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Quantos dados se perdem pela excessiva preocupação com os entroncamentos aleatórios, tentando dar-lhes significado mais abrangente, instruindo exageradamente o processo, com cuidado apenas na orientação racional entre pontos intermediários, quando o cuidado maior deve ser concentrado nos objetivos fixados em cada alvo, porque é ali, no alvo, que representa o coroamento dos esforços feitos pelo veículo racional, para conduzir o processamento conforme o planejamento racional, que leva em conta, no nível considerado, todas as possibilidades lógicas exigidas pela formulação, condicionando os dados de acordo com os meios racionais elaborados pelos parâmetros, dentro do modelo matemático escolhido para representar as hipóteses do projeto, visando alcançar as metas daquele estágio, é ali, portanto, que encontramos todos os caminhos se encontrando para realizar a condensação de todas as informações, agrupando todos os dados de acordo com as polarizações que carregam, formando conjunto homogêneos que contém as respostas que buscamos naquele nível de trabalho lógico, que por sua vez se transformam em novos dados, que juntamente com outros chegados de outros programas, vão ser utilizados como dados de entrada de um programa lógico mais elaborado, que atenderá a condições racionais que seguem novas características comuns, em um novo estágio, que dará prosseguimento à pesquisa científica realizada pelo projeto. Por isto, a atenção dos especialistas que analisam os relatórios, deve estar dirigida para as metas previstas em cada estágio, e só então, devem buscar as razões desta ou daquela indefinição, mas numa análise profunda de todo o processo lógico, e não fixando metas aleatórias, não previstas no programa, desmembrando inadequadamente os relatórios, no intuito de facilitar o controle sobre as decisões logísticas, que orientam o fluxo pelo caminho menos congestionado, atendendo em primeiro lugar ao fluxo dos dados que possuem prioridade para a formação dos grupos, que irão formar conjuntos, que devem ser processados em seqüência lógica, determinada pela formulação que compõe o veículo racional, e portanto, qualquer interferência neste processamento precisa ser cuidadosa, sem perder o rumo do conteúdo natural, que precisa obedecer a prioridade lógica, evitando engarrafamentos nos locais de passagem obrigatória, determinando uma hierarquia de fluxo, que só pode ser compreendida pela justaposição de relatórios, acompanhada de uma análise sistêmica de todo o ambiente natural. Um caminho natural por onde passam dados com ampla margem de polarizações possíveis, normalmente não exige prioridade daqueles dados no atendimento de outro caminho, posicionado alguns passos a frente, porque quando existe um fluxo crítico, os dados que atendem ao chamado possuem polarização específica, e o caminho preparado para eles tem uma margem pequena de variação magnética, que só aceita o fluxo dos dados com polarização afim, que por isto encontram sempre o caminho desimpedido, então os engarrafamentos nestes locais precisam ser evitados, mas para identificar estes pontos, que na estrutura logística, que coordena o fluxo, migram de lugar, por ser o processo extremamente dinâmico, é necessário juntar muitos relatórios, e fazer uma avaliação de todo o sistema lógico daquele ambiente natural, utilizando relatórios consistentes com a conduta logística, que dizem mais respeito a montagem da estrutura racional, empregando portanto as limitações funcionais da base rígida, aplicáveis a todos os projetos que possuírem alinhamento lógico em concordância entre si. A base rígida responde pelos dados que permanecem constantes, mesmo quando o processo exige mudanças bruscas na imantação da estrutura logística, acarretando a formação de uma base lógica de dados, que vai mudando a sua composição de acordo com a necessidade lógica de dados, determinada pelo veículo racional, em sua condição de aproveitamento de cada estrutura racional conforme as necessidades logísticas, criadas no ambiente natural, mas os dados invariáveis da base rígida podem ser utilizados em muitos projetos, e ficam armazenados no ambiente natural, aguardando ordem da estrutura racional, para se apresentarem para o trabalho lógico dentro da estrutura logística, seguindo a orientação do veículo racional, que reúne todas as condições de emprego dos dados que transitam pelo ambiente natural, sejam eles dados permanentes oriundos da base rígida, que atendem as necessidades de qualquer projeto que possua afinidade lógica com ela, sejam dados transitórios criados no ambiente racional para o atendimento de um projeto específico, que possui uma formulação própria, especializada naquele assunto, e que orienta a pesquisa naquele ramo de conhecimento científico, sem que a origem desses dados, estabeleça qualquer