09 / 04 / 06

EDGUY - TEARS OF A MANDRAKE

"Gaze at the leaving clairvoyant
Predicting inovasions and pain
A child can see trough the stranger
The watcher's eye , the noble liar

It's time for the merchant, and his help for sale
Blades to cut wicked flesh
On a merchantman he counts his money
Then he sales away
The sea he'll cruise blood and fire

Oh father i can't see a lane
They make you a pawn in a game
For we are all deaf, dumb and blind

Chorus:
After the storm when the magic has gone
Drown in the tears of the mandrake
Pawn in the game, invisible chains
Try to move, you'll feel as the graze

After the storm when the magic has gone
Drown in the tears of the mandrake
Fading away, the final decay
Try to move, break out from your chains

When you're of to the hall of the serpent
See the synic who's counting his gold
While gun runners, priests and clairvoyants
Are dancing around the rising demon

You are taught to eat up all the crap they shit
Parading your nuts on a silver plate
Kill your brother by the blade they sell
For you don't unite
They reap your bondage sowing evil

There's no use to tell what i've seen
they know how to make you belive
Just what they want you to know

Chorus:
After the storm when the magic has gone
Drown in the tears of the mandrake
Pawn in the game, invisible chains
Try to move, you'll feel as the graze

After the storm when the magic has gone
Drown in the tears of the mandrake
Fading away, the final decay
Try to move, break out from your chains

Tears of mandrake - yeah

Chorus:
After the storm when the magic has gone
Drown in the tears of the mandrake
Pawn in the game, invisible chains
Try to move, you'll feel as the graze

After the storm when the magic has gone
Drown in the tears of the mandrake
Fading away, the final decay
Try to move, break out from your chain

Chorus:
After the storm when the magic has gone
Drown in the tears of the mandrake
Pawn in the game, invisible chains
Try to move, you'll feel as the graze

After the storm when the magic has gone
Drown in the tears of the mandrake
Fading away, the final decay
Try to move, break out from your chain"

 

Review do Curitiba Metal Fest do dia 22/04/06

Noite relativamente fria na querida e bela Curitiba, cidade cheia de história concentrada num local bem freqüentado nas noites de sábado conhecido como Largo da Ordem. Esse foi o palco de um inovador e ousado evento denominado Curitiba Metal Fest o qual reuniu nada mais nada menos que 18 bandas do cenário Underground para dividir dois palcos cuja divisória era a parede do quase clássico Opera I - ou seja, as bandas se apresentavam no palco do Opera I e no palco do Operário, logo ao lado (havia uma "escalação" prévia para decidir quem tocaria em um ou em outro). O povo parecia bem animado e empolgado com a festa, tanto é que formou uma modesta fila que descia a escadaria da casa, saía do estacionamento da mesma e extendia-se até a metade da quadra. No lado de fora, mais além do Largo, o pessoal se deliciava com um bom cachorro quente e aproveitava para se enturmar com os companheiros antes do show (informação apenas para contextualizar o clima). Abriu-se a casa - apenas o Opera I, a princípio - e esta já se viu lotada em um curtíssimo espaço de tempo. O evento deu uma atrasada pra começar, mas uma hora começou (não, não começou 1h).

