O Caminho do Bardo IV
Publicado na cidade de Curitiba, em 20 de Outubro de 2003 e.v.
 
 
 
YGGDRASILL
 
 

 
Regeneração:
Ao som do ENSLAVED’ Wotan.
 
Seu quente e poeirento espaço interno incomodava ao Bardo,
também a indisposição por relacionar-Se com alguns infelizes.
Estes últimos que, de suas lamentações, são os únicos culpados,
querem rebelar-se provando serem, em realidade, uns perdizes.
 
Incapazes de conquistar seus objetivos por si só,
desejam modificar o sistema à sua “proletária” causa.
Não importando-Se com os juízos marxistas de valor,
o Escriba tornara-Se distante da infeliz Casa.
 
Para o Bardo não importam as distinções sociais dos Seus,
sendo valorizadas as diferenças étnicas, culturais, não-materialistas.
A Conquista, pelo próprio e único esforço, dos bens Seus,
não parece ser a índole das insatisfações comunistas.
 
Comunistas que giram em torno do nosso Estado,
são a ameaça dos mais perigosos seres grotescos.
Incapazes de solucionarem problemas sociais, secularmente engasgados,
optam por incapazes políticas paliativas, em seus surtos populescos.
 
O Bardo não crê na “salvação” daquele que não busca modificar-Se por Si Mesmo.
Pois, fazendo uso da corrupção e do (in-)conseqüente roubo,
tudo aparenta estar perdido em termos de Ética Própria e auto-zelo.
A Pureza de Caráter está perdida, nesta insatisfação que se mostra em assombro.
 
Não existem valores materiais que ditem as regras ao Bardo.
Quem se culpa, sendo jovem, carrega consigo um inútil fardo.
 
“Não sois culpados, meus queridos amigos infantes,
rebelar-se por uma causa que não é sua os tornam periclitantes.”
 
Erram por não compreenderem que existem outras escalas de valoração,
que não as que classificam para tornarem os fatos distintos.
Vossa diferencial acusação, baseada unicamente na social distinção,
erra quando tomamos, por exemplo, modelos irrestritos.
 
 

 
 
Ascensão e Expansão:
Ao som do EMPEROR’ I am the Black Wizard.
 
A Ascensão era necessária para o cumprimento de Seus objetivos.
Após a elevação aos Céus do Infinito Gozo Cósmico,
a Expansão tornou-Se necessária àquele Deus que manteve-Se Ativo.
 
Suas veias pareciam querer saltar de Seu finito corpo material.
Sua Dama, em Divino Êxtase, estava mais Bela do que nunca.
O suor, em Seu pálido rosto e loiro cabelo, excitavam o Deus no enlace conjugal.
 
Eram dois corpos, dois Amantes. Deus e Deusa em complemento.
Buscavam a Chave Mágicka do Amor para a Interior Ascensão Espiritual,
esta Ascensão que Os elevava através da Luz de todo o Firmamento.
 
Esta Elevação aos confins do Infinito não preocupava aos Jovens Deuses Amantes.
A resposta para Suas dúvidas internas estava na Expansão de Seus Espíritos,
estes mesmos Espíritos que, em momento do enlace, iam pelo Universo avante.
 
A Busca dos, limitados e finitos, Deuses terrenos por uma Verdade
que o pequeno grão de areia, chamado Terra, não está capacitado para responder.
Torna-Os a agir em acordo com Suas Internas, Verdadeiras e Supremas Vontades,
estas que, com Suas Ilimitadas respostas, estão a Lhes corresponder...
 
A Vontades dos Deuses Amantes era: a Expansão.
A Expansão Espiritual, não dual, imaterialista.
Desta forma, Suas Forças Primordiais agiam em União.
 
Esta fora a União de dois Deuses, cujas afinidades iam além da matéria.
A mesma matéria que limita o homem, gerando discórdias e conflitos,
não incomodava-Os no Reino Espiritual, estando distantes das riquezas e misérias.
 
O Gozo Cósmico extendeu-Se por milênios naquele Transe.
As Criações Divinas insurgiram, então, a partir daí.
Fez-Se o Universo e, dele, foi-se extraída a matéria, a carne...
 
A vida material não importava aos Deuses naquele Mágicko momento.
Não sentiam Seus Corpos, mas apenas o fluir de Suas Energias Espirituais.
Ascendendo, Expandindo, Ascendendo, estão muito além do limitado Firmamento.
 
 

 
 
Signo da Vitória:
Ao som do SOUL REAPER’ Darken Sign.
 
