O interior de um microprocessador
Acima

 

Mail to

Home
O interior de um microprocessador
A máquina moderna e o seu controle
O estudo do processamento
O processamento aplicado à pesquisa
A pesquisa moderna

O estudo que passaremos a fazer considera o microprocessador como um pequeno computador, capaz de realizar tarefas programadas com antecipação, mas que possuem um grau de liberdade, que atende as variações necessárias aos diferentes estágios dos sistemas que ele comanda, ou controla, através de sensores que recolhem informações das máquinas que são dados de entrada, e recebem dados de saída do “chip”, que orientam dentro de limites a algumas funções programáveis das máquinas, formando assim um centro inteligente de decisões autônomas quando as soluções estão previstas, mas que também aceitam decisões externas provenientes de outro microprocessador, ou de um programa mais poderoso, de um computador que comanda vários microprocessadores, em atividades afins ou não.

            Construir um sistema com vários estágios independentes, controlados por microprocessadores, exige alguns cuidados especiais, e entre eles vamos citar um que ressalta em importância, porque cuida do controle dos dados de entrada, que precisam estar em perfeita sintonia com as necessidades definidas pela programação de hardware, que orienta o uso do “chip” dentro de limites que exigem dados polarizados, de acordo com o ambiente magnetizado do “chip”, que atende as disposições programadas, conforme o emprego que lhe será dado no sistema em que realizará o trabalho de processamento, e esta polarização a que devem ser submetidos os dados, acontece devido as respostas dos sensores às excitações que recebem do programa, que prepara os sensores para enviar sinais elétricos, polarizados conforme as informações que colhem do estágio da máquina, com uma precisão tão mais notável, quanto mais próximos do comportamento previsto no programa que comanda o microprocessador, mas que aceita variações, e em cada uma delas a polarização se altera, formando um leque de possibilidades de funcionamento do estágio, que são processados pelo “chip”, dando seqüência a um trabalho que é inserido no sistema que controla todo o processamento, e estabelece as regras de funcionamento de todos os estágios componentes.

            Um microprocessador admite um grande número de formulações, que entende-se por conjuntos algébricos capazes de representar um modelo matemático, que responde por um modelo científico criado dentro da lógica, segundo argumentos solidamente embasados em hipóteses, estruturadas em possibilidades concretas de aproveitamento de dados que surgem do nada, como variáveis aleatórias que vão somando tentativas na estrutura do átomo que compõe a molécula de silício, ou outro material que venha a ser utilizado com a mesma finalidade, que é forçar a aceleração do trabalho subatômico para extrair a lógica consistente da formação da matéria, que responde sempre do mesmo modo a excitações idênticas, produzidas por sinais bipolares, que seguem a orientação definida  nos parâmetros que compõem cada argumento, forçando o teste de cada hipótese numa série de aceitações e rejeições, que vão estruturando com dados todas as mudanças do estado atômico que atendem as exigências da formulação.

            Os sinais bipolares se compõem em tese por uma variação que oscila entre dois pólos, assumindo qualquer valor possível numa infinidade de possibilidades lógicas, que invadem o universo do átomo pela energização que provoca, de acordo com o estágio evolutivo em que se encontra, pelas variações dos níveis quanta que em cada átomo assumem uma condição própria, determinada pelo trabalho lógico já realizado na vida, que coloca um átomo de silício por exemplo, com uma infinidade de padrões energéticos possíveis, diante de outro nível energético, que por afinidade lógica produz um trabalho devido a diferença entre os dois níveis, provocando um desequilíbrio passageiro no átomo que o faz reagir buscando o reequilíbrio, e quando isto acontece, a resposta  lógica obtida é encaminhada pelos caminhos magnetizados do “chip”, segundo o nível de energia que possuir, formando uma estrutura logística, que vai propondo a criação de uma base lógica de dados conforme as necessidades da programação, que é quem dirige o processamento que se realiza no interior do “chip”.

            A estrutura logística, assim, é uma construção lógica que se forma com o trabalho molecular do silício, atendendo as excitações criadas pelo modelo matemático, que forma a base racional de entendimento científico das hipóteses formuladas, e esta estrutura é uma espécie de memória, onde estão registrados todos os desníveis que provocaram desequilíbrio atômico, podendo, quando a excitação for repetida, indicar a resposta do trabalho do átomo, sem necessidade de um novo desequilíbrio, abrindo oportunidades sempre novas pela mudança da polarização da estrutura, que por ser dinâmica devido as alterações constantes dos níveis dos sinais de entrada, indica um processamento que pode parecer, muitas vezes, caótico, em função dos caminhos que mudam repentinamente, causando alguns congestionamentos que não representam dificuldades, por não serem pontos de estrangulamento, mas mudanças determinadas pela formulação, condicionando prioridades que precisam ser respeitadas dentro da condução do fluxo de dados.

