HELLOWEEN - POWER
26 / 08 / 05

STRATOVARIUS - BLACK DIAMOND

"Again I see you standing there watching me
Your gaze, those eyes are tantalizing openly

Inviting me to get close to you
Can't help myself
There's fascination in the air

I try to fight this strong sensation
But there's no chance to escape from this temptation

Feels like I've known you before
Repeating phrases
But I yearn for something more

I know I can't stay by your side forever
But I know I won't forget your beauty
My black diamond
"

Pedala, Robinho

Em primeiro lugar, gostaria de dedicar a belíssima melodia que está sendo executada através de um arquivo MIDI aos meus amigos Felipe, Ricardo e Francisco (vulgo Xiko) que compareceram de corpo e alma ao show da banda Stratovarius aqui em Curitiba no dia 24 de Agosto de maneira frenética, munidos de um fanatismo febril e de muita auto-estima por possuírem o tal do ingresso para tal. Alguns causos interessantes foram contados deste evento, tais como, ao serem dadas as doze badaladas da meia-noite, consolidando o dia 25, um rapaz ao lado do Felipe gritou: "Aê! Meu aniversário!", seguido do próprio Felipe que bradou: "Sério?! O meu também!". E tudo isso ao som de "Forever"! Muito bonito. Dedico-lhes "Black Diamond" para que relembrem o show do qual eu sei que gostaram muito.
***
O motivo principal deste texto de hoje é expressar o estado paradoxal dos meus sentimentos. Estou passando por uma situação na qual é difícil decidir de que lado do muro eu me encontro. Talvez acima dele. Um estado de contradição no qual os dois lados da mesma moeda fazem sentido, porém, de modo que contradigam um ao outro. Sem ter como escapar deste miserável dilema, decidi expô-lo aqui neste que é o melhor lugar para eu me expressar resgatando no "quase" mais profundo da minha alma estas palavras.
É duro ter de aturar jogadores de futebol tão bons, tão talentosos que poderiam estar trabalhando para tornar o futebol praticado no Brasil o melhor do mundo disparadamente (porque o futebol brasileiro ou vindo do Brasil já está há anos-luz de qualquer outro) embarcando para a Europa. Os clubes brasileiros ganham certa quantia com isso, mas não se compara a o que o nosso país perde e a o que a Europa ganha. Deveria haver um protecionismo muito mais forte com relação a isso. O futebol brasileiro foi feito para ser jogado aqui no Brasil e foi feito para humilhar os gringos em qualquer outro lugar, mas sem precisar estar jogando para eles. Agora quem está prestes a deixar nossa terra é o talentoso Borges do Paraná Clube. Será, talvez, a perda que significará o fim das esperanças do time em conquistar o Campeonato Brasileiro. Triste.
O meu lado alegre e radiante com tudo isso está no fato de o talentoso Robinho estar deixando o Santos! Apesar de ser uma perda significativa para o futebol brasileiro em geral, é uma grande vitória, pois o Santos nunca será o mesmo e isso é belíssimo. Sustento um ódio tremendo por este time terrível...


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21 / 08 / 05

STRATOVARIUS - EAGLEHEART

"All through the night he is lying awake
Wond'ring how much more can he take
Watching the walls where the shadows dance
Drifting away into a trance
And his eyes are blazing with fire

Dreams burnt to ashes so many times
Highest of mountains, still he climbs
Ready to fly, cause he just can't stay
Flame burning brighter with every day
And his eyes are blazing with fire
Longing for the deepest desire

Heart of an eagle
He flies through the rainbow
Into a new world and finds the sun
Spreading his wings
Above all the sorrows
The glory of Eagleheart

Fever is burning in his veins
Determined with courage, breaking the chains
Back against the wall under blood red skies
Prepared to fight until he dies
And his eyes are blazing with fire
Longing for the deepest desire

Heart of an eagle
He flies through the rainbow
Into a new world and finds the sun
Spreading his wings
Above all the sorrows
The glory of Eagleheart

Heart of an eagle
He flies through the rainbow
Into a new world and finds the sun
Spreading his wings
Above all the sorrows
The glory of Eagleheart"