REVIEW - Opera I

Devo dizer antes de tudo que, devido a falta de comunicação entre pessoal que estava fazendo o festival e o público, foi difícil decifrar quais as bandas que desciam e subiam dos palcos. A galera nitidamente se incomodava muito com esse problema e foi complicado. A resenha de hoje não irá se prender, portanto, a uma banda e enchê-la de detalhes, comentar seu set list e assim por diante. Até pelo fato de os palcos serem um tanto distantes foi trabalhoso ir sentir o clima de perto nos dois espaços durante o desenrolar de duas apresentações simultâneas.
A banda escalada para abrir o show no Opera I - o Operário ainda estava fechado - foi a Fire Shadow. O povo curtiu, pois já havia se animado com o som que tava rolando do CD que atacava com clássicos como Sad But True, Wherever I May Roam, The Number Of The Beast, etc - diga-se de passagem, umas duas vezes cada música. A empolgação inicial dos caras foi notável. Pareciam estar em uma noite inspirada. Destaque para o guitarrista e para o baterista, os quais demonstraram um bom potencial, tornando o show um agradável espetáculo. Creio que o ponto forte da apresentação foi o momento no qual tocaram em meio a diversas músicas próprias a música Hallowed Be Thy Name do Iron Maiden. Não houve do que se reclamar, mas talvez valha a pena frisar que o uso excessivo de "vibratos" por parte do vocalista foi comentado pelo pessoal de uma forma meio negativa (me refiro a comentários alheios que não são necessariamente da parte de quem vos escreve). Nota do Review: 8.5
O Crehate se preparava, então, para entrar. Depois de terem passado seu som e, finalmente, se posicionarem para tocar, a organização resolveu abrir as portas do amplo Operário. Pela expressão facial dos quatro componentes, deu para notar o nítido descontentamento da banda com o deslocamento de grande parte do público presente para o outro lado. O vocalista/guitarrista, então, com muita personalidade, lançou uma frase que me animou ainda mais para ficar ali, curtindo o som deles: "Vamos apavorar quem tá aqui e foda-se quem foi para o outro lado!". Dito e feito. A qualidade da banda é boa. O som não estava muito bem regulado e parecia não haver retorno, mas os caras foram competentes e mostraram que Thrash Metal aliado a raiva de "perder público" dá resultados positivos. Os caras atacaram com músicas pesadas e bem executadas e o ponto mais alto da apresentação, com certeza, foi com Seasons In The Abyss do Slayer - a pedido da galera! O ponto fraco, na minha opinião, foi o fato de o vocal - que também tocava guitarra, como já foi falado - ter ficado no lado esquerdo do palco e não no centro como o convencional. Talvez isso tenha tido um motivo mais forte... A questão é que a corda - se não me falha a memória - Lá do guitarrista que não cantava estourou, infelizemente, durante uma das músicas. Legal que o cara continuou no palco atiçando a galera e superou positivamente esse imprevisto, tendo caráter para manter-se controlado frente a situação adversa, coisa que nem todos conseguem. Fecharam com uma música que leva o nome da banda Crehate e com apenas um guitarrista. Boa atuação e muita personalidade por parte dos músicos. Eu diria que foi a melhor banda do Opera I. Nota do Review: 9.0
A terceira banda a tocar foi o Nazareth Cover. Eles executaram uma apresentação bem agradável aos ouvindos do público, fazendo parecer que estávamos mesmo naquela boa época do Nazareth. Destaque especial para os vocais e para o baixista bem animado com sapatinhos pendurados na mão do baixo. Eu chamaria tais adereços de "true" e nada mais pode-se dizer acerca disso. A apresentação dos caras teve direito a quebradeira no meio do salão e a isqueiros "sinalizando" com a chama, em vista do reconhecimento do público... Ou não! Mas, brincadeiras a parte, os músicos mandaram bem e o passado do Rock com o Nazareth pode conceder um bom futuro para eles. Nota do Review: 8.0
Depois do Nazareth Cover foi a vez do Still Time mostrar que o atraso pode ser compensado por uma boa apresentação. Eu diria que os caras não estavam em uma noite tão inspirada assim e não alcançaram um bom público, o qual, na sua maioria, correu para o Operário. Mas mesmo assim eles não desanimaram. E tocaram bem, fizeram seu trabalho direitinho. Mas nota 10.0 eu acho que só merece quem fez realmente um espetáculo. Portanto... Nota do Review: 7.0
Quinta banda a subir foi o Cromo. Eu diria que os caras dessa banda causaram um impacto no público um tanto quanto parecido com o qual a Still Time causou. Mas ali havia uma grande diferença! O som do Cromo era pesadíssimo, grosseiro e o vocal bem mais rasgado e caracterizado. Som legal. Músicas legais. Foi Legal. Entretanto, alguma coisa parecia estar fora de ordem. Não sei se nos solos que não respeitavam, aparentemente, alguma escala ou o quê. Nota do Review: 7.0
Esta parte da resenha merece destaque especial. É porque a banda que entraria a seguir seria a System Of A Down Cover. Talvez tenha sido uma banda como as outras em matéria de técnica dos músicas, de presença de palco e de qualidade no geral. Ou talvez nem tão boa quanto as outras nesses quisitos, mas o diferencial foi a presença de um público muito fiel e extremamente animado. Lotou o Opera I. Dava para ver muitos olhinhos de espectadores adoidados brilhando por poderem contemplar as músicas da banda que curtem. O show do System quem fez foi o público. O vocal, pelo que me consta, ficava lendo as letras das músicas no chão, "discretamente" abaixado para tal. Mas no final das contas foi bastante gratificante para quem gosta. Nota do Review: 8.5
Em seguida, veio Shadow Of Sadness, banda catarinense que entrou para fazer um bom trabalho, digno de banda convidada de fora. Não vejo muito o que falar desta atuação, mesmo porque não havia prestado muita atenção. A chateação da ida e vinda de um palco para outro acabou me prendendo ao Operário nesse momento em que os caras tocaram. Por isso, não ousarei nem dar a nota.
A sétima banda a entrar foi a Eternal Dark, representantes do peculiar estilo chamado Black Metal. Infelizmente, a galera se deslocou em peso para o outro palco porque na mesma hora entrava a Mr. Mann e, como de costume, esta foi foco da atenção do público pelos motivos que serão citados mais abaixo. Mas os caras executaram um som muito bom e digno de aplausos e cabeças balançando freneticamente. Quem gosta desse estilo e curte um clima bem melancólico e depressivo com certeza curtiria a apresentação da Eternal dark. Saudações especiais ao meu amigo Chris que tocou guitarra com eles! Nota: 8.5

