29 / 08 / 06

IRON MAIDEN - FEAR OF THE DARK

"I am a man who walks alone
And when I'm walking a dark road
At night or strolling through the park

When the light begins to change
I sometimes feel a little strange
A little anxious when it's dark

Fear of the dark, fear of the dark
I have constant fear that something's always near
Fear of the dark, fear of the dark
I have a phobia that someone's always there

Have you run your fingers downthe wall
And have you felt your neck skin crawl
When you're searching for the light?
Sometimes when you're scared to take a look
At the corner of the room
You've sensed that something's watching you

Have you ever been alone at night
Thought you heard footsteps behind
And turned around and no one's there?
And as you quicken up your pace
You find it hard to look again
Because you're sure there's someone there

Watching horror films the night before
Debating witches and folklores
The unknown troubles on your mind
I know your mind is playing tricks
You sense, and suddenly eyes fix
On dancing shadows from behind

Fear of the dark, fear of the dark
I have constant fear that something's always near
Fear of the dark, fear of the dark
I have a phobia that someone's always there

When I'm walking a dark road
I am a man who walks alone"

 

"Cogito Ergo Sum"

Pensamos, logo, assumimos a existência de vida em nossa forma física apalpável. E foi em virtude do exercício de minha existência (entenda-se pensamento, cogitação ou questionamento) e da linda e agradável existência de uma menina extremamente amada (que eu gosto de chamar de "Xuxu") que nasceu uma idéia, sintetizada após a observação e estudo apurado de uma curiosa obra de arte disposta a frente do local esclhido por nós para, simplesmente, gastar o tempo de forma ociosa. Não sei se por coincidência ou destino iminente, nos assentamos na relva em busca de descanso naquela agradável tarde e lá estava ela, diante de nós. Aos curiosos eu conto o que vi. Enxerguei uma árvore de pequeno porte. Estava lá solitária. Em sua condição, suportava o vento quepor ela roçava, o sol que a desgastava e o tempo que lhe castigava lá, sozinha. Parecia abandonada, negligenciada, rejeitada. Mas, além disso, parecia subjulgada, dominada. Sob seu pé repousava o concreto incandecente das calçadas curitibanas, nutrindo-a com o piche amaldiçoado, moldado pelo capitalismo agressivo, e o mais interessante era o que se via voltando os olhos para os galhos retorcidos e sem folhas: Sobre um deles havia pendurada uma calota de roda de automóvel, já num estado de deterioração moderado. "E daí?" Você me perguntaria. Eu te responderia: "Leitor, você não enxerga?" Confesso a quem lê que eu nunca havia contemplado maior e melhor metáfora para explicar a forma como a Natureza e os componentes originais da Terra sofrem o abuso e o "Parasitismo" do artificial, do sintético, do imperfeito, do estranho. O homem vive, desde os primórdios, às custas dos recursos oferecidos desde a Criação. Antes fosse algo calculado em função da necessidade da sociedade e da subsistência da mesma, o que retardaria o processo de destruição de todo o conjunto. Ao invés disso, fala mais alto a ostentação, a busca pelo poder, o dinheiro, o lucro e a idéia de um falso progresso que, no futuro, levará tudo e todos à ruína total, pois faltará hospedeiros para o homem parasitar.
***
"Cogito ergo Sum". Penso, logo, existo. É bom pararmos para que possamos refletir um pouco. Esquecer de nós mesmos por uns instantes... Ou melhor ainda! Pensar em nós de uma maneira mais inteligente para que possamos nos rpeservar e preservar a possibilidade de haver gerações futuras. Parar de agir como parasitas construindo uma nova era, o Parasitismo...

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13 / 08 / 06

METALLICA - NOTHING ELSE MATTERS

"So close, no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for things they say
Never cared for games they play
I never cared for what they do
I never cared for what they know
And I know

So close, no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters
"

 

Globo aguarda libertação de repórter, após exibir vídeo do PCC

"Em nota divulgada neste domingo, a Rede Globo informou que aguarda a libertação do repórter Guilherme de Azevedo Portanova, seqüestrado na manhã de sábado (12), nas proximidades da sede da emissora, na zona sul de São Paulo. A emissora atendeu a uma reivindicação dos criminosos nesta madrugada e exibiu uma filmagem enviada por eles.

O auxiliar técnico seqüestrado ao lado de Portanova foi libertado por volta das 22h30 de sábado, também perto da sede da TV, na avenida Luis Carlos Berrini (zona sul de São Paulo). Os criminosos determinaram que ele levasse o DVD com a gravação à cúpula da TV e exigisse a transmissão imediata. Caso contrário, o repórter seria morto. O técnico passa bem.

