O DADAÍSMO  continuação
 - Dadá Paris

Muito antes de Tristan Tzara em Paris 1920, tinha-se notícia que na capital francesa já existia atividades dadaístas. Um poeta  romano mantinha correspondência com Guillaune Apollinaire e era colaborador da revista Nord-Sud, dirigida por Pierre Deverdy e Sic, cujo diretor era P.A. Birot. Esta revista que fundirá em Paris a ideologia dadaísta.

Francis Picábia teve grande importância nos movimentos dadaístas. Suas pinturas de máquinas, publicadas na revista 391, iniciada em Barcelona.

Pode-se afirmar que em 1920 é o ano do triunfo do movimento em Paris.

Foram várias as realizações neste ano, que fica absolutamente impossível mencionar todas. Especialmente significativa foi a adesão da Revista “Litterature al Dadaísmo”.

 

 

 - A Expansão

O dadaísmo foi uma corrente difundida simultaneamente e em diversos lugares da Europa, tanto ideologicamente como também em caráter prático.

As publicações dadaístas favoreceram a medida que a comunicação se estabelece com outros grupos de artistas, dentre eles se destacam principalmente os construtivistas russos, os neoplasticistas holandeses e os representantes de Bauhaus.

Outras atividades importantes, desde esse ponto de vista, foi o Congresso Internacional de Artistas Progressistas que aconteceu em maio de 1922 em Berlin. Durante o mesmo ano, a primeira Exposição de Arte Russa.

Um ponto importante entre os dadaístas e construtivistas e a frente a pintura, a escultura e a arquitetura, consideradas tradicionalmente “Artes Nobles”.

 

 

 - o fim

Com as profundas desavenças entre Tristan Tzara e André Breton, tiveram como conseqüência o desaparecimento do movimento dadaísta com o tal nascimento do Surrealismo.

O fim do movimento dadaísta, em 1923 deu-se após um escândalo. A partir desse momento Tzara se dedica a rezar o “Oracion Fúnebre por Dadá” em diversas reuniões celebradas em distintas cidades da Alemanha.

 

 

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