REVIEW - Operário

Depois da Fire Shadow fazer sua apresentação no Opera I, o muro e as grades que separavam o Opera I do Operário foram abertas possibilitanto a circulação do pessoal. O Crehate viu seu público indo embora para o outro lado enquanto se preparava no Opera I para assistir ao Whitesnake Cover no Operário.
O show do Whitesnake Cover foi realmente muito bom! Não digo que pagou o ingresso do festival - que prometia muito -, mas deu para aplaudir e para curtir legal. Os caras manjam mesmo de música e possuem uma notável qualidade na hora de interpretar os veteranos de guerra liderados por David Coverdale. Os músicos que compõe a banda têm muitos traços de experiência em seus semblantes, o que contou para uma boa apresentação, obviamente. O entrosamento entre os caras era fino e todas essas qualidades renderam um público bastante animado e disposto a permanecer no Operário, pelo menos até o fim do tempo desse primeiro grupo. Nota do Review: 9.0
Jailor entrou na seqüência. Os caras metem o pau mesmo nos instrumentos e tiram um som massacrante (dói os tímpanos, mas agrada aos enfurecidos). Do início ao fim todas as músicas foram recheadas de peso, velocidade e grosseria, caracterizando o bom Thrash Metal e agitando de diversas maneiras. Os caras fizeram questão de colocar um crânio de um bicho que eu ainda não consegui identificar e que eu diria que se trata de um touro na frente do palco pra dar um clima talvez mais aterrorizante e intimidador. O pessoal pareceu gostar. Parece que haviam uns três ou quatro caras um pouco mais animados que o resto do povo. Eles fizeram questão de abrir a "arena" e começaram uma "tímida" quebradeira de duas, três, quatro pessoas. Simplesmente ilário. E chamavam a galera, mas ninguém ousava entrar no meio. Engrandeceram o show dos caras da Jailor, eu diria. Nota do Review: 8.5
Terceira banda a se apresentar no Operário foi Evil No More, contando com um elenco complicado de se definir. O som dos caras foi de muito boa qualidade. Gostei muito das músicas executadas e do vocal que estava fazendo um bom trabalho como front man e como vocalista, em si. Destaque para as músicas Excalibur do Grave Digger e Kings Of metal do Manowar que foram os pontos fortes do show, quando a galera cantou em coro e animou pra caramba, sinal de que aprovou. Destaque também para a baixista - sim, era "a" - que, junto da Vanessa Possani do After Forever Cover (que tocou no último OVERMETAL, vide a review do evento), mostrou que mulheres têm potencial de sobra e fôlego para balangar a cabeça e fazer esvoaçar a cabeleira enquanto tocam algum instrumento talvez tão bem quanto muitos homens. Nota do Review: 8.5
"Pare tudo!" Sim. Tudo parou para observar a salinha "pré-palco" do Operário porque dentro dela estava uma criatura não identificada que vestia-se semelhante a algo que lembrava os moldes da vestimenta do Twisted Sisters. Descobrimos posteriormente que tratava-se do vocalista do Twisted Sisters Cover. Daquela figura só podia se esperar um espetáculo, dada sua produção e o jeito pelo qual foi recebido pela platéia adoidada. Infelizmente, o esperado pareceu não ser tão bem correspondido assim. Pelo vocal não dava muito a entender que era Twisted Sisters, apesar do cidadão cantar direitinho. Mas se saíram bem. Não houve muito do que reclamar, a nãe ser de falhas nada mais do que naturais do momento. Os caras - todos caracterizados - mandaram muito bem e um ponto forte foi a música We're Not Gonna Take It. Nota do Review: 8.0