Pão Nosso De Cada Dia

Vos saúdo em mais um dia por este espaço que eu tanto amo. Começo lançando-lhes uma simples pergunta. Por que vocês reclamam? Especialmente vocês que estão lendo o texto. Por que vocês reclamam? Por que esta palavra (reclamar) existe no vosso vocabulário? Onde foi que os nossos pais erraram quando, após dar-nos de tudo do melhor e do que possui maior qualidade, nos deixaram falar mal disso tudo? O ser humano é uma pilha de segredos dotada de males perversos e de uma incessante busca pela ascenção e pelo "melhor", muitas vezes sem medir conseqüências para tal. Mas ignorando essa natureza asquerosa, nos cai a pergunta principal: O que nos leva a querer tanto, exigir tanto, uma vez que os problemas da sociedade, as dificuldades econômicas de tanta gente e a vontade tão grande das pessoas mais desfavorecidas de ter um quarto do que possuímos para dar mais qualidade para a vida dos filhos são as coisas verdadeiramente dignas de preocupação? Problemas que tornam a nossa sociedade cada vez mais caótica. Pense. Ao invés de você agradecer por ter o que comer todo dia com regalias e cuidados de moça, você fica reclamando que a sopinha está ruim e que deveria ter ficado mais dois minutinhos na panela. E faz isso utilizando um certo grau de grosseria e de autoridade de monarca cujo ego foi atingido por aquele ultraje infame de pessoas que só querem teu bem. Citei um exemplo grosseiro, mas não muito longe da realidade. E este exemplo pode ser encaixado em qualquer outro aspecto da vida. Basta que pensemos em nós mesmos ou que usemos a nossa fértil imaginação.
Ando descobrindo que gosto do Comunismo mas, como não entendo muito destas idéias, prefiro não extender os assuntos aqui até esse nível, pelo menos enquanto eu não houver estudado a respeito.
***
Gosto dos meus textos e não cito nomes neles porque eles servem muito para mim mesmo. Isso é que eu chamo de auto-ajuda!


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17 / 08 / 05

HELLOWEEN - POWER

"Can you imagine someone being true
Turn 'round and put himself in front of you
Sometimes it's fun
But then you never know
How far a thing like this might go

All my life I've
Waited for a chance
To get right out of here
And when I had it in my hands
I could not let it go

We've got the power
We are divine
We have the guts to follow the sign
Extracting tensions from sources unknown
We are the ones to cover the throne

Try if you can to come where we have gone
You may achieve what can't be simply done
Look back and there you are where we have been
And still there's so much in between

All those years I've travelled 'round this world
Now I am standing here
To make you sing these tunes
And know they'll never let you go

We've got the power
We are divine
We have the guts to follow the sign
Extracting tensions from sources unknown
We are the ones to cover the throne

We've got the power
We are divine
We have the guts to follow the sign
Extracting tensions from sources unknown
We are the ones to cover the throne

We've got the power, we are divine..."

O mês foi marcado pela instabilidade e pelas conspirações, especulações e boatos dentro do CEFET-PR. Há alguns dias, encontrei-me com meu professor de educação física no ônibus quando voltava para a minha residência e lá, depois de conversas sobre certas pessoas da minha classe (nada de fofocas), futebol e aulas, viemos a comentar a respeito da greve da qual todos, inclusive nós dois, tinham medo. Fui informado - uma vez que o Xexéu é uma pessoa bem interada nos assuntos do colégio - de que a greve não seria apenas local, mas sim, uma movimentação nacional, de forma que todos os CEFET e todas as universidades federais ingressassem. Existem algumas vantagens e algumas desvantagens com isso, especialmente isso. Para alguns, as vantagens podem ser interpretadas como desvantagens ou vice-e-versa. O quê eu julgaria um problema é o fato de a greve, por ser nacional, ter possibilidades e potencial para ser mais longa. Entende o porquê de alguns verem lucro? Pois bem... Meses inativos e ociosos definitivamente não fazem bem para a cabeça de nenhum cidadão comum. Estima-se que as greves desse porte durem mais ou menos de três a cinco meses. Parece pouco. Parece suportável. Infelizmente, a realidade está um tanto quanto longe disso, pois a paralização faz jus ao nome no momento em que atrasa completamente o andamento e o progresso de tudo. Não sei onde as pessoas podem ver vantagem nisso. Talvez, se houver a greve, as mentes possam esfriar e descansar um pouco mais, tempo suficiente que compensaria o tempo das férias quase que inexistentes. E o mais engraçado é que o aumento reinvidicado nunca é dado. É como diz uma criativa faixa colocada no pátio da instituição: "O único aumento adquirido na última greve foi de cinco minutos!" Pura e dura realidade...