No vídeo, um suposto integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital) faz críticas ao sistema penitenciário em frente a uma parede pichada. Ele pede um mutirão para revisão de penas, melhores condições carcerárias, e se posiciona contra o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado).

O filme foi exibido à 0h28. O boletim foi apresentado pelo jornalista César Tralli e durou 3min e 36seg. Horas antes, no "Jornal Nacional", a Globo exibiu os retratos falados dos suspeitos.

O diretor de jornalismo da TV Globo São Paulo, Luiz Cláudio Latgê, disse que a decisão de atender a reivindicação dos criminosos foi da emissora, sem participação do governo de São Paulo ou da polícia. Em nota, a emissora informou ter sido orientada por órgãos internacionais a ceder à pressão."


A violência é um fantasma que assombra cada vez mais e com maior intensidade a vida da sociedade em todos os cantos da terra. Segundo a tese bíblica da criação do Universo e dos primeiros humanos, as práticas de violência são tão antigas quanto o próprio ser humano. Por estarem sufocadas dentro de um mundo injusto de concentração de renda ou simplesmente deixando-se levar por sentimentos humanos maus, as pessoas agridem, as pessoas matam, as pessoas furtam. Seja lá o que move os criminosos, é algo preocupante. Causa medo. Viola vários direitos das pessoas de bem. Tais pessoas, então, reivindicam as chamadas punições aqueles que estrapolam os limites da 'decência' e da ordem social. Num país como o Brasil, o histórico das punições não é muito justo. Muitos cometem crimes e permanecem impunes. Grande parte desses continua desfrutando de piscinas, mordomos, criados, regalias e status social e por isso a indignação é intensa. Mas como o decreto de punição cabe a poucos (vendidos) por aí, a massa 'representada' não pode fazer absolutamente nada.
Agora esta é nova: Bandidos reivindicando. Bandidos pressionando. Bandidos dando ordens. Bandidos tomando o controle. A vítima, dessa vez, foi o império da comunicação Rede Globo. Segundo os criminosos seqüestradores, o regime carcerário é muito rígido e vai contra a vontade dos mesmos. Eu, sinceramente, espero que não tenham assassinado o pobre repórter, mesmo que tenha quase certeza (baseada em mim mesmo) disso. Mas, pensando em todo o contexto do crime e da punição no Brasil, essa é uma reivindicação justa, nobre. Tantos políticos ladrões limpando as partes íntimas e aumentando a temperatura da lareira com dinheiro público estão soltos e estão nos governando não é? E você ainda vota neles...

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05 / 08 / 06

DR. SIN - ZERO

"Keep your faith in the hero
Take a look in the mirror
Some things are gonna bring you down
You are no saint, you are no sinner
Always being a believer
That's the only way he knows to survive

And he sees that
There's no way back now

I know - He's tired of being a zero
God knows - God knows he's nobody's hero

He puts his head on the pillow
Feels the pain in his soul
Nowhere to run, nowhere to hide
He doesn't feel like a hero
He never looks in the mirror
Cause he's afraid of what he would see"

 