            No interior do “chip” encontramos alguns microprocessadores que possuem condições de trabalho independentes, embora afins, pelo emprego do mesmo embasamento racional para a construção da estrutura logística, que em estágios mais avançados de processamento, considera o padrão logístico como referência estrutural, buscando uma harmonização de todas as estruturas numa complexa rede logística, que tem o funcionamento vinculado aos estágios inferiores, por ter uma composição dependente deles, já que os dados já processados se unem por afinidade em conjuntos de dados, já polarizados adequadamente, que formam novas possibilidades de processamento, em um trabalho regido por uma formulação mais sofisticada, que atende a um programa mais abrangente, e permite respostas mais aprimoradas, em um universo que exige posições mais rígidas, em questões mais precisas e complexas.

            Um padrão logístico surge do trabalho desenvolvido no ambiente natural, assim chamado porque são os átomos da substância de que é feito o “chip” que dão sua contribuição, agindo em seu próprio ambiente, construído pela ação da natureza nos bilhões de anos em que a matéria evoluiu, desde o hidrogênio, e antes dele, formando os componentes químicos que hoje empregamos em todas as nossas atividades, e se aqui e ali fundimos materiais para aproveitar o conhecimento que adquiriram durante a sua evolução, não estamos modificando as suas propriedades naturais, antes pelo contrário, estamos reunindo os esparsos e limitados aprendizados que fizemos, analisando o comportamento dos corpos químicos, para extrair deles a sabedoria que cultivaram, desde as estrelas primitivas até planetas como o nosso, onde a evolução alcançou o desenvolvimento celular, e além, na criação dos neurônios, que nos permitem continuar as conquistas naturais, agora na construção de uma consciência, cultivando uma nova sabedoria, saindo dos domínios do espaço e do tempo para poder dominá-los, e dirigi-los, para benefício de outras criaturas, que estão recém despertando na formação de novos universos.

            Assim, o trabalho realizado no ambiente natural pelos elementos que compõem um corpo químico, quando este se torna sensível a apelos externos, e é excitado por um sinal, retirado da atividade natural pela ação de um veículo, que reúne o conhecimento racional que o homem conquistou em determinada área, pela análise do comportamento da matéria, diante dos fenômenos que a natureza vai descobrindo em sua caminhada evolutiva, conhecimento esse que é transformado em um modelo lógico, que é definido por hipóteses que utilizam os mais variados argumentos, para construir um modelo matemático, que através de seus parâmetros equaciona as diversas hipóteses, para a partir daí desenvolver com a ajuda dos dados, que são escolhidos dentro de expectativas desenvolvidas entre fronteiras, determinadas pela estatística, que é quem em última análise propõe o padrão logístico, pois define a polarização dos dados que sejam significativos para buscar, atendendo as exigências da formulação que compõe o modelo matemático, as respostas, na forma de dados logísticos que vão se acomodando na estrutura natural, transformada agora com o trabalho logístico também em estrutura logística, já que ocupam o mesmo espaço e se distinguem apenas porque esta, é aquela modificada pela ação logística que cria o trabalho lógico dentro do “chip”.

            Um “chip” trabalha dentro de limites impostos pelo programa, que contém todas as condições de emprego da estatística dentro da teoria dos grandes números, na falta de outra que melhor represente a tendência de uma formulação, quando o número de repetições cresce o suficiente para que se possa determinar o caminho mais próximo do formulado inicialmente, causando uma busca de dados que possam atender as necessidades determinadas no programa, e elevam a participação nas fronteiras de cada tendência, onde os dados se avolumam consideravelmente pela afinidade que parecem ter uns com os outros nesta região, muito embora alguns depois possam se desmembrar daquele grupo para seguirem uma tendência derivada da principal, o que acontece devido ao condicionamento energético que a estrutura logística acaba por impor para atender compromissos assumidos diante da formulação, que se desdobra para seguir as ramificações das hipóteses, que impõem novas tendências, mais sutis e elaboradas, podendo até formar caminhos paralelos que inicialmente exigem dados quase idênticos, mas que depois se separam totalmente, ou até se reunificam parcialmente, pela necessidade de cumprirem o programa estabelecido, que vai se tornando mais e mais complexo a medida que evoluem as exigências científicas do projeto lógico.