Depois foi a vez do Edguy Cover entrar em cena para tentar animar a galera que estava um pouco abatida, dado o horário e os acontecimentos anteriores, fatores que faziam a diferença naquela altura. Bem que se esforçaram, mas foi impossível agradar a quem estava ouvindo. Talvez o público fosse muito exigente ou talvez seja mesmo um tanto difícil fazer um bom cover de Edguy, mas a questão é que havia um ar de desaprovação em algumas dependências da casa e fora dela também. O vocal tinha boa presença de palco; animava a galera. Mas na hora de dar um show incorporando o Tobias Sammet (e, num dado momento, o André Matos também), deixava um pouco a desejar. O povo pegou no pé. Às vezes o tempo e a harmonia dos instrumentos soava um pouco estranha também, mas, apesar do fato de, em alguns casos, isso ser perfeitamente aceitável (contanto que não se torne muito constante numa única apresentação), a galera pegou no pé. Mas os caras podem melhorar e muito. Nota do Review: 7.0
Aí vem a parte do festival que, segundo a minha concepção, pagou o ingresso e salvou o que restava. A banda citada como a mais técnica de Curitiba estava pronta para entrar em cena. Formada em sua totalidade por professores do Instituto de Música Airton Mann, a banda Mr. Mann demonstrou que o Hard Rock não morreu e, se depender deles, não vai morrer tão cedo. Esbanjando técnica, feeling e presença, os caras logo atacaram com algumas de suas músicas próprias - que, a princípio, confundiram um pouco o povo porque são novidade - da qual se destaca a animada And Now, cujo refrão já é cantado em coro pelos fãs mais antigos dos músicos e do seu trabalho e que parece já estar virando um novo hit na grande Curitiba! Depois vieram os clássicos do Hard Rock que a galera conhece, adora e pagaria para ver uma banda boa executando. Mr. Mann fez, mais uma vez, um bom trabalho e o público remanescente aproveitou um belo show com direito a solos de todos os gêneros e estilos e um vocalista empolgadíssimo que realmente sabia mobilizar a galera. Nota do Review: 10.0
Como de costume em todos os shows, a grande maioria das pessoas que vê Mr. Mann acaba indo embora. Restou um público muito reduzido para contemplar os caras do Sabre. A banda é muito boa. Os músicos excelentes e as músicas tão excelentes quanto, mas, como não poderia deixar de ser, eles estavam meio desanimados e até mesmo putos pelo fato de estarem começando a se apresentar com o sol nascendo do lado de fora e com um pequeno público. O set foi curto, mas deu brecha pra ter gente subindo no palco pra cantar junto. Acabaram agradando a todos que estavam presentes com um bom Hard Rock. Nota do Review: 9.5
Pode-se dizer que "sobrou" a All Eternity. Com todo respeito aos músicos (que, por sinal, mostraram-se excepcionais), é claro. Mesmo tocando pra vinte pessoas, eles estavam numa manhã inspirada (sim, manhã). Pareciam estar tocando para um público de mil pessoas empolgadíssimas. Infelizmente o horário não ajudou e a banda foi prejudicada. Nota do Review: 9.5

