| Malba Tahan |
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| Malba Tahan A Vida Nascido em 1895 e morreu aos 79 anos em 1974. A Hist�ria Malba Tahan � o pseud�nomo de Julio Cesar de Melo e Souza cujo a hist�ria nasceu em Mazalit e seu nome na hist�ria seria Ali Iezid Izz-Edim ibn Salim Hank Malba Tahan. Seu pseud�nomo deu a id�ia de ser um grande escritor �rabe e n�o brasileiro. A Carreira Formado em matem�tica aos 18 anos e professor nos col�gios: Col�gio S�o Pedro II onde lecionou no in�cio da carreira. Catedr�tico na escola Nacional de Belas Artes Catedr�tico na Faculdade Nacional de Arquitetura Catedr�tico no Instituto de Educa��o do RJ ( ex Escola Normal do RJ) Seu Museu Seu Museu est� sendo feito na casa onde ele viveu sua infancia na cidade paulista de Queluz. Quando ele morreu sua fam�lia doou bibliotecas e objetos que pertenceram a ele. Suas Obras Ele produziu v�rias obras durante sua carreira como: O homem que calculava; A caixa do futuro; As mil e uma noites; Aventuras do rei baribe; C�u de ala; Contos e lendas orientais; Lendas do c�u e da terra; Lendas do deserto; Lendas do oasis; Lendas do povo de Deus; Maktub!; Matem�tica divertida e curiosa; Meu anel de sete pedras; Mil hist�rias sem fim; Minha vida querida; Novas lendas orientais; Os melhores contos; N�meros governam o mundo; Salim, o m�gico. Curiosidades Como todo o ser humano normal ele tamb�m tinha suas manias ele colecionava sapos vivos. Quando vivia em Queluz, �s margens do Rio Para�ba do sul, J�lio C�sar chegou a juntar 50 sapos no quintal de sua casa. Um dos animais, o Monsenhor, costumava acompanha-lo, aos saltos, por suas andan�as na regi�o. Adulto, o professor J�lio C�sar continuou a cole��o, desta vez com exemplares de madeira, lou�a, metal, jade e cristal. Outras preocupa��es eram bem mais s�rias. Ele sempre se entregoude corpo e alma �causa das vitimas da lepra, os hansenianos. De cabe�a aberta e sem preconceitos ele editou durante 10 anos a revista Dami�o, que pregava o reajustamento social desses doentes. Sua Morte Morreu de enfarte, no Rio de Janeiro em 18 de Junho de 1974. Antes de morrer, pediu que seu enterro fosse feito num caix�o de terceira classe, sem homenagens, flores ou coroas.Como uma pessoa comum origin�ria do Oriente M�dio, de onde tirou inspira��o para escrever. A humildade foi uma constante na vida desse homem que escreveu tanto sobre os �rabes e nunca foi ao Oriente M�dio. |
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