            O alcance de uma estrutura logística fica assim condicionado pelo tamanho do projeto lógico dentro de um “chip”, e quanto maior for a sua capacidade mais reúne condições para realizar programas complexos, porque a sofisticação depende da variedade de informações que podem ser processadas simultaneamente, e para isto a estrutura logística precisa ocupar um espaço maior, ou em outras palavras, ela necessita ocupar um número maior de compartimentos, ou células de trabalho, para abrir tantos caminhos quantos sejam necessários, para processar toda a informação requerida pelos diversos estágios da programação, sem que haja congestionamentos prejudiciais ao encaminhamento dos dados, conforme a prioridade de cada um na formação da base logística de dados, que ajuda a construir a estrutura logística dentro das exigências da formulação, e estabelece a polarização energética de toda a área de trabalho do  “chip”, para que o processamento se organize dentro de uma dinâmica estabelecida pelo programa, aprovada pelo estágio superior, que necessita de uma base de dados sólida, que possa atender a todas as variações energéticas, criadas por um modelo matemático que vai se sofisticando, e exigindo dados cada vez mais precisos e complexos, dentro do controle estatístico a que está submetido cada estágio de processamento no interior da estrutura logística.

            Não estamos olhando o “chip” como um conjunto de componentes que possuem uma atividade própria, que se soma numa direção ou noutra conforme as condições de emprego, mas sim o estamos analisando como um organismo que realiza um trabalho inteligente, sem nos atermos na observação de cada parte, como fazíamos nos primitivos circuitos eletrônicos, porque agora, na atual fase tecnológica, cada setor científico tem que fazer a sua parte, e não cabe à equipe de analistas discutir como e porque se formam aqui barreiras energéticas e ali caminhos abertos, mas sim compreender o fenômeno da transformação dos dados em respostas inteligentes, utilizando a energia como veículo do conhecimento, e aproveitando a sua ação para desenvolver o conteúdo energético, como fonte de esclarecimento do trabalho que se tornou rotina na matéria, por todo o caminho que ela percorreu desde a criação do universo até hoje.

            Construir uma estrutura logística, como base sólida de dados logísticos, que se forma pela ação energética da estrutura natural quando submetida a um trabalho, pela veiculação de dados polarizados de acordo com um processo lógico, representado por um modelo matemático, que encaminha os dados como variáveis que se transformam em sinais eletromagnéticos, que vão assumindo o seu lugar dentro do processo, de acordo com a magnetização que o hardware básico, criado pelo fabricante do “chip”, introduz na estrutura natural, conforme a orientação específica do emprego de cada microprocessador, e estes dados vão se agrupando por afinidade mesmo da estrutura natural, e provocando o trabalho logístico no interior da estrutura do átomo, criando desníveis de energia que são revertidos em dados lógicos, construindo a estrutura logística pelo armazenamento nela de todo o trabalho lógico realizado no “chip”, pela ação de cada átomo que vier a ser excitado pelo sinal de entrada, e como este sinal varia de acordo com as propostas da formulação, que agem entre os limites estatísticos aprovados nas tendências das hipóteses, formuladas no projeto lógico, segue-se um trabalho logístico, com um alcance que depende das necessidades da formulação em cada instante, criando uma estrutura dinâmica que orienta todo o trabalho lógico dentro do “chip”.

            O trabalho lógico é fruto, assim, da disposição interior da estrutura do átomo, que reage a qualquer tentativa de mudança de suas condições de equilíbrio energético, que é produzido por um jogo de forças que interagem umas com as outras, num turbilhão de ações e reações a nível interno, mas que acontecem sem alterar o estado externo de repouso em relação a molécula que o contém, e é isto exatamente que estabelece as condições de estabilidade da matéria, construída desde o estado caótico das primeiras formações geológicas, atendendo o mesmo princípio natural que movimenta a energia construindo a matéria, e é pois o trabalho constante da energia que mantém o equilíbrio dinâmico da matéria, porque nada no universo está morto já que onde existe energia existe movimento, e cada partícula, por mais insignificante que seja, possui partículas menores que lhe dão vida, num movimento incessante, e é este princípio natural que justifica a reação das partículas componentes da estrutura atômica, quando o átomo é invadido por qualquer tipo de energia externa, para reorganizar as forças e impedir o desequilíbrio, quando isto é possível.

            Os dados lógicos diferem dos dados logísticos, porque os primeiros são criações energéticas do átomo, como barreiras construídas por ele para defender-se do desequilíbrio, que um sinal orientado pela afinidade que tenha por ele, possa provocar ao invadir os seus domínios, já os segundos são sinais eletromagnéticos produzidos pela energização da estrutura natural, quando o programa lógico estimula a formulação a fornecer respostas aos dados de entrada, provocando a transformação natural, criada no ambiente natural, pela ação magnética do hardware básico, em uma estrutura polarizada conforme a variação das respostas aos dados, que são sinais eletromagnéticos, que por afinidade ocupam os compartimentos magnetizados da estrutura natural, que durante o trabalho logístico daquele programa lógico, se transforma no que chamamos de estrutura logística, que serve de base para o armazenamento do trabalho logístico, que por ser muito dinâmico, constrói uma base logística de dados que serve de orientação e base para todo o processamento lógico dentro da estrutura logística.

 
Hosted by www.Geocities.ws

1