Home


Pietro Ubaldi


Doutrina Esp�rita


Centro Esp�rita


Resumo de Livros


Links


Contato


Frase Instrutiva: 
FORA DA CARIDADE N�O H� SALVA��O(Allan Kardec) 

index<BGSOUND SRC="did.mid" LOOP=INFINITE>




Doutrina Esp�rita


Kardec e o Espiritismo


O Espiritismo, foi codificado, quer dizer, estudado, resumido , explicado por Allan Kardec. O verdadeiro nome de Kardec era Hippolyte L�on Denizard Rivail, um s�bio franc�s que nasceu em 03 de outubro de 1804 .Kardec, falava corretamente v�rias l�nguas: o alem�o, o ingl�s, o italiano o espanhol e o holand�s, al�m do franc�s sua l�ngua de origem .Formou-se em Ci�ncias e Letras .Era professor de F�sica, Qu�mica ,Astronomia e Anatomia .Escreveu livros de aritm�tica e gram�tica. No come�o do ano de 1855, foi convidado a participar de uma reuni�o onde as pessoas reunidas em volta de uma mesa ,faziam perguntas e recebiam as respostas atrav�s de batidas da mesa, que se levantavam e batiam com um p� um n�mero de pancadas e respondendo sim ou n�o .
Mais tarde as batidas eram de acordo com as letras do alfabeto; uma batida para o A, duas para o B, etc. ..As respostas eram corret�ssimas e as perguntas eram feitas sobre os mais diversos assuntos.
Kardec, como um s�bio que era resolveu estudar o assunto e foi lhe dito que o ser ou os seres que davam as pancadas eram os Esp�ritos, quer dizer, pessoas que j� tinham morrido e que assim se comunicavam com os vivos.
Mais tarde os Esp�ritos j� n�o se comunicam por batidas, mas por meio de m�diuns, quer dizer pessoas que tinham sensibilidade e atrav�s da escrita, recebiam as comunica��es que eles Esp�ritos queriam deixar.
Kardec estudou seriamente as mensagens que recebia, se correspondendo com m�diuns de diversas partes do mundo. Fazia perguntas por escrito e comparava as diversas respostas. S� quando as respostas que recebia eram iguais � que ele as considerava como corretas. E assim em 18 de abril de 1857, terminou de escrever e publicou o Livro dos Esp�ritos, que � a base da Doutrina Esp�rita e que tem 1019 perguntas e as respostas dadas pelos Esp�ritos, sobre os mais diversos assuntos de nossa vida. Allan Kardec, dedicou sua vida ao estudo e divulga��o do Espiritismo e publicou depois os seguintes livros: O Livro dos M�diuns, O Evangelho segundo o Espiritismo ,O C�u e o Inferno, A G�nese e outros. O nome Allan Kardec que adotou, foi o que tivera numa encarna��o anterior como druida, conforme lhe foi revelado por um m�dium. Kardec, desencarnou de um problema card�aco, trabalhando, aos 65 anos no dia 31 de mar�o de 1869.


