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Pietro Ubaldi


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Frase Instrutiva: 
FORA DA CARIDADE N�O H� SALVA��O(Allan Kardec) 




Centro Esp�rita

Associa��o Esp�rita Luz no Caminho.
Fundada em 27/10/1984.

Hist�rico do �Luz no Caminho�


A Associa��o Esp�rita � Luz no Caminho � foi fundada por 25 esp�ritas que tinham por ideal estudar, divulgar e vivenciar a Doutrina de Allan Kardec.
Inicialmente foram feitas algumas reuni�es para se tra�ar planos e diretrizes onde v�rios nomes foram sugeridos para a Entidade. Chega-se ent�o ao nome de consenso: Associa��o Esp�rita �Luz no Caminho�.
No dia 27 de Outubro de 1984 come�aram-se os trabalhos doutrin�rios . Mais um Centro Esp�rita Kardecista em S�o Vicente. Abrem-se as portas da Associa��o Esp�rita � Luz no Caminho �, entidade sem fins lucrativos com a finalidade de estudar e divulgar a Doutrina Esp�rita e por conseguinte os Ensinamentos de Jesus . A casa, alugada pelos abnegados irm�os de Ideal, situava-se � Rua Mal. C�ndido Rondon n.� 359 em S�o Vicente.
O Trabalho s�rio e honesto no Atendimento Fraterno come�ava a granjear cr�ditos na Espiritualidade Maior e, merc� de Deus e de Jesus, em 1987 conseguimos comprar um terreno do Centro Esp�rita �Irm�o Tim�teo� sendo que em Janeiro de 1988 inauguramos esta, que com muita alegria e satisfa��o dizemos, � a Sede Pr�pria da Associa��o Esp�rita �Luz no Caminho � .
A tarefa foi �rdua, muita coisa se fez, muito ainda precisa- se fazer, e nessa jornada v�rios Companheiros n�o est�o mais conosco fisicamente; uns est�o do outro lado da vida, outros devido as conting�ncias e as dificuldades precisaram se afastar. A Lembran�a, o Carinho, o Afeto por esses nossos irm�os continuar� para sempre.
N�s, somados a muitos outros que se incorporaram a este Pronto Socorro Espiritual, continuamos o nosso trabalho e que possamos ter m�ritos, no Amor e na Caridade, para que a ajuda dos Mensageiros do Mestre Jesus e dos Amigos da Espiritualidade nunca nos faltem e o Nosso �Luz no Caminho� continue sendo uma luz no caminho de todos os que nos procurem.


Estudando o Passe



O socorro atrav�s de passes aos que sofrem do corpo e da alma, � institui��o de alcance fraternal que existe desde os mais recuados tempos.
O Novo Testamento nos traz valiosos fatos nos quais Jesus e os ap�stolos aparecem dispensando pela imposi��o das m�os e pelas palavras recursos magn�ticos curadores.
Nos tempos atuais, tem cabido ao Espiritismo, como Consolador Prometido, espalhar largamente esse socorro espiritual.
Os centros esp�ritas, convertem-se, assim numa esp�cie de ref�gio para aqueles que n�o encontram no tratamento da Terra, o almejado socorro para os seus males f�sicos e mentais.
Os passes podem ser :
- Ministrados com os recursos magn�ticos ddo pr�prio m�dium.
- Diretamente, do plano espiritual para oo enfermo, sem o auxilio do m�dium.
- Ministrado com os recursos do m�dium, ammpliados com a ajuda do plano espiritual; � o que se chama magnetismo misto.
Conv�m lembrarmos que, em qualquer destes tipos, o passe procede sempre de Deus.
Esta certeza deve contribuir para que o m�dium seja uma criatura humilde, cultivando sempre a id�ia de que � um simples intermedi�rio do Supremo Poder, n�o lhe sendo l�cito atribuir a si mesmo qualquer m�rito no trabalho.
Qualquer express�o de vaidade, al�m de constituir insensatez, significar� come�o de queda.
Al�m da humildade, deve o passista cultivar as seguintes qualidades:
- Boa vontade e f�.
- Prece.
- Eleva��o de sentimentos e amor.
Atrav�s da prece o passista consegue duas coisas importantes.
- Expulsar de dentro de si os sombrios peensamentos que restam da atividade comum ,durante o dia de lutas materiais.
- Receber do plano espiritual, as subst�nccias renovadoras com as quais vai conseguir atuar com efici�ncia a favor do pr�ximo.
Quanto mais se renova para o Bem, quando mais se moraliza, maiores possibilidades de servir adquire quem serve ao Espiritismo, no setor de passes.
Por�m devemos tamb�m nos referir aos fatores negativos que reduzem as possibilidades do trabalhador invigilante. S�o eles:
- M�goas excessivas e paix�es.
- Alimentos inadequados e alco�licos
- Desequil�brio nervoso e inquietude
A alimenta��o excessiva,favorece a vampiriza��o da criatura por entidades infelizes, o mesmo ocorrendo com os alc�olicos.
O equil�brio do sistema nervoso e a aus�ncia de paix�es obsidentes, trazem um ambiente receptivo favor�vel � transmiss�o do passe. Pontualidade, confian�a, harmonia interior e respeito, al�m de vontade de buscar conhecimentos s�o qualidades que o m�dium passista deve buscar obter.
Em rela��o aos que buscam a Casa Esp�rita, alguns s�o bastante receptivos aos fluidos magn�ticos.
Na criatura de f�, no momento em que recebe o passe, a sua mente e o cora��o agem como um poderoso �m� atraindo as for�as curativas.
J� com o descrente, o ir�nico, o duro de cora��o o fen�meno � naturalmente oposto, pois ele repele os jorros de fluidos que o m�dium canaliza para o seu organismo.
Como vemos a efic�cia do passe depende quase que exclusivamente de processos mentais que envolvem o esp�rito auxiliar, o m�dium e o enfermo.
Se houver desaten��o, e mente voltada para objetivos estranhos � tarefa em andamento, o interc�mbio de fluidos torna-se dif�cil, com os resultados inferiores aos desejados.
� importante tamb�m que se saiba que em algumas ocasi�es o passe n�o cura, mas d� novos suprimentos de for�as para resistirmos ao mal.
Cabe � Casa Esp�rita, educar e instruir o indiv�duo de boa vontade que se prop�e a trabalhar como passista. Tal instru��o implica inicialmente no estudo sistem�tico de O Livro dos M�diuns e A G�nese ambos de Kardec. Em suma, conclu�mos que o uso de roupas espec�ficas, gesticula��es padronizadas, bem como o ato de tocar nos enfermos, s�o totalmente dispens�veis j� que s�o os sentimentos nobres e a vontade de servir que determinam a sintonia com as esferas superiores e perfeito �xito da tarefa.


Veja algumas fotos do "Luz no Caminho"



P�tio e entrada do Centro



P�tio e entrada do Centro



Vis�o parcial da Sala de Passes



Vis�o parcial do Sal�o de Palestras



Luz no Caminho




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