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Tecnologias da Informação e Comunicação |
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Objetivando atender
às escolas que estão conectadas à Internet,e a proliferação da
"geração ponto com", decidi divulgar esta alternativa
em minha Home, como atividade para incrementar a
utilização educativa da web. Favorecendo uma forma
prazerosa de aprendizagem para alunos e professores visando otimizar a pesquisa orientada como
importante estratégia de aprendizado.
WebQuest
não exige softwares específicos além dos utilizados comumente para
navegar na rede, produzir páginas, textos e imagens. Isso faz com que
seja muito fácil usar a capacidade instalada em cada escola, sem restrição
de plataforma ou soluções, centrando a produção de WebQuests na
metodologia pedagógica e na formação de docentes.
Boas
WQ's criam situações que exigem transformação de informações. Não
estão voltadas para conteúdos. Têm como alvo determinados processos
cognitivos. É por essa razão que a Tarefa é tão importante numa
WebQuest, pois o fazer dos alunos os prepara para aprender a aprender,
lidar com incertezas, usar velhas informações com novas sentidos etc.
De
duas maneiras. Como autor de WQ, planejando tarefas que engajem os alunos
em atividades que favoreçam o pensar sobre o pensar (metacognição).
Como tutor que acompanha e dá apoio às buscas dos alunos durante os
processos de trabalho exigidos pela Tarefa. Para bem trabalhar as indagações
colocadas por esta pergunta é bom estudar Taskonomia das WebQuests: Uma
Taxonomia de tarefas.
Não.
Um dos princípios do modelo criado por Bernie Dodge é o de que as situações
de aprendizagem precisam favorecer contatos (dos alunos) com materiais autênticos.
Ou seja, é preciso fazer com que os alunos trabalhem com as fontes de
informação comuns de nosso cotidiano (artigos, revistas, relatórios,
sites da Web etc.). De certa forma, esse princípio contém uma crítica
velada aos livros didáticos , pois estes não são autênticos (no geral
descontextualizam as informações). WebQuests não substituirão livros
didáticos, mas reforçarão a tendência, já presente na Pedagogia
Freinet, de diminuir ou até eliminar o uso de livros didáticos em
algumas áreas de saber. Este comentário não esgota o assunto. A questão
dos limites do didatismo e da necessidade de materiais autênticos merece
mais discussão.
Não
há conduta básica. A "alma" é função da Tarefa. Propostas
de trabalho que engajam os alunos nas tramas do aprender dão alma à WQ.
Propostas de trabalho com teor burocrático, formalistas, demasiadamente
escolarizadas resultam em WQ's sem "espírito". No modelo criado
por Dodge, a escolha do problema é um trabalho do professor. Embora
existam coincidências entre o trabalho do educador americano e a Escola
Nova, a orientação adotada pelo professor da San Diego State University
ressalta que certas escolhas devem ser feitas pelos adultos e/ou por
pessoas que tem um domínio sobre a área de saber.
Sim, pode-se elaborar WebQuests para o ensino universitário. Uma WQ é sobretudo criação na Web de ambientes favorecedores de aprendizagem. Professores de nível superior podem criar tais ambientes em suas disciplinas e/ou áreas de estudo. É bom reparar que WebQuest é uma proposta de como organizar estudos investigativos contando com recursos existentes na internet. As exigências investigativas do ensino superior podem, portanto, casar-se muito bem com o espírito do modelo criado por Bernie Dodge. Projeto WebQuest - Escola do Futuro da USP, Universidade de São Paulo - Cidade Universitária. Novo método orienta pesquisa na Internet |
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