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12 / 08 / 05

STRATOVARIUS - SPEED OF LIGHT

"Today is just an other day
of my life too short to live
I should have some kind of meaning
a destiny to believe in
before I go to sleep

I find some pictures of a time
when everything was still so fine
although the years have passed by
I will give it all I have inside...everything

I´m away lost in my thoughts
everyday my life goes by
at the speed of light"

Bom dia a todos os leitores desse material de leitura não-periódico que eu faço questão de rotular como útil. Hoje é um dia todo especial e separado. A música que vocês estão ouvindo eu já planejava colocar há muito tempo para agradar vossos ouvidos. Para falar bem a verdade, desde o primeiro texto eu pensei em colocar sua letra. Graças a Deus não o fiz, pois agora posso colocar a letra e a melodia, uma vez que já tive essa bela idéia. Pois bem... Dia 24 de Agosto será marcado pelo show do Stratovarius, mas eu não vou! E não me arrependo nem um fio de cabelo disso. Sei que posteriormente também não irei me sentir arrependido. Como eu vinha dizendo a umas linhas atrás, hoje é um dia muito especial pois, por volta das 20h, irei prestigiar o show do Angra, uma das minhas paixões antigas.
***
Quando me preparo para escrever e só consigo pensar em "branco", simplesmente começo a digitar e as palavras saem, como é o caso agora. A falta de criatividade é um problema que me assola em diversas ocasiões. Muitas delas são, coincidentemente, as mesmas para as quais eu me preparo para escrever aqui. Ironias são parte da vida e disto é impossível escapar. Agora me vejo aqui sem assunto, ferindo com a ponta dos dedos indicadores e médios uma infinidade de teclas que, ao serem corretamente atingidas, numa ordem definida, produzem este texto que vocês estão lendo. Ótimo... Já é um bom começo e eu acabo de ter uma idéia. Já que não tenho bons assuntos, falarei de como me sinto escrevendo e você compara com o seu sentimento enquanto leitor.
Me vejo profundamente frustrado quando escrevo, escrevo, escrevo e, após expor minhas idéia da forma mais clara e inteligível possível, constato que pouquíssimas linhas das infinitas disponíveis foram prenchidas. Não é um site de recadinhos ou de lembretes. Tento guiá-lo na linha do site que divulga apenas textos dissertativos e críticos acerca das questões polêmicas e de outras que eu estiver com vontade de falar, contanto que não fujam muito do intuito da iniciativa, porque não há muito sentido em escrever sobre política hoje e amanhã falar da sandália do seu João. (?)
Tiro a conclusão todos os dias de que a propaganda de sites pessoais lançando mão de intimações ou até mesmo de chantagens incomoda muito. É por isso que trato de apenas lembrar o endereço do site para às pessoas que, porventura, tiverem alguma curiosidade em procurar e lembrar também nas ocasiões em que coloco um texto novo. Quem não se incomoda com pessoas - muitas vezes, totalmente desconhecidas - que intimam outras a visitar seu "flog"? Eu me incomodo e, por isso, tento não ser igual. Pronto. Agora que consegui escrever várias linhas eu posso me despedir. Até a próxima...


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02 / 08 / 05

BRASILEIRINHO (CAVAQUINHO DISTORCIDO)