REVIEW - Curitiba Metal Fest

Deixou muito a desejar.
Toda a massa de metaleiros de Curitiba e região metropolitana esperavam do Curitiba Metal Fest um fenômeno, mas o que acabaram encontrando foi uma catástrofe. Não estou querendo ser literal. Estou apenas expondo o fato de que o festival não correspondeu às expectativas dos amantes da boa música. Também não foi ruim. Foi bom. Deu pra se interar legal no cenário Underground e conhecer o potencial do Operário. Só que foi sobrestimado. Isso foi notado pela qualidade de algumas bandas, pelo horário de término (o que foi um desrespeito com o público e com as últimas bandas, principalmente a Isod, impossibilitada de tocar por problemas pessoais envolvendo o horário) e pela reperussão. Ou seja: Como o maior festival de bandas do ano, o Curitiba Metal Fest foi um bom ponto de encontro para amigos.

por: Johnny Freitas

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09 / 04 / 06

MR. BIG - GREEN-TINTED SIXTIES MIND

"Did you ever notice how old movie from the sixties have sort of a
green tint to them? Strange but true.

She just woke up, but she's still tired
Is that the telephone ringing?
The curtains can't hold back the light
That's reaching into her dreams
Down in her heart
If it had fingers, it'd be tearing it apart

You be lookin' groovy
In a sixties movie
Maybe tell the press you died
Little legend baby
Try your very best to hide
A green-tinted sixties mind


She keeps some memories locked away
But they are always escaping
Neglect won't make them fade away
They're reaching into her dreams
Down in her heart
Don't need fingers to be tearing it apart


Gotta face the day
There is no other way
To clear the fog inside your mind
Fill it up with dreams
But all that you can seem to find
A green-tinted sixties mind


Hangin' out with Janis
Movin' to Atlantis
Could've made it if you tried
What's the point of force
It's easy as a horse to ride
A green-tinted sixties mind


You be looking groovy
In a sixties movie
Maybe tell the press you died
Little legend baby
Try your very best to hide
A green-tinted sixties mind
-U can't hide-"

 

Review do OVERMETAL do dia 07/04/06

No dia 07 de Abril, a casa de shows Opera 1 foi palco de mais um sensacional evento envolvendo várias bandas de Metal: o já consagrado festival do site OVERMETAL! Após um espaço de tempo sem que fossem promovidos os shows, o site - diga-se de passagem, capitaniado por Fábio Cardoso - está voltando com força total, uma vez que obteve êxito em dois bons eventos (o primeiro deles em parceria com o Instituto de Música Airton Mann) e já planeja o terceiro para o ano, marcado, a princípio, para o dia 05 de Maio no próprio Opera 1!
Na noite do show, a equipe do GUITARS CURITIBA aproveitou a boa oportunidade para indagar ao organizador o motivo dos horários um tanto incomuns do início do evento (Sexta-feira às 20h). Eis a resposta do Fábio: "Bom, estou fazendo os shows do site OVERMETAL nas sextas-feiras porque o Opera 1, que é onde acontecem os festivais, não pode ser alugado no sábado para fazer um OVERMETAL. No sábado é apenas "Sábado Rock", que geralmente é organizado pelo Jason Metal. E eu fiz às 20h, pois já que estamos fazendo o festival na sexta-feira e muitas pessoas trabalham no sábado de manhã, não é justo que estas pessoas tenham que sair do OVERMETAL às 5h da manhã para irem direto para o trabalho. Se fosse em um sábado o OVERMETAL, com certeza iria começar no horário normal, que é 22h, 23h."