ordem de prioridade no trabalho lógico que orienta toda a pesquisa racional. No caminho traçado pela informação em sua viagem criativa, fortalecendo a cada passo a complexidade dos dados envolvidos, toda a interrupção de fluxo, ou retardamento, seja ele provocado por uma desordem estrutural, ou por um desarranjo na base de dados, causado pela interferência inoportuna no ambiente natural, estabelece uma mudança de comportamento de todos os elementos da base racional, e mesmo que tenhamos alcançado uma ordem logística que harmonize todos os entroncamentos, provocando um fluxo sem grandes congestionamentos, esta aparente harmonia não traz frutos adequados ao processamento lógico, porque este procedimento causa um desequilíbrio que vai se projetando de forma crescente nos estágios seguintes, e todas as mudanças introduzidas acabam se interligando de modo inadequado, trazendo conseqüências indesejáveis pois muitos objetivos previstos em cada alvo não são atingidos, e o programa fica assim incompleto e sem muita consistência lógica, conduzindo um processo lógico indefinido que dependendo da situação envolvida, acabará tendo que ser totalmente refeito desde o início, abandonando todas as pesquisas até ali realizadas, para não prejudicar todo o trabalho lógico que se realiza em outros ambientes naturais, que acabariam ficando afetados. Mas nem sempre há necessidade de grandes transformações na base de dados, porque o desequilíbrio não chega a provocar mudanças substanciais nos elementos da base racional, e assim ela precisa ser refeita apenas em parte por um programa paralelo, impondo uma alteração de fluxo compensatória, distribuindo o retardo por caminhos novos, abertos desde o ponto inicial, para atender as mudanças de rumo transitórias, ou permanentes, como alternativas criadas para superar desentendimentos logísticos, que provocam sobrecarga no sistema natural, e causam atrasos consideráveis em todo o andamento sistêmico, e esta alteração de fluxo provoca um replanejamento do veículo racional, que passa a fiscalizar com mais rigor todas as projeções estatísticas que estabelecem as margens de tolerância, para cada item da formulação que esteja apresentando resultados irregulares, e conduzindo o processo lógico a desequilíbrios, quer sejam provocados por variações na base lógica, ou oriundos de alterações nas estruturas que compõem o trabalho do sistema racional, nos ambientes que formam o sistema natural, induzindo neste programa paralelo todas as mudanças necessárias, para desafogar o sistema natural das irregularidades provocadas pelo sistema logístico. Toda a alteração brusca de fluxo, provoca uma mudança de comportamento lógico dos componentes racionais mais afetados, por circularem pelo ambiente natural fora das condições mais adequadas de processamento, invertendo alguns procedimentos lógicos, que passam a responder aos apelos do veículo racional, priorizando o trabalho logístico em detrimento das prioridades lógicas estabelecidas pelo programa, infiltrando uma memória falsa que reduz a capacidade de discernimento, e mascara a observação dos estágios superiores, e por isto a criação de um programa paralelo com caminhos novos para desafogar o trânsito, sempre que se torna necessário, pelo congestionamento em determinados pontos, que provoca o atraso do processamento, sem mexer no programa principal para não afetar o fluxo de dados lógicos, que deve fluir sem pressões logísticas para não prejudicar o conteúdo racional, que precisa ir sendo construído com a ajuda do ambiente natural, e tanto o ambiente racional como o ambiente natural se servem da logística para cumprir o seu trabalho e não podemos, a título de facilitar este trabalho, mudar as regras fixadas no programa, porque isto distorce as condições de emprego logístico, e acabam por transformar a programação em pontos que podem ser vitais para alcançar os objetivos, previstos no alvo programado. Estes novos caminhos conduzem dados que se transformam, e buscam a companhia por afinidade, conquistando o ambiente mais adequado, sendo a ele atraídos pelo trabalho que necessita realizar, fixado no ambiente natural pelo trabalho lógico, estabelecido pela formulação que reflete o veículo racional, e condiciona as atribuições logísticas conforme as necessidades do programa lógico, e nunca o inverso, como muitas vezes parece devido a formação quase caótica do trabalho no ambiente natural, onde os dados se cruzam em alta velocidade, formando estruturas lógicas que logo desaparecem pelo efeito das novas necessidades, construindo várias seqüências lógicas quase instantâneas, que desta forma vão criando informações que são captadas e conduzidas pela estrutura logística, como conjuntos de dados afins que servem como origem de novos programas, em outros ambientes, e por isto são conduzidos pelos caminhos logísticos, atendendo as