A Questão da Independência

Sabe-se lá em que dia (sim, eu não faço questão de recordar nem esse tipo de data) será comemorado um marco na história do nosso grande e esbelto país chamado Brasil, o dia no qual D. Pedro I, às margens do Ipiranga bradou a conhecidíssima, porém, mal interpretada, frase "Independência ou morte!". Eu gostaria de estar ali naquele momento para perguntar pessoalmente ao membro da família Real portuguesa se ele possuía a ciência e o perfeito discernimento do que significava proclamar a independência de uma nação como esta. Ele bem que poderia proferir um imenso discurso digno de discursos de ex-ministros da Casa Civil ou verdadeiras obras de arte como as concretizadas por Fidel Castro em sete ou oito horas, no qual ele explicaria a importância de seu feito para as gerações futuras e para o bem-estar de um povo que acreditava na ilusão de uma liberdade incondicional e numa situação de independência plena e de auto-suficiência. Infelizmente, ontem e hoje, falando como um todo que é o próprio Estado, pode-se concluir que a independência é uma questão utópica. A proclamação da mesma no Brasil seria o símbolo da separação entre a colônia e a metrópole Portugal, mas quando não era Portugal, era Inglaterra, França ou Estados Unidos e, muitas vezes, vários destes juntos...
Creio que o leitor anda me entendendo. Todos estamos cansados de tolerar a nossa dependência sendo administrada por políticos na sua maioria incompetentes e ladrões da pior espécie, os quais assaltam os mesmos pelos quais juraram lutar até o fim. É incrível como me irrita o jeito dissimulado e cínico deles serem. Enfim... Estamos no lugar errado, em mãos erradas.
Portanto, não há como escapar do pior, pois uma das palavras-chave que regem a sociedade é a dependência. O patrão depende do seu empregado assim como, obviamente, o empregado de seu patrão. O padeiro depende do senhor que volta do trabalho cansado em busca de pão e água fresca para compor seu café da tarde. O que seria do senhor e de sua família sem o padeiro? Um faminto perambulante, talvez... O que seria dos EUA daqui a algumas décadas se eles não tivessem o petróleo do Oriente Médio? O que seria do Oriente Médio ou de algumas elites de lá se o resto do mundo não comprasse o seu ouro negro? O que seria do Brasil sem o resto do mundo? O que seria do mundo sem o Brasil? O que seria de mim sem o meu Brasil?! Meu doce Brasil, centro de corrupção e malandragem, roubalheiras e picuinhas parlamentares, tu és tão belo, tão esbelto, tão livre da fúria da Natureza! Eu te amo! E amo quase tudo em você. Você que abriga a mais bela e variada fauna e flora do mundo, as mais monumentais obras naturais, um litoral imenso e rico em graciosidade. Você que abriga a minha família, a maioria dos meus amigos, a minha amada companheira (Aline! Amo você também! [risos]) e sua família.
Te amo tanto, Brasil!

(Me perdoem pela fuga do assunto. Eu o concluí com sucesso mas, no final do texto, um sentimento de paixão por essa nação veio a tona em meu coração. Não pude deixar de declarar o meu amor incondicional!)


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25 / 07 / 05

ANGRA - CAROLINA IV

"All I see floats with the wind
- All the miracles of the water
Are the miracles never seen
Somehow my life now begins
- This music that's been played through time
Now starts to reach my feet
Feels like the flood of my needs
- From the harmony of forever
Sound the melodies of the sea
And you will know on the way
- I'm coming back to my enemies
I'm turning around
I'll be just coming back to my last days
I'm coming back to the sea!
So... why won't you come with me, my friend?
Thrills... like we had before
Hope... never showing up the same
For a lonely man

Since the day we left the land
We've been anxious on aproach
Captain kept showing his plans:
"Under sail we go!"

Deep the ocean's blue I stare
The reflections of my soul
We have with us a special guest
And for him we made a toast

Carolina IV took a river to the sky
Seven men on board taking part
To take their hearts around
All around, around the world!

All I can recall that day
On that very day for sure
All hands up against the haze
As we attempted the return

Carolina IV took the river to the sky
One man less on board - human dreams
Have sometimes cost their lives,
All their lives dreaming

I've been such a fool
I've been so afraid
From my heart to you I say:
- I'll be here to stay!

Nothing much left from the boat
Many years have been and gone
Still I can't forget the past
And the ones I left at home

Carolina IV took the river to the sky
Windy whistling nights
Made me sail right into the wind's eye
Now I'll die singing:

I've been such a fool
I've been so afraid
From my heart to you I say:
- I'll be here to stay!"

Da BBC, em Londres

"A polícia britânica disparou oito tiros contra o brasileiro Jean Charles de Menezes, que foi confundido com um homem-bomba na sexta-feira na estação de metrô de Stockwell.

A informação que amplia a versão oficial anterior que falava em cinco tiros foi revelada pela investigadora de polícia Elizabeth Baker durante uma audiência do inquérito sobre a morte do brasileiro de 27 anos.

Segundo ela, Menezes foi baleado sete vezes na cabeça e uma no ombro.

A polícia de Londres não costuma usar armas de fogo, mas as autoridades aumentaram a presença de policiais armados após os atentados de 7 de julho e tentativas fracassadas de ataque no dia 21."