REVIEW DO FESTIVAL

O show teve seu esperado início por volta das 20h45.
Os primeiros a subir no palco foram os caras do Arcanna, dispostos, primariamente, a executar as músicas do Blind Guardian, banda que dispensa comentários. O desempenho foi bastante agradável para o público presente, uma vez que esse interagiu favoravelmente do princípio ao fim da apresentação.
É de se julgar que "não foi para menos", pois a música de abertura revelou-se logo a clássica Into The Storm. Pelas mãos dos músicos da banda passaram também canções como Welcome To Dying, Bright Eyes e Mordred's Song. Destacou-se, porém, dentre as melodias, a belíssima - mesmo que manjada - The Bard's Song, cantada num coro uníssono pela platéia alvoroçada. Surpreendendo as expectativas, Arcanna executou temas de Bruce Dickinson, tais como Tears Of The Dragon, também acompanhada pelo coral presente.
Segunda banda a colocar os pés no palco foi Zerion - Children Of Bodom Cover. A impressão inicial foi de que este festival seria marcado por "aberturas-de-set" de alto nível: Hate Me foi a primeira da lista. Essa deu início a quebradeira que se extendeu por toda a apresentação - diga-se de passagem, formidável -, uma vez que o som de Bodom é rápido e pesado, o que naturalmente propicia o peculiar alvoroço. E se houve tal agitação não resta dúvidas de que o motivo foi a competência dos músicos.
O set seguiu com melodias como Hatecrew Deathroll, Bodom After Midnight, Silent Night, Bodom Night e Deadnight Warrior, a qual foi a última a ser executada.
Destaque para o vocalista Rodrigo Julio que demonstrou muito empenho, e presença de palco impecável, ajudando a tornar o show um verdadeiro espetáculo. A banda toda, sem dúvida, fez por merecer e foi, sim, uma das melhores da noite!
Logo após foi a vez de Mithrill - After Forever Cover. O OVERMETAL do dia 07 de Abril marcou uma estréia da qual não há do que reclamar para esta banda.
O público mais voltado para o gótico do som do After Forever pôde aproveitar uma bela atuação, na qual os integrantes atacaram com as músicas Forlorn Hope, Blach Tomb, Emphasis, Folow In The Cry, Lenith, Between, Between e Monolith fechando o set.
A vocalista Vanessa Possani mostrou que mulheres têm, definitvamente, seu lugar no mundo do Metal. Não deixou absolutamente nada a desejar nos vocais.
Em seguida, nos deram a honra de sua presença os caras do Slaughtered, uma banda extremamente competente em matéria de se fazer cover de Pantera - outro grupo que dispensa comentários maiores, uma vez que é um dos mais clássicos ícones do Thrash Metal!
A repercussão positiva do show foi logo refletida na movimentação intensa do público. Esse momento foi, sem sombra de dúvidas, o ápice da agitação e da "quebradeira" geral que se formara já há algum tempo. Alguns insatisfeitos com os limites do solo na casa de shows não pouparam esforços e se atiraram de cima do palco ao som de obras de arte como Cowboys From Hell e Cemetery Gates, uns caindo sobre o bolo de gente e outros contra o próprio solo do qual decidiram se afastar.
Atuação muito boa. Resposta digna de um show do próprio Pantera.
Após os fatos já relatados, o pessoal presente começou a gritar o nome do Kreator. Kreator Kover, banda que há tempos não se apresentava, mas que já possui um bom grupo de fãs conhecedores dos seus bons desempenhos anteriores, seria a próxima a entrar. E um fato curioso é que o vocalista Fabiano Vuolo estava para se apresentar pela terceira vez na noite (primeiro como baterista do Zerion e depois como baterista do Mithrill)!
A abertura foi com Enemy Of God que foi interrompida por um problema no som. Felizmente, o imprevisto não foi suficiente para barrar a empolgação e o vigor dos músicos, que recomeçaram a primeira música e, dando a volta por cima, soltaram o que a banda alemã possui de melhor, tal como All Of The Same Blood, Coma Of Souls, Pleasure To Kill, Phobia, Violente Revolution, entre outras.
A reaparição dessa banda teve direito a músicas do Slayer e do Sepultura para a alegria e "quebradeira" dos amantes do bom Thrash Metal, que após o show declaravam: "Que saudades de um Kreator Kover!". Aí está.
Para finalizar o festival com a mesma qualidade com a qual esse foi aberto, subiu no palco a banda paulista The Four Horsemen - Metallica Cover. Logo na primeira música que foi a conhecidíssima - e clássica das clássicas - Enter Sandman, os rapazes demonstraram o porquê de serem conhecidos como o melhor cover de Metallica do Brasil e deixaram bem claro que chegaram para ficar.
A última aparição da banda foi num OVERMETAL anterior que aconteceu no Moinho São Roque no dia 06 de Novembro de 2004, onde dividiu o palco com feras como Iron Maiden Cover, Kreator Kover e Motorocker - AC/DC Cover.
O repertório estava repleto de obras formidáveis tais como Harvester of Sorrow, Creeping Death, For Whom The Bell Tolls, Welcome Home (Sanitarium), Fade To Black, Master of Puppets, One, entre outras. Fecharam o Set e concluiram o muito bem-sucedido OVERMETAL do dia 07 de Abril com a música Seek and Destroy.
Enfim, pode-se dizer que foi um espetáculo no qual se destacaram a belíssima atuação do baterista Gustavo Rodrigues e do vocalista e guitarrista Roberto Oliveira.
O público que visitou o Opera 1 nesta oportunidade, sinceramente, não teve do que reclamar. O próximo OVERMETAL está marcado para o dia 05 de Maio e, a partir desse da última sexta-feira, podem-se criar boas espectativas para o que vem por aí.

