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NOTA: A��es farmacol�gicas das
mucilagens.
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As subst�ncias mucilaginosas, incluindo as gomas,
pectinas e at� os amidos, que formam com a �gua solu��es viscosas, utilizam-se na
terap�utica pela sua a��o protetora das mucosas inflamadas, das vias respirat�rias,
digestivas, genito-urin�rias, por impedirem a atividade de subst�ncias irritantes e
promoverem tamb�m a diminui��o do estado inflamat�rio, mitigando as dores.
Atuam indiretamente como laxativos: por absorverem
uma grande quantidade de �gua evitam o endurecimento das fezes; depois, devido ao aumento
do volume do olo intestinal empresta-lhe uma consist�ncia normal e facilitam a sua
movimenta��o, ao mesmo tempo que excitam por via reflexa as contra��es intestinais.
Em certos casos atuam como antidiarr�icos, devido
� sua natureza coloidal, pois impedem a��o das subst�ncias irritantes sobre a mucosa
intestinal, talvez at� das bact�rias.
Externamente usam-se sob a forma de cataplamas,
por conservarem durante mais tempo o calor �mido sobre certas zonas do corpo que suportam
inflama��es de origem bacteriana ou reumatismal, provocando a� uma congest�o
sangu�nea ( hiperemia ) ben�fica.
Utilizam-se muitas vezes em farm�cia. Tem a
vantagem de diminuir a atividade irritante de certos f�rmacos e de lhes corrigir o gosto,
particularmente a sensa��o de acidez, motivo por que se empregam associados. Esta
propriedade manifesta-se j� nos frutos: explica-se assim o gosto �cido menos pronunciado
das framboesas, apesar de conterem mais �cidos livre que as groselhas, devido ao maior
conte�do de mucilagens.
Usam-se como estabilizadores na prepara��o de
emuls�es, pomadas, pastas etc.; nas tabelas, para facilitarem a desagrega��o, etc.; em
bactereologia, nos meio de cultura; na an�lise qu�mica, como col�ides protetores.
A ind�stria alimentar emprega-se no fabrico de
gel�ias, de doces diversos, etc. Nas outras ind�strias t�m muitas vezes aplica��es
an�logas �s das gomas.
Assinalam-se algumas incompatibilidades, na
prepara��o de medicamentos, com subst�ncias que precipitam as mucilagems das suas
solu��es: �lcool, taninos, sais de ferro, etc...
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USOS/APLICA��ES/FORMAS/COMO PREPARAR DOSES
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Queimaduras pelo sol, fogo e radia��es
Emplastro
Passar a folha pelo calor do fogo. Retirar a
cut�cula, e colocar na zona afetada. Repetir a opera��o� quando for necess�rio.
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Panar�cio, tumores, espetadelas e golpes
Emplastro
O mesmo do anterior. Repetir quando for
necess�rio.
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Caspa, dematites, seborr�icas
Massagem na cabe�a. Retirar a cut�cula, esfregar
no couro cabeludo. Deixar 15 minutos ao sol, depois enxaguar. Fazer esta opera��o em
dias alternados.
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Hemorr�ida (Retitis Tenesmo Hemorroide)
Suposit�rios
Corta-se a cut�cula da folha. Com a polpa
corta-se em forma de suposit�rio. Coloca-se no congelador para que fique duro. Aplicar
suposit�rio cada 4 horas.
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Bronquites
Macera��o
Polpa de folha de babosa... 10 gramas retalhe,
lave 9 vezes, adicione 10 gramas de a��car, deixe macerar por 8 a 10 hs. Tomar uma
colher de sopa pela manh� em jejum.