcal�ides derivados principamente do n�cleo da aporfina. Entre os alcal�ides isolados ocorrem boldina, iso-coridina, nor-isocoridina, laurotetanina e outros. Cont�m ainda tanin�ides dentre eles o boldos�dio, peumos�dio. As folhas fornecem ainda �leo essencial ascaridol, linalol etc... e s�o usadas popularmente no tratamento de problemas hep�ticos apresentando tamb�m a��o estom�quica, sedativa, e anti-helm�ntica. Apresenta atividade coler�tica devido aos derivados flav�nicos; a��o colagoga atribruida a boldina e aos �leos essenciais.

O boldo � usado como fonte de boldina e mat�ria prima de prepara��es farmac�uticas, tinturas, extrato flu�do e vinho. � muito comum seu uso em forma de ch�s caseiros. Atividade biol�gica da boldina � descrita como colagoga, que produz um aumento gradual do fluxo da bile em animais de laborat�rios. Em dose moderada � excitante das fun��es digestivas (Souza, et. al 1991 in Silva, �. B da, 1997).

Cruz, G. L. (1979) in Silva, �. B da, (1997), diz que o boldo � origin�rio do Chile, que o mesmo � t�nico e excitante. Combate tamb�m as afec��es do f�gado; hepatites, pris�o de ventre, fraqueza org�nica, lit�ase biliar, reumatismo, dispepsia, digest�o dif�cil, c�licas hep�ticas, congest�es do f�gado, dores do est�mago, embara�os g�stricos e inapet�ncia. � empregado ainda contra ins�nia, quando age como tranq�ilizante.

Balbach (198?) in Silva, �. B da, (1997), relata que o boldo limpa as manchas da pele especialmente as do rosto causada por dist�rbios do f�gado. Emprega-se o suco das folhas e talos tenros, em gotas, nos casos de fortes dores de ouvido.

Segundo Moreira (1978) in Silva, �. B da, (1997), usam-se as folhas de varias formas em raz�o de suas propriedade terap�uticas (ch�s, tintura e extrato).

Composi��o Qu�mica:

Alcal�ides - A subst�ncia boldina � o princ�pio qu�mico ativo encontrada nas folhas;

Flavon�ides

�leo essencial - encontrado nas folhas

Tanino

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