Muitas feministas acreditam que a discriminação contra mulheres ainda existe tanto em países subdesenvolvidos quanto em países desenvolvidos. O quanto de discriminação e a dimensão do problema são questões abertas.

Existem muitas idéias no movimento a respeito da severidade dos problemas atuais, sua essência e como enfrentá-los. Em posições extremas encontram-se certas feministas radicais que argumentam que o mundo poderia ser muito melhor se houvessem poucos homens. Algumas feministas afastam-se das correntes principais do movimento, como Camille Paglia; se afirmam feministas mas acusam o feminismo de ser, por vezes, uma forma de preconceito contra o homem. (Há um grande número de feministas que questiona o rótulo "feminista", aplicado a essas dissidentes.)

Muitas feministas, no entanto, também questionam o uso da palavra "feminismo" para se referir a atitudes que propagam a violência contra qualquer gênero ou para grupos que não reconhecem uma igualdade entre os sexos. Algumas feministas dizem que o feminismo pode ser apenas uma visão da "mulher como povo". Posições que se baseiam na separação dos sexos são consideradas, para esses grupos, sexistas ao invés de feministas.

Há feministas que fazem questão de assumir diferenças entre os sexos  ao contrário da corrente principal que sugere que homem e mulher são iguais. A ciência moderna não tem um parecer claro sobre a extensão das diferenças entre homem e mulher, além dos aspectos físicos (anatômicos, genéticos, hormonais). Essas feministas sustentam que, embora os sexos sejam diferentes, nenhuma diferença deve servir de base à discriminação.

O debate sobre questões feministas no Ocidente não deve, no entanto, distrair o movimento feminista de seu principal objetivo no século XXI: promover maiores direitos para as mulheres nas sociedades do Oriente.


Quando se considera a criação dos filhos e o trabalho doméstico, as mulheres trabalham mais do que os homens, quer no mundo industrializado, quer no mundo sub-desenvolvido (20% a mais no mundo industrializado, 30% no resto do mundo).

As mulheres estão sub-representadas em todos os corpos legislativos mundiais. Em 1985 a Finlândia detinha a maior percentagem de mulheres na legislatura nacional, com aproximadamente 32% (cf. NORRIS, P.. Women's Legislative Participation in Western Europe, West European Politics). Atualmente a Suécia tem o maior número, com 42%. A média mundial é apenas 9%.

Em média e a nível mundial, as mulheres ganham 30% menos do que os homens, mesmo quando têm o mesmo emprego.
Adélia Sigaud
Bertha Lutz
Betty Friedan
Carmem Portinho
Cássia Eller
Chiquinha Gonzaga
Christine de Pisan
Clara Zetkin
Dina Sfat
Emmeline Pankhurst
Flora Tristan
Francisca Senhorinha da Motta Diniz
Germaine Greer
Hebe de Bonafini
Joana Paula Manso de Noronha
Josefina de Azevedo
Kate Millet
Laudelina de Campos Melo
Leila Diniz
Lélia Gonzalez
Maria Josefa Pereira Pinto
Maria Lacerda de Moura
Maria Lopes
Marie de Gornay
Mary Wollstonecraft
Nathercia Silveira
Nísia Floresta
Patrícia Galvão
Shulamith Firestone
Simone de Beauvoir
Teresa Carini
Teresa Fabri
Virginia Woolf

Apesar dos avanços feitos pelas mulheres no que respeita à igualdade no mundo ocidental, há um longo caminho a percorrer para se chegar à igualdade, de acordo com as seguintes estatísticas:

As mulheres detêm apenas 1% da riqueza mundial, e ganham 10% das receitas mundiais, apesar de constituirem 49% da população.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
"http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_feministas_notaveis"
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
"http://pt.wikipedia.org/feminismo"
Bertha Lutz (1894 - 1976)
Pioneira do Feminismo no Brasil
Mulheres americanas gaharam o direito ao voto com a aprovação da 19ª emenda à Constituição dos E.U.A
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