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| Web Master:Prof. Jorge Paulo KOURY Contato : [email protected] |
| ATENDIMENTO INDIVIDUAL NA �REA EDUCACIONAL E TERAPEUTICA CURSOS -PALESTRAS - ASSESSORIA - ATENDIMENTO ACOMPANHAMENTO DE ALUNOS COM DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM Contato : [email protected] - Curitiba - PR |
| REFLEX�O Os galhos das extremidades � o mais alto do topo de uma �rvore s�o os que menos sustentam pesos sobre eles, embora sejam os que mais destacam o que neles se prendem ..., tendem a quebrar e cair. Jorge Paulo Koury - Abril 2007 |
| Desenvolvimento de conteudo: Psicobiofisica Foto kirlian Radiestesia |
| Prof. Jorge Paulo Koury -Licenciado : Matematica . Fisica -Bacharel em F�sica -Especialista em F�sica ( cunho did�tico/ pedag�gico ) -Prof :Psicobiofisica e Naturologia Aplicada -Psicopedagogo - Naturoterapeuta |
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| Busca da sobreviv�ncia Numa sociedade em que a necessidade de sobreviv�ncia � posta , as criaturas tendo que ser coberto por um telhado, revestido por uma roupa, esquentada a fornalha do est�mago com comida, para que o efeito morte n�o se fa�a presente, alguns ou muitos buscam meios para tal , n�o importando quanto de verdade � sua atitude , nem o realizar com sua a��o, Um pouco que sabe propaga como muito, quando interesse h� de alguns por este pouco que diz que sabe muito, por facilitar esses alguns, o saber dito sabido se multiplica, e uma simbiose passa a ocorrer. E a�, se o pouco que sabe, e sabe, passa a ser o necess�rio para aquele instante de fazer, faz uma corrida estacion�ria, mas est� a correr sem sair do lugar, como o cachorro correndo atras da ling�i�a amarrada ao seu rabo.... quem pode dizer que ele n�o est� correndo atr�s de comida? Mas o efetivo realizar com o fazer, em que a constru��o, de passo a passo, um adiante do outro, nos aproxima do prop�sito quando da a��o pelo objetivo final tra�ado no in�cio da jornada, acontecer�? Ou necess�rio � repensar nossa presen�a , com nossos prop�sitos e a��es, sair do desespero de ser, estar, fazer e poder, da forma egoc�ntrica, destruidora de si e da sociedade que participa, marcando seu espa�o desta forma, por em verdade, nada ser verdade , al�m da verdade que procura impor, pensar tudo para o todo e o todo com tudo, todos ser�o, estar�o , poder�o sem cogitar em perdas futuras. Prof. Jorge Paulo KOURY |
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| IMAPORTANTE �E O QUE SE DIZ E NAO QUEM DIZ... E O QUE SE FAZ E NAO QUEM FAZ sempre com prop�sito de acrescentar para todos. E que a partir da hora do feito ou dito, tanto o dito quanto o feito passe a ser posse do coletivo e n�o de quem partiu. E sempre que por necessidade premente, qualquer a��o mais contundente for necess�ria, que seja feita com o objetivo de retorno a normalidade, dentro dos crit�rios anteriormente definidos. Sejamos todos UM, e sendo UM, tudo o que cada um fizer, todos seremos autores da a��o. QIE SE USE AS PALAVRAS PARA BEM DIZER OU ABEN�AR", ESCUTANDO-AS COMO PARA SI FOSSE PROFERIDAS E S� DEPOIS AS PRONUNCIAR |