A Tese

Hoje tentarei expor uma tese que formulei há muito tempo atrás, baseada na tentativa de explicar o meu (leram bem? meu) ponto de vista acerca do porquê de algumas tendências e de algumas manifestações de determinados grupos conseguirem arrebatar o interesse de tantos daqueles que compõem a sociedade da faixa etária classificada pelos geógrafos que estudam o povo como população jovem. Um fenômeno que atinge essa parcela desse povo é a moda. Ela pode estar atuando por meio de novidades em matéria de música, vestuário, ideologias, etc.
Todos que me lêem já devem ter, pelo menos, ouvido falar de 'tribos' como os góticos, os EMOs, os punks e os metaleiros. Em diversos casos, por detrás da maneira muitas das vezes grotesca de se vestirem, causando escândalos, piadas e aversões e dos atos nada normais que geralmente cometem, estorvando a harmonia social não existe uma vocação, mas sim algo que os impele a enxergarem o mundo da maneira que demonstram enxergar. Alguma fonte de inspiração fala mais alto. Os jovens abraçam causas e certos estilos de vida que não condizem com o 'aceitável' ou com o 'possível' do ponto de vista de outros e com a instrução que tiveram (não tem nada a ver com falta de instrução. O que eu quero dizer é que papai ou mamãe nunca incentivaram ninguém a seguir linhas de pensamento diferentes daquelas que eles seguiam e que, geralmente, não são nenhuma das citadas acima). Arriscam a vida, a liberdade e a dignidade perante a porcentagem 'normal' da população em busca de uma liberdade de pensamento e de ação que parece não ter pé e nem cabeça.
Mas então por que diabos isso ocorre? Segundo a minha tese, esse peculiar fenômeno de absorção de cultura deve-se ao fato de as suas vítimas não possuírem o sentimento de felicidade plena e autêntica em suas vidas. Podem até ter, mas não a sentem e então há uma procura no sentido de encontrá-la nesses estilos de vida. Ou então há uma necessidade de se auto-afirmar no meio de rodas de amigos que divulgam tais idéias. Se essa teoria for verdadeira, as ideologias das quais eu me refiro aqui não são causas nobres engrandecidas por nobres guerreiros que hasteiam essa bandeira. São, então, esconderijos.
***
Meu bobo conselho de hoje é: Seja 'autêntico'. Não se deixe ser puxado por um furacão de tendências que, no fundo, não levarão a lugar algum. Saiba diferenciar o fato de gostar e se identificar com diferentes estilos (aqui está o motivo do fato de não podermos generalizar nada), por mais bizarros e condenáveis que sejam e o fato de abdicar seus princípios para mergulhar de cabeça em linhas de pensamento que você nem conhece direito, mas acaba julgando serem as mais adequada para seguir com o intuito de fugir da "perseguição" social...
***
Quero deixar bem claro aos leitores desses humildes textos que aqui eu coloco única e exclusivamente a MINHA opinião pessoal acerca dos assuntos comentados. Nunca foi a minha intenção impor alguma idéia ou querer criticar a ponto de tentar mudar o pensamento de alguém ou constranger alguma pessoa. Por exemplo: Já me chamaram de 'metaleiro' diversas vezes. Eu até que concordaria por causa do estilo de música que ouço (é só ver que tipo de música coloco no site em todos os textos para raciocinar) e por causa do nada-convencional comprimento do meu cabelo, talvez. Mas, na minha opinião, não é tomando certas atitudes que poderei ser 'classificado' como tal algum dia. E não é para me livrar do mundo a minha volta que eu simpatizo com esse estilo. É isso o quê penso e é isso o quê defendo. Por enquanto, sou apenas um aprendiz [risos]. Não estou falando mal. Só estou expondo uma humilde opinião. Entenda que a crítica desse texto tem o mesmo teor de eu dizer para um camarada meio gay o seguinte: "Cara... Como você pode gostar de macho?! Mulher é bom demais!"

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26 / 07 / 06

OZZY OSBOURNE - NO MORE TEARS

"The light in the window is a crack in the sky
A stairway to darkness in the blink of an eye
A levee of tears to learn she'll never be coming back
The man in the dark will bring another attack

Your momma told you that you're not supposed to talk to strangers
Look in the mirror and tell me do you think your life's in danger yeah

The Almighty will point out
The only royal blood in the crowd

CHORUS
No more tears

Another day passes as the night closes in
The red light goes on to say it's time to begin

I see the man around the corner waiting, can he see me?
I close my eyes and wait to hear the sound of someone screaming here

CHORUS

It's just a sign of the times
Going forward in reverse
Still
He who laughs last
Is just a hand in the bush

So now that it's over can we just say goodbye?
(I'd like)
(I'd like)
I'd like to move on and make the most of the night
Maybe a kiss before I leave you this way
Your lips are so cold I don't know what else to say

I never wanted it to end this way my love my darling
Believe me when I say to you in love I think I'm falling here

CHORUS

Is just a hand in the bush"

 

Com todo prazer!

Num dos meus momentos livres para poder revitalizar o ambiente aqui nesse espaço empoeirado fui objeto de preferência para a tarefa de representar por meio de caracteres (entenda por 'escrever') algo que seja relacionado a palavra 'prazer'. Isso baseia-se numa sensação ou emoção agradável, ligada à satisfação de uma tendência, de uma necessidade, do exercício harmonioso das atividades. Ou seja. O prazer é uma coisa boa. É difícil encontrar sujeitos que não gostem de sentir prazer. Assim como é difícil encontrar pessoas que, ao ouvirem falar em prazer, não associem tudo ao sexo [risos]. Sim, sou uma delas em determinadas ocasiões [gargalhadas].
***
Confesso que até esse último ponto do texto eu não sabia o que eu tiraria de 'proveitoso' dessas orações, mas agora eu sei.
As pessoas têm sentido prazer? O mundo globalizado e tecnológico movido em função do giro de capital e da circulação de informações tem proporcionado prazer para a sociedade? Será que uma máquina consegue sentir prazer? Você tem sentido prazer, meu amigo (a)? Tem tido momentos de alegria, satisfação, etc? Se não, não se desespere. Leve isso como um incentivo. Todos precisamos de prazer, seja ele emocional ou carnal (como saborear uma boa comida, ou até mesmo uma transa, já que insiste!). Não deixe que nada nem ninguém tire esse direito de você. Viva mais em função de seu bem-estar (sem esquecer as pessoas a sua volta, principalmente as queridas). Afaste-se daquilo que não lhe traz alegria ou que lhe impede de ter alegria a curto ou longo prazo. Enfim, goze a vida...