Resumo da Doutrina Esp�rita


DEUS � eterno, imut�vel, imaterial , �nico, todo poderoso soberanamente justo e bom. Criou o Universo, que compreende todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais. Os seres materiais, constituem o mundo vis�vel ou corporal e os seres imateriais o mundo invis�vel ou esp�rita, quer dizer o mundo dos Esp�ritos.
O mundo dos Esp�ritos, � o mundo normal, primitivo eterno e sobrevivente a tudo.
O mundo corporal n�o � sen�o secund�rio, poderia cessar de existir, ou n�o Ter jamais existido.
Os esp�ritos tem temporariamente um corpo ou envolt�rio material, que quando � destru�do pela morte os tornam livres.
DEUS , escolheu a esp�cie humana para a encarna��o dos Esp�ritos que atingiram um certo grau de desenvolvimento, o que lhes d� a superioridade sobre os outros .A alma � um Esp�rito encarnado. H� no homem tr�s coisas: 1) o corpo ou ser material. 2) o Esp�rito. 3) o la�o que une o Esp�rito ao corpo, chamado Perisp�rito. O homem tem assim duas naturezas ; pelo corpo participa da natureza dos animais dos quais tem o instinto , pela alma participa da natureza dos Esp�ritos.
Os Esp�ritos pertencem a diferentes classes e n�o s�o iguais nem em for�a, nem em intelig�ncia, nem em saber, nem em moralidade. Os de primeira ordem s�o os Esp�ritos superiores, que se distinguem dos outros, pela sua perfei��o, seus conhecimentos , sua aproxima��o de DEUS e seu amor ao bem. Os Esp�ritos inferiores s�o inclinados ao �dio, a inveja, o ci�me, eles se alegram fazendo e induzindo ao mal. Entre os Esp�ritos h� tamb�m aqueles que n�o s�o nem muito bons, nem muito maus. Os Esp�ritos atrav�s das encarna��es, progridem. A vida material e� uma prova que devem suportar por v�rias vezes at� que hajam adquirido a perfei��o absoluta . A encarna��o dos Esp�ritos, ocorre sempre na esp�cie humana, � um erro acreditar que a alma ou o Esp�rito possa encarnar no corpo de um animal. As qualidades da alma, s�o as do Esp�rito que est� encarnado; assim o homem de bem � a encarna��o de um bom Esp�rito, e o homem perverso a de um Esp�rito impuro. Na sua reentrada no mundo dos Esp�ritos, pela morte do corpo, a alma ai reencontra todos aquele que conheceu sobre a Terra, e todas as suas exist�ncias anteriores se retratam em sua mem�ria, com a lembran�a de todo o bem e o mal que fez. Os Esp�ritos entre uma encarna��o e outra (esp�ritos errantes), est�o por toda parte, no espa�o e ao nosso lado, nos vendo e nos acotovelando sem cessar; Toda uma popula��o invis�vel se agita em torno de n�s. Os bons Esp�ritos nos solicitam para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suport�-las com coragem e resigna��o. Os maus Esp�ritos nos solicitam ao mal , � para eles uma alegria nos ver sucumbir ou nos assemelharmos a eles. Os Esp�ritos se manifestam com os homens, espontaneamente, ou por evoca��o. Podem-se evocar todos os Esp�ritos, e com isso obter, por comunica��es escritas ou verbais ,conselhos ,informa��es sobre a sua situa��o no al�m t�mulo, etc. .. Os Esp�ritos s�o atra�dos em raz�o de sua simpatia pela natureza do meio que os evoca. A distin��o dos bons e dos maus Esp�ritos � muito f�cil. A linguagem dos Esp�ritos superiores � sempre digna, nobre, de alta moralidade. Seus conselhos s�o de sabedoria e tem sempre por objetivo o progresso da humanidade. A dos Esp�ritos inferiores ao contr�rio � banal e mesmo grosseira, raramente podem dizer coisas boas e verdadeiras mas freq�entemente dizem coisas falsas e absurdas ,por mal�cia ou ignor�ncia. Eles se divertem com a credulidade e se distraem �s custas daqueles que o interrogam. A moral dos Esp�ritos superiores se resume como a do CRISTO: Agir para com os outros como querer�amos que os outros agissem para conosco.�, quer dizer, fazer o bem e n�o fazer o mal . O homem encontra nesse princ�pio a regra universal de conduta para as suas menores a��es. Os bons Esp�ritos nos ensinam ainda que o ego�smo, o orgulho a sensualidade nos aproximam da natureza animal e nos prendem � mat�ria , que o homem que, desde esse mundo despreza as futilidade e tem amor ao pr�ximo, se aproxima da natureza espiritual ; que cada um de n�s deve se tornar �til segundo suas faculdades e os meios que DEUS colocou entre suas m�os para o provar. Ensinam enfim que no mundo dos Esp�ritos nada podendo ser oculto o hip�crita ser� desmascarado e toda sua maldade ser� descoberta, que a presen�a inevit�vel e de todos os instantes daqueles a quem fizemos mal � um dos castigos que nos est�o reservados, que de acordo com o estado de inferioridade ou superioridade dos Esp�ritos s�o fixadas as penas e gozos que nos s�o desconhecidos sobre a Terra.

Voltar para o Inicio
Hosted by www.Geocities.ws

1