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Na
década de 70 as superproduções voltaram a aparecer e
em grande força pela mão de realizadores como George
Lucas autor da “Guerra das Estrelas” e Steven
Spilberg realizador de “Encontros do Terceiro Grau”.
Autores como Coppolla, Scorsese e Lynch apostam num
estilo igualmente comercial mas mais pessoal e criativo.
Questiona-se tudo e há uma volta ao passado com um
grande número de remakes.
Nos
anos 80 surge o vídeo e há um aumento do número de
canais de televisão o que permite às pessoas ver
cinema sem sair de casa. A tentativa de implementar mais
espetacularidade aos filmes leva ao aumento dos efeitos
especiais. Nesta década além do aparecimento de
actores musculados como heróis cinematográficos de
filmes violentos surgem autores preocupados com questões
essencialmente políticas. O género do melodrama e da
comédia são inovados pelas mãos de autores como Woddy
Allen (na comédia).
A
década de 90 trás uma crise de ideias ao cinema
americano que inspira-se em heróis da banda desenhada
para criar produções recheadas de efeitos especiais e
séries históricas de televisão são recriadas no
cinema. Aos géneros tradicionais como a comédia
clássica, os grandes dramas, os desenhos animados, o
fantástico e o western voltam mas a eles junta-se uma
carga de sexualidade que se torna um ingrediente
importante.
Os
100 anos de cinema chegam com produções onde entram
cada vez mais elementos e interpretes virtuais e algumas
produções concebidas na integra por computador.
Exemplos do género são as muito recentes Triologias
“Matrix” e “Senhor dos Anéis”.
A
tentativa de atrair público através da
espectacularidade dos filmes tem levado a que nas
últimas décadas sejam feitos recordes de
bilheteiras que são consecutivamente quebrados. Também
nestas décadas as campanhas de publicitação dos
filmes adquiriram maior importância sendo cada vez mais
elaboradas na tentativa de adquirir mais
audiência. João César Monteiro, João Mário
Grilo, Teresa Villaverde, Pedro Costa e Manuel de
Oliveira cuja carreira dura até os dias de hoje são
nomes a referir no panorama do cinema português das
últimas décadas. |