prioridades impostas pelo veículo racional, que assim se torna a referência de todo o processamento da informação, impondo as necessidades racionais com polarizações energéticas, que imantam as estruturas de trabalho e obrigam o fluxo a seguir o caminho mais adequado, a cada instante. Assim, atua o veículo racional em perfeita concordância com a formulação, desenvolvida cientificamente para representar o fenômeno em pesquisa, dentro do ambiente natural, conseguindo deste modo refletir os parâmetros que controlam o fluxo, e que existem nos relatórios para orientar a acomodação natural de todos os dados, conforme o trabalho natural, que necessita realizar, já que os dados impõem um conteúdo crescente de informação lógica, que se forma devido a ação constante do veículo racional dentro do ambiente natural, que vai construindo a base lógica de dados conforme as necessidades da estrutura racional, montada no interior do veículo racional para acomodar o fluxo de dados que circulam na estrutura logística, atendendo as necessidades estabelecidas no diagrama de dados que forma a base da estrutura logística, e que vai sendo o responsável pelos conteúdos dos relatórios que se formam a cada instante, representando todas as decisões tomadas para controlar o fluxo, que ajudam a compreender cada passo da estrutura natural para organizar a base lógica de dados, que é quem, em última análise, atende as requisições do veículo racional, para coordenar todo o processamento, e obter as respostas que condicionam o conteúdo do alvo a ser atingido, que são conjuntos de dados em seqüência lógica, formando o interface com o estágio imediatamente superior. O conteúdo da informação se soma nas direções de interesse, vigentes no ambiente natural, que define a parcela de contribuição de cada setor, e esclarece o andamento de cada passo, assegurando um conteúdo homogêneo, e permitindo um acompanhamento satisfatório de todos os parâmetros, mesmo os mais indefinidos, causando uma avaliação mais precisa dos rumos das decisões racionais, que compõem o processo lógico, e estruturam a base logística dentro do ambiente natural, fixando os valores de referência que ordenam o fluxo de dados pelos caminhos lógicos, definidos por intermináveis seqüências, que vão se formando a medida que o trabalho natural vai acontecendo em cada estrutura natural, com a ajuda do veículo racional que coordena toda a atividade lógica formando os conjuntos de dados homogêneos, que possuem elementos afins criados nas diversas estruturas naturais que compõem o ambiente natural, pela ação dos diversos parâmetros que atuam com a independência relativa de cada formulação, agindo porém na direção estabelecida pela programação, que reúne as seqüências lógicas dentro do ambiente natural, criando um fluxo contínuo de dados com complexidade variável, que vai reunindo os dados afins nos pontos programados, e desta forma, compactando a informação requerida pelos diversos estágios que compõem o sistema racional, executando em cada nível um programa mais complexo devido a complexidade crescente do conteúdo da informação. Todas as decisões racionais são tomadas sempre com a ajuda da avaliação dos relatórios, que de forma mais detalhada, ou menos, conforme a necessidade programada para cada estágio, vai definindo os rumos do processo lógico, impondo uma síntese de dados que fortalece a ação dos ambientes estruturais, pela sua maior integração no contexto geral, onde se realiza o agrupamento de todas as atividades significativas, absorvendo praticamente tudo o que diz respeito a ação natural, acomodando o processo em sucessivas camadas de entendimento, aprimorando as seqüências lógicas a cada passo estrutural, confinando as rejeições a uma recondução de objetivos, facilitando as buscas de novas possibilidades de encaminhamento, e estabelecendo um diagrama de complexidade crescente, numa avaliação constante de todas as atividades relacionadas no programa, atingindo o detalhe necessário para esclarecer toda a formação do conteúdo lógico, e tomar as decisões racionais conforme as necessidades logísticas, formadas a partir de uma base de dados que vai se expandindo em conteúdo, mas que também vai ampliando as possibilidades racionais a ponto de exigir uma constante análise de todos os dados, para descobrir novas tendências que estejam a exigir um embasamento racional mais abrangente, através de uma formulação mais significativa dentro das expectativas de cada alvo considerado. Um parâmetro mal avaliado pode muitas vezes ser o responsável por uma série de contratempos lógicos, devido a desordem logística provocada pelo ambiente racional, que é o lugar onde se desenvolvem todas as premissas consideradas nas hipóteses que organizam toda a formulação, que ocupam as estruturas racionais em sucessivos desenvolvimentos de dados, e se as respostas racionais