Inacreditável o tamanho do descaso da polícia britânica assassina com o incidente envolvendo o pobre brasileiro que provavelmente procurava um futuro melhor e uma qualidade de vida mais digna para sua família (eu suponho, pois não conheço a história do rapaz). Além de terem disparado oito tiros contra a pessoa - um jovem eletricista amedrontado e preocupado com a sua segurança como qualquer outro britânico, mesmo que sem ostentar belos olhos azuis, casacos de pele e cablos lisos e dourados - os homens da lei falsificaram o relatório do acontecido, o qual falava em cinco tiros contra Jean, sendo que este levara oito, sete em sua cabeça.
Após expor os fatos, só posso expor a minha vontade de fazer justiça com as minhas próprias mãos sem pensar no que se passava na cabeça dos representantes da Scotland Yard no local mas, como isso tem de ser feito antes de se tomar qualquer atitude, por mais chocado e amargurado que esteja, mantenho a calma e analiso o que seria mais correto concretizar. Talvez imaginar, após um soco no olho de Tony Blair, um pedido para que a segurança seja mais eficiente e mais tranqüila. Menos marica e menos assustada. Que sejam tomadas atitudes rápidas e eficientes, mas estudadas...
***
A música do dia é "Carolina IV" do Angra. A batida é bem "abrasileirada" e a música em si mescla diversos tipos de estilos coerentes numa mesma composição digna, realmente, de aplausos. "Carolina", fora "Carry On", na minha opinião, é a música que melhor caracteriza essa banda maravilhosa...


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19 / 07 / 05

SHAAMAN - DISTANT THUNDER

"Dark signs of evil
Float in the skyline
Feels like a storm is getting closer

Two grey smoky clouds arise
Inside your black eyes
Day after day and still you wonder

How to overcome it all and never lose the hope...

Master of darkness
Brewed up a potion
Over eternal flame that's burning high

You taste of the beverage
And dance all the night long
But like everyday, there comes a sunrise...

To overcome it all and never lose the hope
Heading for tomorrow
A break along the walk
To raise your head and go on...

Hear the call of a distant thunder
There’s a voice in the sky
Evening falls weighing on your shoulders
Like your feelings inside..."

Revenge

Mais uma vez eu recebo auxílio dos leitores e/ou dos amigos para a seleção do assunto aqui abordado no texto definido para o dia de hoje. Gostaria de agradecer ao meu amigo e empresário da minha banda Ricardo Cardozo, grande companheiro na fila do show do Shaaman (a quem pertence a música logo acima) e em outras ocasiões anteriores também - foi ele quem me deixou na porta do Master Hall [risos]. Ele proferiu uma palavra que me inspirou para escrever o texto que se segue:
Puramente maléfica, a chamada vingança é uma réplica, uma reação, uma retaliação que consiste na procura do seu utilizador por devolver um prejuízo a quem causou um prejuízo anterior direta ou indiretamente à pessoa que utiliza este artifício posteriormente. Como pode ser visto, não trata-se de uma solução muito adequada para se resolver um problema. Antes da vingança vem a ira. Antes da ira, vem o descontrole emocional, o que, por sua vez, é característico de gênios fortes, tornando o solo propício para todo o resto. Eu estou me enrolando com a explicação e com as idéias, mas não deixo de citar as palavras-chave "ira", "descontrole" e "maléfica". A conseqüência de uma vingança nunca é boa para ninguém. Causa uma sensação de imenso prazer momentâneo, mas seu verdadeiro salário é pago em forma de agonia, culpa e arrependimento que surge logo após o vingativo dar-se conta de que nada alterou-se em sua vida e do fato de naum mudar a situação para igualar-se a antes de ser prejudicado, utilizando a vingança. Ou seja, trata-se de uma forma dispensável de expressar a ira atrvés de uma revanche.
Quem não se lembra da belíssima produção cinematográfica entitulada "A Espera De Um Milagre"? O policial malvado, nojento e "filhinho-do-papai", por ter sido provocado (se naum me falha a memória) por um dos penitenciários, resolve vingar-se do mesmo de forma cruel e fria. Porém, tamanha frieza não foi suportada pela frágil personalidade do homem da lei. O homem condenado assentou-se na cadeira elétrica, esperando a esponja molhada (não me pergunta com que função) ser colocada sobre sua cabeça para receber o choque fatal, porém, o seu carrasco, alvo de seu escárnio, além de desconsolá-lo antes da morte, evitou de molhar a esponja. O resultado foi uma morte lenta e extremamente dolorosa. Outro resultado foi o sentimento de culpa e o arrependimento, pois fizera muito em vista do pouco que recebera. O leitor há de me entender, mesmo que eu use exemplos grotescos e explique com confusão. O que importa é que está clara a idéia e a teoria de que a vingança não traz benefícios. Sua única função é piorar qualquer tipo de situação...


Por...