por: Johnny Freitas e Henrique Kalil

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23 / 03 / 06

ZZ TOP - GIMME ALL YOUR LOVIN'

"I got to have a shot of what you got is oh so sweet.
You got to make it hot, like a boomerang I need a repeat,

Gimme all your lovin', all your hugs and kisses too,
Gimme all your lovin', don't let up until we're through,

You got to whip it up and hit me like a ton of lead,
If I blow my top will you let it go to your head?

Gimme all your lovin', all your hugs and kisses too,
Gimme all your lovin', don't let up until we're through.

You got to move it up and use it like a screwball would.
You got to pack it up, work it like a new boy should.

Gimme all your lovin', all your hugs and kisses too.
Gimme all your lovin', don't let up until we're through."

 

NÃO tenha medo

Começo a escrever aqui tentando pensar em alguma historinha ou conto de fadas para associar com o conteúdo do meu texto de hoje. Ao refletir melhor, porém, alcanço a conclusão - a qual me frustra - de que não tenho nenhuma historinha pra contar senão a minha própria. Uma vez, entretanto, que este site não trata de críticas relacionadas a mim (não sei por qual razão), serei sucinto descrevendo acerca dos meus dias recentes e um pouco mais profundo no que diz respeito ao meu desabafo anti-tédio, no qual gasto o precioso tempo ocioso sem nenhum objetivo a não ser expor opiniões, abertas a críticas e discussões caso aja algum interesse externo nisso (é para isso que criei o Fotolog com seu prestativo sistema de comentários).
Tudo começou no domingo... E, se Deus quiser, vai acabar no sábado. Nesse meio tempo, porém, aspectos instáveis da vida mudaram. Coisas novas surgiram, tomando o lugar de antigüidades, tópicos melhoraram, outros pioraram... Enfim... Quase que uma semana comum para qualquer mortal. Talvez não tão cotidiana, mas sujeita a avaliações que a diagnosticariam como "normal-para-ruim/estressante", talvez por causa do excesso de más notícias ou por causa de alguns deslizes comportamentais.
[Hunf] Lembrar de certas coisas me entristece. Entristece por estarem do jeito que estão. Mas a vida continua... Fria e cruel (mas como ela pode ser tão boa mesmo assim?).
***
Gata sobrevive a queda de 25 metros nos EUA
da BBC, em Londres

"Uma gata sobreviveu a uma queda de 25 metros de altura nos Estados Unidos – que foi capturada em vídeo.

