00/07/12 O Setubalense
"Águas do Sado" tece mais comentários sobre escada em Galapos
Em carta assinada pelo seu administrador, a empresa "Águas do Sado" volta a debruçar-se sobre a situação da escada em Galapos:
"Os estragos causados, no dia 4 de Fevereiro, nas escadas de acesso à praia de Galapos e no Restaurante "João de Galapos" não foram provocados por nenhuma rotura na conduta, nem nenhum tampão foi violentamente expelido pela força das águas. O que se passou foi que durante uma reparação a cerca de 3 Kms do local o abastecimento foi cortado, e aproveitando esta momentânea falta de pressão, mãos criminosas retiraram o tampão, (que se veio a encontrar colocado no chão a cerca de meio metro da conduta), e quando a reparação atrás mencionada ficou pronta, restabeleceu-se o fornecimento e perderam-se muitas centenas de m3 de água que ao escorrerem pela encosta provocaram os estragos já referidos.
Em relação às razões deste acto de vandalismo só poderemos supor, para além da pura maldade, a irresponsabilidade de alguém que tendo sentido a falta de água (porque estava cortada) abriu indevidamente aquele tampão à procura de água e não a tendo encontrado se esqueceu de voltar a enroscar ou não se importou de o deixar aberto.
Também acrescentamos que, por várias vezes aquele tampão esteve protegido com um maciço de betão, o qual foi destruído igual número de vezes, para tornar possível o roubo de água.
Águas do Sado face ao sucedido comunicou a situação à sua Seguradora, a qual não tendo conseguido até agora inculpar o verdadeiro responsável pelos danos, aceitou assumir os prejuízos tendo já indemnizado o sr. "João de Galapos" e aceite o orçamento de reparação das escadas apresentado pelo Parque. Nessas circunstâncias Águas do Sado considerou que, a sua intervenção estava terminada um pouco do mesmo modo que quando (um cidadão tem um acidente de carro, mesmo que seja de sua culpa, assume que o assunto está resolvido a partir do momento que o lesado tem autorização de reparação).
Águas do Sado tendo tomado conhecimento, pelo seu jornal, que o responsável do Parque, sr. eng. Celso, considerava que o assunto estaria nas mãos de Águas do Sado, e desconhecendo nós essa situação, contactámos o mesmo.
Este responsável explicou-nos que sendo o processo de lançamento da obra de reparação muito burocrático e complexo e com déficit de recursos humanos, (deslocados para acções mais prioritárias) esperava que Águas do Sado viessem a dar andamento ao processo.
Naturalmente que Águas do Sado não se pode substituir ao Parque, mas contactámos já a nossa Seguradora que se apressou a aceitar dar andamento às obras e seu pagamento com o empreiteiro escolhido pela referida entidade desde que o mesmo fiscalize a obra e assine no fim desta o termo de desresponsabilização da obra.
Julgamos assim que esta questão poderá estar a chegar ao fim, só lamentamos que o verdadeiro responsável não tenha aparecido a assumir as suas acções."
00/07/14 O Setubalense
Escada de acesso à praia de Galapos
PNA desmente recebimento de indemnização
No artigo por nós publicado na nossa edição de dia 7 de Julho, sob o título "Escada de acesso à praia de Galápos continua por reparar" não foi publicada a posição do Parque Natural da Arrábida por, tal como referimos na mesma, não ter sido possível contactar o seu director, Celso Santos, que se encontrava ausente.
Assim, veio o mesmo agora esclarecer que, no que refere a uma indemnização, no valor de onze mil contos, que João de Galapos garantia ter sido recebida pelo Parque para que procedesse às obras de reconstrução da escada, a mesma "é totalmente falsa". "O PNA não recebeu essa verba, nem qualquer outra, para o arranjo da escada, pelo que a afirmação atribuída ao senhor João de Galapos falta à verdade".