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05 / 07 / 06

GRAVE DIGGER - EXCALIBUR

"Unknown heir
Orphaned page
A King to be
Come his Age
For God's sake

Sorcerer
Sword in Stone
Release will
Bring the Throne
For the Chosen One

The Almighty will point out
The only royal blood in the crowd

Excalibur
Sword of the kings
Take me on your wings
Back where I belong
Excalibur

Unworthy
Bound to fail
Noble Heart
Bound to gain
Challenge your faith!

Sorcerer
Sword in Stone
Release it
Ascend the Throne and
Take the crown

The Almighty now throws the dice
Arthur the man without a vice

Precious Sword
Arthur's hand
He deserves
To rule the land
Lead Britannia

Excalibur lights up the sky
Hard times have been passing by
"

 

Dia 'Maravilhoso'!

Como um dia tão belo, tão ensolarado, do tipo que raramente aparece por estas bandas do sul do nosso Brasil pode ser tão cinzento, tão magoado, tão angustiante? Simples... Esse é um fenômeno que ocorre quando uma inocente pessoa bota as suas espectativas, desejos e estimas sobre algum fato ou situação e esse fato ou situação não corresponde ou corresponde de uma forma miserável às suas espectativas, desejos e estimas, sendo que tudo isso ocorreu num dia tão belo, tão ensolarado, do tipo que raramente aparece por estas bandas do sul do nosso Brasil.
***
Bem... Acho que já falei demais. Se continuar, com toda a certeza do mundo me perderei, esculacharei, exagerarei e posso até acabar citando nomes [risos].
O dia ainda não acabou, afinal... Quem sabe eu possa fazer dele um ótimo dia. Tenho subsídios. E também odeio esse clima ridículo de melancolia e tristeza. Quero deixar claro que não tenho tendências góticas ou 'emo'. Estou apenas passando por um dia ruim...

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01 / 07 / 06

BLACK LABEL SOCIETY - DEAD MEADOW

"All alone at last
Years roll by so fast
Twisted and insane
The house you built
No longer the same

Once you're there
Once you're there
You can't come back
Nothing lives
Nothing grows
Inside the dead meadow

Months keep rolling by
Live another day, then you die
ghosts inside your head
we choose our paths
when all is done and said

Once you're there
Once you're there
You can't come back
Nothing lives
Nothing grows
Inside the dead meadow
"

 

Questão Eterna

Como posso começar um texto decente? De certo, como comecei os outros? Mas como iniciei os outros? Estou tentando lembrar e decifrar essa importantíssima questão. Alguém pode me ajudar? Receio que isso não seja possível, afinal, já acabei esse texto. No momento, estou tentando raciocinar como fiz isso, uma vez que ainda não o fiz, se é que os leitores conseguem compreender o alto grau de complexidade desse fato. É difícil para uma pessoa limitada como eu escolher algum tema e pior é o trablho árduo de desenvolvê-lo de forma coerente e em uma linguagem adequada e compreensível. O meu medo baseia-se na quase certa possibilidade de tornar a leitura cansativa e improdutiva, fato que exponho sem querer parecer modesto; objetivando ser nada mais do que sincero.
Já se foi há algum tempo a inspiração para escrever e aquela criatividade e pró-atividade naturais do início de carreira. Agora, resta-me a vontade e a preguiça, além destas questões todas querendo solucionar o problema da falta de inspiração.
Felizmente, ainda possuo vontade bastante grande para continuar escrevendo idiotisses a vocês e bastante espaço livre no meu computador para lhes transmitir com eficiência meus pensamentos mais banais. Os pensamentos relevantes são complicados demais para explicar. É aqui que entra a preguiça. Eles até são simples de entender, mas, às vezes, sou vítima do medo de demorar para explicar ou de ainda desenvolver a maravilhosa proeza de explicar errado. prefiro reservar, por enquanto, para mim mesmo e para quem eu achar que devo dizer (enquanto a preguiça não morre!).
Bom... Consegui preencher estas linhas, afinal. Porém, meu objetivo foi parcialmente alcançado. Ainda não sei por onde começar um texto decente...

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