A Flâmula Verde fora sustentada
por Aqueles que uniram-Se para levantá-La.
A Vitória estava, assim, demonstrada
na luta contra a corja que Os incomodava.
O sangue inimigo, derramado, era a prova que faltava
na limpeza daquele mundo de corrupção e trapaça.
Suas Espadas, vermelhas, após a Vitória declarada
era outra insígnia da Conquista a ser proclamada.
Sangue de vermes, de zumbis de Almas,
eis a corja que ao mundo parasitava.
A decadência era o que aos inimigos guiava,
uma decadência, completa, cultural e etnográfica.
 
CRUZ DE PYRMONT
 
Eram muitos os inimigos,
que confundiam-se entre todos os vencidos.
Fracos, pelos vitoriosos eram ofendidos
após caírem ante seus pés, falecidos.
Suas carcaças derrotadas e de odor pútrido
foram queimadas no intuito
de não se ver, novamente, aquele erro cometido.
Que servisse de exemplo aos que, porventura, tivessem sobrevivido:
ver os corpos, queimados, de seus antigos amigos.
Estes companheiros de luta derrotados
haviam sido, com a morte, punidos.
Encontrava-se o mundo decadente, agora, banido.
 
 

 
 
Sétuplo Poder:
Sob os Auspícios da O.N.A.
 
I. Adentro a Primeira Esfera... Lua...  Esfera do Terror e do Conhecimento Secreto.
Vendem Água próximo ao Rio... As Forças da Escuridão...
Agios Kabeiri! Agios Kabeiri! Agios Kabeiri!
 
II. Adentro a Segunda Esfera... Mercúrio... A Esfera do Prazer e Transformação
O Livro do próximo advento, em direção à Noite... O Makrokosmos...
Agios Lucifer! Agios Lucifer! Agios Lucifer!
 
III. Adentro a Terceira Esfera... Vênus... A Esfera do Êxtase e do Amor.
A Rainha do Inverno ...  E Filha Sombria do Caos...
Agios Elutrodes! Agios Elutrodes! Agios Elutrodes!
 
IV. Adentro a Quarta Esfera... Sol... A Esfera da Visão e do Intelecto.
A Região das Sombras Imortais... O Caminho, o Meio, o Fim...
Agios Olenos! Agios Olenos! Agios Olenos!
 
V. Adentro a Quinta Esfera... Marte... A Esfera do Sacrifício e da Destruição.
Em direção ao Espectro das Sombras... A severa realidade do Tradicional Satanismo...
Agios Alostros! Agios Alostros! Agios Alostros!
 
VI. Adentro a Sexta Esfera... Júpiter... A Esfera da Sabedoria e da Prosperidade.
Estou muito além da Ilusão... Avisto, ao longe, um Corvo...
Agios Baphomet! Agios Baphomet! Agios Baphomet!
 
VII. Adentro a Sétima Esfera... Saturno... A Esfera do Caos e da Ruptura.
A Conquista, a Destruição e a Criação estão presentes... Sigo rumo ao Ocidente...
Agios Vindex! Agios Vindex! Agios Vindex!
 
 



 
Que Se Exploda o Oriente Médio!!!

                   Moramos no Brasil. Embora tenhamos diversidades regionais não encontradas na maioria dos países-continentes como o nosso (dada a jovialidade de nossa Nação), essa mesma diversidade tem sido posta de lado - já secularmente falando - quando temos em mente que existem diversidades regionais em outros países e
continentes que nos parecem mais importantes que a nossa própria. Pergunto: em que te importa se Bin Laden está vivo ou não? Em que te importa o sofrimento do povo palestino ou judeu em suas terras? Para mim, o Bardo que escreve estas linhas, em nada.

                   Pode parecer radical essa minha pessoal opinião. Mas não seria se tivéssemos em mente que a resolução de nossos problemas de ordem interna, regionais, até mesmo bairrísticas, já secularmente adiadas, fossem colocadas em primeiro plano. Nosso país, tradicionalmente pacífico em suas resoluções internacionais, deveria permanecer nulo
no que diz respeito aos problemas cultivados pelos países que interferem na problemática do Oriente Médio.

