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S.O.S SALA DE AULA

INQUIETUDE OU HIPERATIVIDADE?

    Sintomas de desaten��o e hiperatividade  ansiosa podem ser consideradas normais em crian�as que acabaram de passar por situa��es traum�ticas, como perda de uma pessoa querida . Em geral as manifesta��es s�o passageiras. Fique atento e verifique se a "inquietude "� insistente- mais de cinco e seis meses, pode ser sinal de que a desaten��o � provocada n�o por quest�es pontuais, mas por disturbios mais profundos. A consultora Iza Locatelli diz que a principal caracteristica dos alunos que possuem transtorno de d�ficit de aten��o � a dificuldade de se concentrar , de manter o foco.
 
COMO LIDAR :
  * Verifique se o aluno tem problemas auditivos ou visuais que prejudiquem a aten��o.
  *Ao falar com ele olhe nos olhos e leva as suas d�vidas em considera��o.
  * coloque-o sentado mais pr�ximo de voc�.
  *Ajude-o organizar cadernos, pesquidas e atiividades em sala. Divida o trabalho em pequenas partes e ensine a utilizar de forma sistem�tica agendas e cronogramas.
  *Sem ferir as regras da escola permita que ele saia de sala em pequenos espa�opes de tempo.
  * Fa�a com que participe de atividades f�sicas.
  * estimule e elogie pequenos avan�os ,para melhorar sua auto-estima.
  * Mantenha o ambiente organizado e sem focos de distra��o.
  * Tenha paci�ncia e simplifique as instru��es das atividades.
  * Estabele�a reras elimites e repita asdiretrizes sempre que poss�vel.
  *Encaminhe-o a avali��o psicol�gica.
  
Autor: Reginaldo da Silva,Barueri,SP
NOVA ESCOLA P.16  Maio 2003

Indica��o de leitura:
Principios e Pr�ticas em TDAH,
Lu�s Augi\usto e outros , 236 p'sgs
  Hiperatividade: como Desenvolver a Capacidade de Aten��o de Crian�a.
  Sam Goldstein e Michael Goldstein, 26 p�gs . Ed. Papirus
ENSINAR BEM � .......
.. estimular a PENSAR

   Levar os alunos a argumentar e faz�-los  entrar em contato com opini�es diferentes.

"O PENSAMENTO � COMO  CORPO. SE N�O FOR DESAFIADO , N�O REAGE "
   
Lino de Macedo , professor de Psicologia do Desenvolvimento da Universidade de S�o Paulo.

 
A CONVERSA  NO CURR�CULO
  -  Exponha a todos a import�ncia de trocar id�ias e debater.
  Pergunte a opini�o de cada participante ou questione os "comos "e os "porques", para que todos se sintam estimulados a aciocinar e refletir.

  
"ASSIM CRIAMOS UM CONTEXTO DE INVESTIGA��O "
   
Diz , Lino de Macedo
    
Relacione sempre o que est� sendo diito ao que j� foi falado anteriormente e ajude a turma a reconhecer e a valorizar as habilidades de linguagem e racioc�nio que est�o sendo desenvolvidas.

  
TRABALHO SISTEMATIZADO

   � ACONSELHAVEL ESTABELECER REGRAS

    Alguns principios que dever!�o nortear os trabalhos :
   - compartilhar informa��es.
   - embasar opini�es.
   - aceitar desafios
   - estimulr a participa��o dos demais
   - que se sintam livres para perguntar e mudar de opini�o
           
ESTES PRINC�PIOS VISAM CRIAR CONDI��ES PARA QUE O      PENSAMENTO CONSTRUIDO NOS GRUPOS DE DISCUSS�O SEJA             REALMENTE REFLEXIVO.
        NOVA ESCOLA Maio 2003  p.20
O pensar junto permite:
  -
Compartilhar conhecimento;
  - dividir responsabilidade na tomada de decis�o;
  - Explorar o significado e o entendimento das informa��es;
  - solucionar problemas mais fac�lmente;
  -aprender com as id�ias alheias;
  - participar ativamete das discuss�es

          
Revista Nova  Escola  maio 2003 P.20
   Muitos estudantes  s� ter�o um bom aproveitmaneto se forem estimulados a aabandonar o papel que desempenham normalmente durante os trabalhos em grupo ( isso vale tanto para os que se mantem em sil�ncio como para os que monopolizam a discuss�o ou simplesmente se ausentam ).
Lembre-se : nem tudo s�o regras.
  
"O estimulo genu�no � atitude que opera como for�a intelectual " , escreveu o fil�sofo e educador norte-americano John Dewey ( 1859-1952). "O professor que desperta tal entusiasmo em seus alunos conseguiu algo que nenhuma soma de m�todos sistematizados, por mais corretos que sejam, pode obter "
   
revista NOVA ESCOLA  maio 2003   P. 20
Li e gostei  P.2
   
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