Segundo Celso Santos, "em Maio de 1992, João de Galapos efectuou, ilegalmente, a abertura de um acesso ao longo da encosta, provocando a afectação da morfologia do terreno e da vegetação naturais, o derrube parcial do muro junto à estrada, bem como a inutilização do troço final da escada pré-existente que, embora em condições precárias, permitia o acesso à praia naquele ponto". Desde modo, continua Celso Santos, o PNA, "no uso das suas competências, despoletou o respectivo processo de contravenção, multando o infractor e notificando-o para repôr o terreno nas devidas condições o que não foi cumprido, obrigando estes serviços a realizar as obras no valor global de 5.000 contos. Daí foi imputada ao infractor a quantia de 1.287.310 escudos, mas apesar de ter sido condenado a pagar, mediante acção interposta junto do Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, até à data o Parque Natural e o erário público não foram ressarcidos das verbas dispendidas".
Por outro lado, e no que
respeita concretamente à destruição daquela escada,
o director do Parque Natural da Arrábida adianta que não
"tendo ocorrido causa de força maior e tendo decorrido de um processo
de abastecimento público de água, entendeu o Parque não
ter de assumir quaisquer responsabilidades neste processo, nem do ponto
de vista financeiro, nem do ponto de vista de execução da
obra de reparação", pelo que Celso Santos rejeita "qualquer
responsabilidade no acidente ocorrido e em consequência o Parque
Natural é perfeitamente alheio à reparação
dos prejuízos e à execução da obra. O PNA,
numa atitude de colaboração e solidariedade institucional
para com a empresa "Águas do Sado" disponibilizou-se para apresentar
o valor dos prejuízos, através da apresentação
de orçamentos, bem como para propor superiormente o seu envolvimento
administrativo e contabilístico neste processo, desde que a empresa
assumisse clara e inequivocamente a sua responsabilidade, ou seja, que
não subsistissem quaisquer dúvidas quanto à origem
do acidente", pelo que o Parque Natural da Arrábida aguarda "a execução
da obra de reparação da escada de Galapos, a qual não
poderá deixar de ser autorizada pelo proprietário do terreno
e apreciada pelos serviços técnicos do Parque Natural".
00/07/17 O Setubalense
Água não chega a várias zonas da cidade
Caudal de água insuficiente para abastecimento
Em Setúbal, as zonas de Vanicelos, Ferro de Engomar, Bairro do Liceu e Urbisado, entre outras, estão desde a passada sexta-feira a sofrer com a falta de abastecimento de água. Ora não há , mesmo, água, ora a pressão é claramente insuficiente.
O problema, segundo fonte da empresa "Águas do Sado", não se deve a qualquer avaria ou à influência de obras na rede ou que com ela tenham interferência, mas ao "simples" facto de a captação de caudal não ser suficiente para atender às imposições dos consumos, mais elevados que o normal numa altura em que se faz sentir forte calor. A continuar este panorama é de prever que se mantenham as dificuldades no abastecimento.
00/07/19 O Setubalense
Quebras no abastecimento de água em várias zonas da cidade
"Águas do Sado" e Câmara garantem normalidade com "injecção" na rede
O último fim-de-semana ficou marcado por duradouras quebras no abastecimento em zonas como o Bairro do Liceu, Reboreda, Ferro de Engomar, Amoreiras e outras. Tal não se ficou a dever a avarias mas a um déficit de caudal que, para a "Águas do Sado", se deveu a um excesso de consumos. Agora, segundo a citada empresa e a Câmara de Setúbal, a questão fica resolvida esta semana com um reforço de captação num furo de reserva, o que permitirá aumentar a capacidade de abastecimento em mais 20 por cento. Todavia, a CDU não aceita as explicações e fala de "falta de zelo".
Falta de água na cidade
A "salvação" está em novo furo
Durante o último fim-de-semana, algumas zonas da cidade, as mais altas, foram atingida por prolongadas quebras no abastecimento de água e pela escassez de pressão. A Águas do Sado" e a Câmara de Setúbal avançam que a solução está encontrada e passa pela abertura de um novo furo que "injectará" mais 20 por cento de caudal na rede. A CDU é muito crítica e fala de "falta de zelo".