                   E o Oriente Médio? O que representa para ti? Para mim, aquela região de problemas milenares só terá resolvido seu problema no dia em que resolverem, os donos da política mundial, explodirem com ela. Uma atitude drástica, mas que porá fim imediato aos problemas que atingem ao nosso Ocidente, indiretamente. Não adiantam
mais resoluções de paz naquela região, já que os lados em conflito possuem “diferenças” entre si que apenas serão silenciadas no dia em que ambos os lados forem varridos do mapa. Adoram um mesmo Deus, como os cristãos (religião também de origem semítica, mas que se disfarça como Ocidental), mas que, por interpretarem de forma
distinta um mesmo Deus, geram conflitos em todo o mundo  ameaçando-nos com seus ataques terroristas (por parte dos muçulmanos) ou com a lavagem cerebral do povo (prática judaico-cristã presente no nosso dia-dia Ocidental). Não existem verdadeiros culpados ou inocentes. Todos os monoteístas agem em erro e, ao
afastarem-se do Verdadeiro e Real Culto da Natureza (presente nas religiões européias e americanas originais), nos ameaçam com sua religiosidade farsante e intransigente ao ponto de nos acometerem o medo e o terror.

                   No Brasil, os principais problemas nunca foram de ordem econômica. Isso quem diz são os grandes capitalistas (judeus e cristãos em aliança, diga-se de passagem), que nos imputam dívidas inexistentes em um intuito de silenciar nossa real potencialidade como Nação. Enquanto no Rio de Janeiro, por exemplo, há um agravante problema do grande número de favelados e indigentes, grandes capitalistas faturam horrores pelo fato de não pagarem impostos pelo consumo das “drogas.” Digo que sou favorável à legalização de todo e qualquer tipo de “droga,” por esta infligir apenas ao homem, em si, na sua individualidade. A infração que este mesmo homem
cometer sob efeito de quaisquer “droga,” aí sim, deveria o Estado interferir (como já fazem no caso de se alguém for pego dirigindo bêbado, cuja pena - em caso de acidente - é agravada, pois interfere no coletivo).

                   Mas não estou aqui para falar de individualidades. Imaginem se fosse legalizado o consumo de quaisquer tipo de “drogas” psico-ativas? O que fariam os atuais traficantes? Iriam querer nos roubar, seqüestrar ou estuprar nossas mulheres. Aí entra nosso pleno direito à reação. E essa reação pode ser realizada em força igual (ou até
mesmo superior) à força empregada pelo nosso infeliz oponente. Discute-se a não mais utilização de armas em nosso país. Que absurdo! Não moramos na Suécia, cujos problemas sociais inexistem ao ponto de não ser permitido o uso de armas, ou na Inglaterra, cujos policias não andam armados por, em fins do século XIX, terem abusado
de sua autoridade contra um cidadão londrino. Nosso país é jovem, imensamente diversificado de região para região (ou, se preferirem, de um bairro para o outro. Com diferenças, até mesmo, dentro de um mesmo bairro), sendo que nossos problemas internos estão sendo postos de lado por uma política internacionalista, cujo novo presidente declarou abertamente gostar de presidir o país por realizar constantes viagens para fora do Brasil. Mais um absurdo! Não mudou-se nada desde o último governo para o atual, que mais parece saído de uma recente clonagem, já que demonstra ser uma completa negação de suas origens humildes, proletárias, por bem dizer.

                   Não me venham com políticas assistencialistas!!! “Fome Zero” apenas se conquista com uma profunda modificação da distribuição regional da população e com trabalho. Grandes centros urbanos, como as capitais do Rio de Janeiro e de São Paulo, não comportam mais a grandiosa confluência migratória, que gera a mais óbvia
violência e desemprego. Enquanto isso, nos “confins’ de Rondônia, cerca de 80% de seu território é tido como Reserva Ambiental. Nada contra as Reservas Ambientais, digo de passagem, mas para que tanto território nas mãos de um poucos milhares (não milhões) de índios? Esses mesmos índios que têm, já, como segunda língua o inglês (ou o francês, ou japonês, ou alemão). Sabem por quê? Pelo grande número de ONGs  que bio-pirateiam nossos recursos naturais daquela região. Ah!!! E esses estrangeiros têm plena autorização do IBAMA para entrarem e saírem quando, e como, quiserem daquela “reserva.” Para nós, pobres brasileiros, é vedada a permanência neste território entre 18:00hs e 06:00hs... Sabe-se lá o que pode nos acontecer (ou possamos observar) caso estejamos nesta “reserva” entre estes horários... Enquanto isso, nosso presidente continua a viajar e a acordar nosso rico território como moeda de troca por papéis podres e sub-exploração de nosso povo e país, ao invés de abrir Centros Superiores (Universidades) de pesquisas com capital nacional naquela mesma imensa região amazônica. Seja para estudos biológicos ou fitoterápicos, seja para estudos de ordem antropológica ou histórica, não somos nós que ditamos as regras, infelizmente...