14 / 07 / 05

ANGRA - NOTHING TO SAY

"Long ago, the same sky above;
"It's lonesome when the sun goes down"
A day had come when we were like one:
- Weapons up, never surrender!

Oh, I saw the gleams of gold
We'd kill and die conquering a virgin world
The hold corrupted by the honour

Living forevermore, leaving today
Back to my place, I've got
Nothing to say!

Guilt and shame, it's all so insane
Pagan gods die with no defence
And we could go no further at all
Digging the graves of our conscience

Oh, the sounds, they still echoe
All of us drifting on seas of blood
The hope hidden behind the horror

Living forevermore, leaving today
Back from this land, I've got
Nothing to say!
Living forevermore, leaving today;
For all what remains I've got
Nothing to say!

Oh, how many years have gone
Every morning I bare myself from love
The love rising up from the sorrow

Living forevermore, leaving today
For all what remains I've got
Nothing to say!

Living forevermore - Nothing to say!
Back to my place, I've got...
Living forevermore - Nothing to say!
For all what remains, I've got
Nothing to say!"

Bem-vindo ao Critical! Seu material de leitura não-periódico mais original! É realmente uma pena que seja de extrema dificuldade o transporte do seu computador para o toalhete de forma que o site tivesse um teor pragmático muito mais efetivo. Mas essas páginas são perfeitamente "imprimíveis". Só não as faça pragmáticas abaixo da sua linha de cintura. Mas enfim. Como a música acima fala, eu não tenho nada a dizer hoje. Apenas expresso a minha indignação acerca da situação atual do país. Máscaras começam a cair e a revelar situações e pessoas que eu admirava, metidas em um pântano bem cheio de lama e sujeira, no qual se afundam ainda mais a partir do momento em que mentem denovo perante o povo. Expresso a minha indignação com o governo federal que insiste em não atender as reinvindicações do corpo docente do CEFET-PR. Uma greve está por vir e eu realmente não sei quem odiar nesse momento. Os grevistas barulhentos ou o governo irresponsável? Ambos são a causa do problema! Bem... Hoje eu estou estreando um layout novo no site, como vocês podem perceber. Fiz isso por dois motivos:
1o: Estava na hora de mudar. Já estou a alguns meses com o antigo e não gostaria de comemorar o aniversário de um ano do site com o layout antigo [risos].
2o: É um instrumento para mascarar o fato de eu não ter colocado textos novos e interessantes a mais de vinte dias.
Explicando o motivo de eu não ter colocado textos novos: Meu computador simplesmente parou. Morreu. Felizmente, minha mãe dispõe de técnicos eficientes e muito bem acessorados no quisito informática e estes souberam revitalizar a máquina sem causar-lhe mais danos. Felizmente o Critical sobreviveu bravamente. Eu realmente não tenho vontade de abandonar essa iniciativa. Gosto dos comentários que ouço com relação ao resultado final. O site foi um sucesso e isso deve-se a vocês, leitores que, após descobrirem o meu cantinho aqui sem a minha ajuda (pois eu queria deixar isto totalmente anônimo e isolado, a princípio), incentivaram e deram muito apoio moral para a continuidade. Nunca desanimei disso aqui. Realmente foi um sucesso graças a vocês! E isso já virou até episódio de novela. Muita gente que nem foi citada aqui (pois, para criticar individualmente, eu não costumo citar nomes, embora tenha muita vontade em todos os casos) vem me procurar para tirar satisfações. Às vezes se vingam, ficam com raiva, mas depois acabam esquecendo. Pois bem. Aqui está o novo layout... Aproveitem. Sugiram músicas e assuntos. Eu sempre atenderei dentro das minhas possibilidades!

Observação!

Nos arquivos de Novembro/Dezembro, para não ficar muito parado e para manter a dinâmica do resto do site, coloquei a MIDI da música "Anthem Of The World" cuja letra está lá. Essa é uma das que me fez chorar de emoção!
Nos arquivos de Janeiro/Fevereiro, deixei para ser apreciada "A Tout Le Monde", música tema do meu namoro, mas que eu tenho vergonha de cantar para o meu amor[risos!].
Nos arquvos de Março/Abril, ficou "Trust" para vocês darem uma bela conferida. Música ótima e MIDI que não deixa a desejar.
Nos arquivos de Maio/Junho, está lá a belíssima e emocionantemente melódica "Children Of Bodom". Esqueça a letra! Ouça a melodia linda.


Por...

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Guitar's Curitiba! Site do meu amigo Henrique Kalil.
Hosted by www.Geocities.ws

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