Depois de oito dias presa em uma árvore na Carolina do Sul, os donos da gata Piper tentaram, sem sucesso, um resgate.

Piper subiu na árvore, que fica no quintal da casa, na semana passada. Todas as tentativas de chamar a gata de volta para o chão falharam.

A queda aconteceu no momento em que os donos tentavam retirar Piper da árvore."

"Mas que diabos o Johnny falará hoje?". Esse deve ser o seu pensamento agora, eu creio. Também reconheço que a notícia parece não ter sentido e parece que não conseguirei criar nenhuma relação envolvendo ela e um assunto agradável e prestativo.
O ser humano é um animal que tem peculiaridades tais como o medo de arriscar. Medo dos resultados, medo das conseqüências, medo de se submter a experiências ruins. Enfim... Medo. Não agir ou não resistir por esse fator é uma saída rápida, mas que também pode lhe trazer conseqüências desagradáveis (tanto quanto se você arriscasse) ou pode ocultar um benefício que a escolha pelo que não é tão seguro poderia proporcionar. O gatinho precisou de um "empurrãozinho" para pular da árvore que o aprisionava. Mas ele pulou e sobreviveu. E agora tenho certeza de que está sob os cuidados dos seus amados donos, envolto em seus braços, aproveitando do bom e do melhor que sua (s) vida (s) pode (m) proporcionar...


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17 / 03 / 06

ANGRA - TIME

"This time I wanna know what life means...
... to live it again
I'm looking forward, feel the light shine in my eyes
And now I know, my instincts were not wrong
And many things can be done
I don't believe now
That I'm dreaming alone

Oh, we're searching for the love
that everyone's got, but can't see
Oh, beyond the flesh and blood
there's so much hidden behind
as so much more we've gotta give...

Sanity brings up the sadness
that keeps your illusions locked in a little box
Fright comes, you find yourself lonely
in a cage of conclusions crowding your mind
You sit back bowing your head
Every answer - yes
Why don't you trust me and shed out your fears,
Running over the tears you've contained
now cover up your eyes
- Is it good for you?

I will be here when fire burns!

Welcome on board
over here is the ship of your life
So rotten that will cast away
I'll be your sweet lullaby all the night
And if you get lost you can hold my hand...

And I'll be here when fire burns
(Inside your heart)
Climb up the hills and mountains,
don't forget what you've learned!

Life makes us feel the time we cannot hold
Time makes us live a tale already told
Time makes us heal a feeling inside
a feeling that lies in our heart
that we stole away...

And I'll be here when fire burns
(Inside your heart)
Climb up the hills and mountains,
don't forget what you've learned!

Life makes us feel (life makes us feel)
The time we cannot hold
Time makes us live (time makes us live)
A tale already told
Time makes us heal (time makes us heal)
A feeling inside
a feeling that lies in our heart
that we stole away...
"

 

The Tragic News Of A Tragic Prince

Saudações, saudosos leitores! Finalmente volto a escrever aqui e, de quebra, vos anuncio que o Critical resolveu lançar um "Fotolog" para anexar as memórias mais marcantes ao conteúdo do site... É uma forma interessante também de se criar um "Livro de Visitas", uma vez que os comentáros do Fotolog servem muito bem para se referir aos textos cá escritos.
Enfim... Na verdade, o txto de hoje serviu para isso [risos]. Eu pretendia escrever algo melhor, algo maior, mas a inspiração simplesmente esvaiu-se num piscar de olhos. Coisas chatas acontecendo... Ando me sentindo um tanto desconfortável.
***
O link para o Fotolog está abaixo dos Files.


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Guitar's Curitiba! Site do meu amigo Henrique Kalil.
Hosted by www.Geocities.ws

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