                   Absurdo o uso e abuso que fazem de nossa inteligência. Eu, o Bardo, como estudante da História de nosso país, me indigno quando vejo qualquer partido (ou político) caça-níqueis que vêm com repostas prontas para nossos problemas seculares. A solução não está em alugar o Brasil, como dita a música, mas em descobri-lo
verdadeiramente. Ainda nem resolvemos plenamente nossos problemas internos e já cogitamos a cessão de nosso território para a exploração de Organizações de fachada. Cogitamos, não... Já o fazemos! Aliás, não gosto nem de me incluir neste plural, pois eu não estou no poder e, nem tampouco, me considero culpado pelos problemas que
atingem ao outro. Sou pobre, mas nem por isso me suborno ou tenho pretensões em invadir a propriedade alheia ou roubar. Pobres honestos, como eu, existem aos milhares. Um conselho que eu, como Bardo, dou aos mesmos: resolvam, primeiro, seus problemas de ordem individual e familiar. Estudem a si mesmos, descubram a origem
de seus problemas, mas nunca ponham a culpa na sociedade. Tu és o que és pelo teu próprio erro, ou de teus pais, ou de teus avós. Após descoberta a causa do teu problema, procure suplantar-lhe através da modificação de teu próprio íntimo. Eu me dôo como exemplo: irei cursar o Mestrado e, depois, o Doutorado. Mais adiante meus objetivos são: a) Encontrar uma Universidade e/ou Escolas no interior de nosso vastíssimo país; b) Lecionando em tais, neste mesmo interior do país irei constituir família e propriedade, que servirão aos meus filhos e esposa; c) Nunca deixarei de escrever e pesquisar, creio que esta seja minha função neste mundo, o que considero como íntima predileção. Um exemplo banal este meu, não? Se cada homem e cada mulher tivesse condições de despertar para uma Verdade Interior, que os guiassem através das obscuras opções que são impostas durante a curta vida material, talvez estes
mesmos homens e mulheres deixassem de se lamentar e lamuriar pelas péssimas condições de higiene e civilidade das grandes cidades, nas quais estão inseridas e, por erro, insistem em viver. A resposta estaria no Interior (de Si Mesmo e de Nossa Nação, simbolicamente falando) ou não? Obviamente que existirão aqueles que não desejariam
afastar-se das “comodidades” oferecidas pelas grandes cidades. A estes, talvez as minhas palavras não sirvam como exemplo. Mas, os que despertarem em seu íntimo uma identificação com este escrito, ah, saúdo-vos e felicito-vos. Apenas não invadam a propriedade de ninguém, para começo de conversa. Aquele que lá esta, em sua propriedade, de certa forma a conquistou por seus esforços. Existem leis que favorecem, infelizmente, o uso capião da terra e esta pode ser usada como recurso até mesmo entre os, infelizmente sujos (já que não precisam morar assim, nessas miseráveis condições), favelados. Conquistem vossas propriedades por vossos próprios esforços. Te orgulharás
disso futuramente, quando veres crescer vossos filhos e netos  em consonância com a honestidade e não baixeza de caráter (ou não apego à conquista do próximo, o que é o caso dos “Movimentos Sociais” atuais, sejam de “Sem-Terras,” sejam de “Sem-Tetos”).  Ame teu país, procure conhecê-lo melhor, exija do governo Educação Pública de qualidade e Ética. De resto, que se explodam os semitas!!! E Viva o Brasil!!!
 
 



 
 
Celebração da Fertilidade:
Ao som do BURZUM’ Daudi Baldrs.
 
Solo, fértil solo, que tão propício está neste período da roda do ano.
A Primavera, celebrada em sua fertilidade, adentra como um suspiro de Regeneração.
O solo, inseminado por Este Deus Forte e Másculo, não Me causa nenhum engano:
O Plantar e o Colher tornam-Se frutos de uma Íntima Celebração.
 
Quem poderia-Nos negar esta complementaridade da Natureza?
Homem e Mulher Se Integram, como Germinador e Germinada,
assim como é o Semeador e a Terra, que se complementam em beleza.
A Beleza da Natureza, que perfeitamente Nasce quando corretamente disseminada.
 
Quem poderia provar o contrário?
Aquele pederasta, otário?
 
Confias em um desvirtuado?
Que pena, Eu que deveria permanecer calado...
Mas não consigo, Eu que acredito na Verdade.
A Natureza nunca fora desvirtuada ou covarde!!!
 
Quem tenta provar o contrário está a enganar, ou enganado,
pois qualquer tipo de relação homossexual vai de contra ao, pelo Natural, propalado.
Antigas sociedades sempre desdenharam dos homossexuais,
estes que ainda agem em erro e querem ser, um como Nós, “iguais.”
 