Durante cinco dias a população de várias zonas da cidade sofreu consecutivas faltas de água, algumas das quais, como as zonas altas da cidade do Viso e Reboreda, atingiram quatro dias consecutivos de seca.
Muito embora seja habitual, em épocas do ano em que as temperaturas são mais elevadas, a ocorrência de falhas de água na cidade, o certo é que há muito que não se registava um período tão grande de "seca", como o que nos últimos dias se tem vindo a fazer sentir e que muito tem irritado a população que não consegue uma explicação válida para esta situação, uma vez que, pela cidade, não são visíveis rupturas.
Na origem do problema estão insuficiências na capacidade de produção da Águas do Sado, tal como esta empresa refere em comunicado divulgado na passada segunda-feira. Assim, aquela empresa esclarece que, desde a passada quarta-feira, "os consumos de água na cidade tem ultrapassado, em muito, os valores máximos atingidos no Verão passado" e que, "apesar da capacidade de produção de Águas do Sado ser superior à do ano passado, para o qual foi suficiente, e se ter bombeado a cem por cento durante todo o período (com excepção de algumas faltas de energia eléctrica por falhas da EDP), os referidos consumos ultrapassaram a nossa capacidade de produção e esgotaram as nossas reservas".
Ainda segundo aquela empresa, "como consequência as zonas mais altas e em extremos da rede, sobretudo as abastecidas pelos reservatórios da zona poente da cidade (Brancanes, Forte Velho e Carrascal), sentiram muitas faltas de água, sobretudo na sexta-feira e sábado", para além de domingo, dia em que "estes consumos elevados se mantiveram" e que levaram a Águas do Sado a "diminuir a pressão a algumas zonas mais baixas", tal como as zonas do Bairro do Liceu e da Avenida Rodrigues Manito, "para que as zonas até então mais carenciadas pudessem desfrutar de algum alívio". Adiantando que fez tudo o que estava ao seu alcance "para diminuir os efeitos deste enorme aumento de consumo", a empresa previa para o início desta semana, já que existia a indicação de uma diminuição da temperatura, que seria possível prever "uma normalização progressiva do abastecimento", adiantando, ainda, que cerca das 09.00 horas da passada segunda-feira, "o abastecimento estava normal em toda a cidade, embora com as reservas ainda por reconstituir". Deste modo, e como medida de intervenção profunda na resolução do problema de abastecimento de água na cidade, a Águas do Sado garante ter sido decidido "acelerar o aproveitamento do furo de reserva do Faralhão, o que disponibilizará mais 20 por cento do volume de água actualmente produzida", obra esta que estará orçada no valor de cento e quarenta mil contos, e que se encontra "já em curso e estamos a tentar que venha a estar pronta no próximo fim-de-semana", sendo pouco provável a repetição de ocorrências desta natureza a partir dessa altura. Por outro lado, esta empresa garante ainda que a Câmara Municipal de Setúbal terá já em curso "a maior parte do conjunto de obras de grande volume que visa aproveitar as captações do Pinhal das Espanholas e que quase duplicará a capacidade de produção da Águas do Sado".
O vereador Mota Ramos, responsável municipal por este sector, avançou ontem à tarde ao nosso jornal que a Câmara "não foi apanhada desprevenida com esta situação", reconhecendo embora que "houve um descontrole dos consumos" e reafirmou que com a entrada em funcionamento, esta semana, do novo furo, a situação ficará resolvida. "Houve um desfasamento de alguns dias na entrada ao activo do furo e daí o acontecido", adiantou, para terminar: "Estes problemas ficarão definitivamente resolvidos no futuro com as obras já em concurso para um novo sistema de abastecimento que custam cerca de 1.2 milhões de contos".
Vereadores da CDU falam de "descuido e falta de zelo"
Entretanto, os vereadores da CDU da Câmara Municipal de Setúbal, emitiram igualmente um comunicado sobre este assunto, no qual referem não admitir "tanto descuido e tanta incompetência" pela situação vivida pela população da cidade, "com cortes de água ao longo de semanas por razões que não são explicadas nem pela Águas do Sado nem pela Câmara" e sem que se apontem "as previsões para acabar com a situação".