forem desencontradas por deficiência na formulação, todo o processo exige uma revisão logística, definindo com mais presteza cada seqüência lógica, atuando sobre os parâmetros mal definidos, de forma a encaminhar melhor as decisões logísticas e evitar a formação de focos de rejeição, criados na estrutura lógica pela incompatibilidade logística de prover condições de processamento, devido a desarmonia gerada na base de dados pela polarização inadequada de algumas estruturas logísticas, e estes focos de rejeição exigem um estudo sistemático de todos os dados rejeitados, buscando as relações de afinidade entre eles com a ajuda do trabalho natural, obrigando um estudo paralelo para buscar o reencaminhamento deles dentro de um padrão logístico mais preciso, de modo a esclarecer o conteúdo lógico, provocando uma ampliação de possibilidades de fluxo, e criando formas mais complexas de trabalho logístico. Este processo de revisão exige um acompanhamento lógico dentro do ambiente natural, em cada estágio de desenvolvimento da formulação, desde os rudimentos científicos representados pelas equações mais simples, até os filamentos complexos definidos pela variedade de parâmetros delicados, que caracterizam os últimos segmentos da compartimentação do modelo matemático, criados para atender as necessidades racionais mais complexas, e em cada estágio é imprescindível um programa independente, onde os conjuntos seqüenciais de dados que formam o alvo de um estágio, se transformam em dados de uma nova programação, estabelecendo um diagrama de complexidade crescente, que irá necessitar de múltiplas atividades de acompanhamento, condicionando os dados a uma fonte permanente de estudos sistemáticos, onde o peso da participação de cada um é estabelecido automaticamente, a cada instante em que ocorrer uma mudança de rumos, pelo acréscimo de uma tendência que desenvolva a estrutura, e permita a participação mais acentuada de uma determinada inclinação na formulação geral, exigindo um conteúdo racional mais elaborado do veículo racional, que passa assim a movimentar dados em estruturas racionais mais complexas, atendendo a uma formulação que beira os limites conhecidos da ciência, numa busca científica que nunca para. O caso mais complexo de alteração de características da informação, fica condicionado a um aproveitamento de todas as possibilidades já formuladas, exigindo ainda reflexos de condições rejeitadas, sem permitir que as definições anteriores tenham supremacia no veículo racional, quando normalmente as atividades logísticas acontecem com a aparência caótica, dando a impressão de falha estrutural, provocada por sobrecarga nos parâmetros, ocupando uma seqüência mais ativa, onde o veículo racional necessita de uma melhor acomodação lógica, construindo um patamar de decisões logísticas que se adaptam as circunstâncias de um número considerável de possibilidades lógicas, de modo que as mudanças que acontecem devido ao acréscimo de uma nova tendência, ampliando o condicionamento lógico dentro do veículo racional para atender as necessidades da formulação, que precisa acompanhar toda a preparação racional feita nos limites do conhecimento científico, possam ir se sucedendo de forma organizada, seguindo um planejamento prévio que testa as várias possibilidades lógicas, buscando o melhor caminho para efetivar a criação racional, e conduzir o processamento dentro dos limites logísticos mais adequados para atingir o alvo daquele patamar considerado. O estudo racional de todas as possibilidades lógicas deve acompanhar sempre o trabalho de pesquisa, realizado na base de dados, com a ajuda dos relatórios que mostram toda a atividade logística dentro do ambiente natural, para encaminhar o fluxo de dados, e integrar o trabalho logístico que atende as exigências da formulação, com um trabalho lógico que atende as exigências da programação, contando para isto com a ajuda do veículo racional, que acomoda esta integração dentro das condições racionais estabelecidas pelas hipóteses, que definem os argumentos necessários, e os parâmetros, com os limites que eles podem suportar em cada hipótese discutida, já que o veículo racional deve encontrar sempre o melhor rumo lógico dentro do ambiente natural, para atender um distanciamento mais acentuado entre os parâmetros, permitindo uma melhor definição do projeto original, colhendo novas tendências de aproveitamento das características componentes, sem alterar o conteúdo, e aproveitando-o melhor, numa busca mais precisa de avaliação e julgamento, condicionando todas as conquistas anteriores a uma correção de rumo, de modo a estabelecer uma nova plataforma de serviço, que seja mais sensível aos encargos mais elaborados, e conduza as atividades com um rendimento superior em quantidade e qualidade de informação.
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