Aberrações da Natureza, isso é o que os muliados são!
Não me venham com “Direitos Humanos,” estes que se apóiam na perversão!
São contrários à Natureza, que é Perfeita e complementar,
não esse monte de asneiras, que estão pela nossa goela a empurrar.
 
De Minha Órbita sempre serão banidos,
seus pederastas fracotes e malditos!!!
Minhas Poesias nunca, jamais, servirão a vocês,
não Me importando o quão radical possa Eu, o Bardo, vos parecer...
 
Amo a Verdadeira complementaridade da Natureza,
germino o solo - como a Mulher - em sua Natural e Real Pureza...
 

 



 

 

Paganus, Aquele que Semeia o Solo...
Ao som do BURZUM’ Rundgang um die Transzenden.
 
O Bardo é Pagão, Tradicionalista e Conservador.
Crê nas Forças da Natureza, em todo Seu Real esplendor.
Planta a semente, germina O Solo,
assim como Ama Aquela Deusa, deitando-Se em Seu Colo.
 
O Deus da Guerra sempre Lhe servirá,
quando de Suas Forças Ele necessitar.
Pagão é aquele que semeia a Mãe Terra,
eis a Verdade àqueles que, de Sua Real Natureza, erram.
 
O cristianismo tornou a perseguir os Pagãos,
aqueles que não “batizam” seus filhos, para a Igreja, assim o são.
O Bardo orgulha-Se de Seu sangue Europeu e Indígena,
esse mesmo sangue que é, naturalmente, Panteísta.
 
“Não me venham com papos de ‘conversão’ ou desvirtuo,
não confio em vossas mentiras e não creio no excomungo.
Com a natureza semítica, dualística, não compacto.
Não me venham com suas pérfidas mentiras, que tanto combato.
 
“Minha Natureza é voltada para a Guerra, para a Política e para a Germinação.
Dessa forma, combato Meus inimigos, a mentira e Semeio com Minha Viril ação.
Me lanço aos Céus, me regozijo ante a ínfima, mas Querida, Terra,
essa mesma Terra que tão profanada tem sido nas últimas eras.”
 
Nota o Bardo a estupidez dos que querem tornar-se uma “celebridade,”
Ele, que muito longe está de almejar essa cumplicidade.
Por esta e por outras, o Bardo afasta-Se desta grande cidade.
Na qual os infelizes que O cercam inibem Suas plenas capacidades.
 
O inibem por tornarem-No um “outsider,”
frente às suas materiais, egocêntricas e estúpidas vontades.
“Não Me sinto bem em ambientes sujos, incômodos ou muito cheios
preferindo estar junto à Natureza, em completo e Verdadeiro anseio.”
 
 


 
 

Deuses do Meu Mundo:
Ao som do BURZUM’ Han Som Reiste.
 
Estando próximo de conquistar Meu ideal,
nada mais Me importa neste sujo mundo de cabedal.
 
Abro mão das conquistas materiais e riquezas impróprias,
já que não almejo nada mais que uma conquista, apenas, satisfatória.
Satisfatório aos Meus interesses seria uma Vida Honesta, em desapego,
não Me sujeitando àqueles que vivem nas grandes cidades, em eterno apelo.
 
Em Meu mundo os Deuses tornam-Se Reais,
da Natureza extraio frutos, dos mais suculentos aos magistrais.
 
Meu Templo, caros Irmãos, Sou Eu mesmo.
Meu lugar de culto: a Natureza em devaneio.
Isto não é fruto de Meu subjetivismo declarado,
mas de uma relação Pura, Honesta, futura, com o arado.
 
Minha Terra será conquistada com Meus próprios esforços,
não Me misturando com os movimentos proletários, perigosos.
 
Aquele que acusa o Bardo de egoísta ou fascista,
é um ignorante, pois não se enxerga em sua própria miserável vida.
Não estou insatisfeito com minha “condição social,”
não quero revolucionar, tornar a “igualdade” forçada um fator real.
 
A “igualdade social” seria uma forma estúpida e limitada de utopia,
pois até mesmo na “irracional” Natureza encontramos as delimitações da Hierarquia.
 
No Estado comunista, encontramos alguns poucos burocratas eleitos.
Estes que enriquecem, contradizendo aos seus igualitários (?) desejos.
Já em uma estúpida anarquia, também prevalece a utopia.
Pois em qualquer sociedade, a Lei do Forte torna-se-á a principal insígnia.
 
Afastando-me destas influências nefastas,
estarei próximo de ter Minha Vontade conquistada.
Meus Deuses amando em Meu Mundo, em Minha Terra,
pronto a defendê-La contra o ataque de quem quiser transformá-La em favela.
 
 

 
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