Para estes vereadores, "esta situação contraria as informações prestadas por Mata Cáceres em reunião pública de Câmara, quando foi questionado pela vereação da C.D.U. sobre o atraso nas obras das captações do Pinhal das Espanholas e das necessárias adutoras e reservatórios da cidade. Apesar das promessas de Mata Cáceres, o concurso para as novas condutas estão suspensos, e outras infraestruturas que deveriam estar prontas e em funcionamento em 1999, ainda nem estão a concurso", pelo que não podem deixar de "criticar vivamente o executivo socialista da Câmara pelo descuido e falta de zelo com que tem tratado a questão do abastecimento público de água", demonstrando o presidente da Câmara, e na opinião destes vereadores, "total irresponsabilidade e insensibilidade para os problemas da água e do saneamento básico".
00/07/26 O Setubalense
Furo do Faralhão já em funcionamento
"Águas do Sado" garante maior pressão na zona poente da cidade
A empresa "Águas do Sado" emitiu um comunicado através do qual informa que a nova conduta que traz a água desde o novo furo do Faralhão até à cidade de Setúbal, "ficou pronta na sexta-feira passada", seguindo-se "testes de bombagem, lavagem e desinfecção da conduta", tendo sido iniciado no sábado à tarde "o seu funcionamento efectivo".
Segundo esta empresa, "com esta obra pronta já se reconstituiram as reservas nos reservatórios, e temos fundadas esperanças que a falta de água sentida no anterior fim de semana não se volte a fazer sentir este Verão, salvo caso de grande rotura ou avaria", uma vez que esta nova captação "permitiu alterar favoravelmente o esquema de distribuição até agora em uso, passando a permitir uma maior pressão a grande parte da zona poente da cidade", nomeadamente aos "moradores dos bairros Santos Nicolau, Afonso Costa, Camarinha, Vale do Cobro, Azeda, Monte Belo, Varzinha, Conceição, Liberdade, 2 de Abril, Pinheirinhos e São Gabriel", entre outros, "passarão a beneficiar gradualmente de maiores pressões no fornecimento de água".
No entanto, a "Águas
do Sado" adverte que, "dada a complexidade e diversidade das manobras e
o aumento de caudal envolvidos, é possível que se verifiquem
alguns levantamentos de depósitos terrosos sempre existentes no
sistema. Se tal acontecer, o que antecipadamente lamentamos, alguns consumidores
detectarão nas torneiras uma turvação na água
passageira, sem grande importância em termos de saúde, tanto
mais que a dose de desinfectante foi reforçada, como sempre se faz
nestas manobras".
00/08/18 O Setubalense
Com conclusão prevista até final do presente mandato
Câmara aprova «o milhão em obras»
Na reunião pública da Câmara Municipal de Setúbal de ontem foi aprovado um conjunto de obras no valor superior a um milhão de contos. Ao todo são quatro grandes obras: os lançamentos dos concurso públicos para execução de obras de ligação ao reservatório do Farol da Azeda e a construção do Parque Verde da Bela Vista e as adjudicações das empreitadas da Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Bela Vista e do primeiro troço da segunda fase da Via Rápida Brancanes/Cascalheira. A sua conclusão está prevista até ao final do próximo ano.
Previstas para acabar antes do final do actual mandato de Mata Cáceres
Câmara aprova quatro obras importantes
A Câmara Municipal de Setúbal aprovou ontem o lançamento de quatro obras, cujo valor é superior a um milhão de contos. Trata-se dos concursos públicos para a execução de obras de ligação ao reservatório do Farol da Azeda e a construção do Parque Verde da Bela Vista e as adjudicações das empreitadas da Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Bela Vista e do primeiro troço da segunda fase da Via Rápida Brancanes/Cascalheira. Todas elas estarão previsivelmente prontas até ao final do próximo ano, altura de eleições autárquicas.
Florindo Cardoso
Mais de um milhão de contos em obras foram aprovados ontem em reunião pública do executivo camarário sadino. São obras estruturantes, muitas delas planeadas há alguns anos, mas só agora lançadas devido à disponibilidade das verbas. As mesmas estarão concluídas, diz a Câmara, até ao final do actual mandato de Mata Cáceres, ou seja até Dezembro de 2001.
A primeira obra importante aprovada, por unanimidade, foi a abertura do concurso público para a execução da empreitada de actualização em termos técnicos, económicos e jurídicos do sistema adutor entre as captações de Pinhal das Espanholas e o reservatório localizado no Farol da Azeda. Um projecto que já tem dez anos e tem em vista reforçar o abastecimento de água à cidade. Aliás, Mata Cáceres, salientou que este projecto vai duplicar a capacidade de abastecimento de água à cidade. A obra custará cerca de 244 mil contos e terá um prazo de execução de sete meses.
00/08/21 O Setubalense
Conduta rebentada
Na Rua Mariano Coelho, na confluência com a «estrada dos Arcos», está desde há dias uma conduta de água rebentada. Moradores têm, segundo disseram ao nosso jornal, contactado a empresa responsável pela manutenção destas estruturas, mas, até à hora de fecho desta edição, a situação mantinha-se.
00/08/30 O Setubalense
Valor aprovado ontem pelo executivo camarário
Contribuição Autárquica será de 1,1 por cento em 2001
O valor da Contribuição Autárquica para 2001 foi ontem aprovado pela Câmara Municipal de Setúbal, com os votos do PS e as abstenções da CDU e do PSD. Segundo a proposta aprovada, este valor justifica-se pelo «volume de investimentos em Setúbal que atinge valores sem precedentes», entre os quais a ETAR, Escola de Turismo, construção do Parque Urbano José Afonso, construção da pista de atletismo e a modernização administrativa dos serviços.
Com a abstenção dos vereadores da oposição
Câmara aprova Contribuição Autárquica de 1,1 por cento
O valor da Contribuição Autárquica para o próximo ano vai ser fixado em 1,1 por cento. Para o executivo este valor tem em conta o volume de obras que estão a ser realizadas no concelho.
A Câmara Municipal de Setúbal aprovou ontem o valor da Contribuição Autárquica para 2001, com os votos do PS e as abstenções da CDU e do PSD. O documento apresentado por Mata Cáceres não mereceu contestação por parte dos vereadores da oposição.
Segundo a proposta aprovada, o valor de 1,1 por cento justifica-se pelo «volume de investimentos em Setúbal que atinge valores sem precedentes, destacando-se a Estação de Tratamento de Águas Residuais, a rede de interceptores, a rede de abastecimento de água, o plano geral de urbanização, estudo global de trânsito, estacionamento e sinalização informativa, a construção de zonas verdes na Bela Vista e Algodeia, a instalação da Escola de Turismo, a recuperação e conservação de habitação social, melhoria e intensificação da iluminação pública, a recuperação do Convento de Jesus, a construção da Variante da Várzea/Cascalheira, a construção do Parque Urbano José Afonso, a construção da pista de atletismo e a modernização administrativa dos serviços».
A proposta tem ainda em conta o «projecto de reforma de tributação sobre o património que propõe a abolição de cinco impostos, de onde se destaca a contribuição autárquica e a criação do imposto único» e o facto do futuro imposto «substituindo a contribuição autárquica, ter um novo valor fiscal e depender de vários factores, sendo cada um deles onerado com taxas». Além disso, as Câmaras Municipais «são intervenientes tal como já acontece hoje, mas com a possibilidade de, para a área dos prédios urbanos, dividir o concelho entre zonas centrais e periféricas e reflectir as taxas a aplicar sobre estes aspectos».
Esta taxa de 1,1 por cento
aprovada pelo executivo camarário terá agora de ser sujeita
à discussão e votação da Assembleia Municipal.