quem somos fale com o batukajé



 

 

 

 

 

 

 



 

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: : nicolas : :

:: ainda em Recife ::
Em 1993, participou do show contra a fome, ao lado de artistas como Chico Buarque, Paulinho da Viola, Chico Science, Sivuca e Antonio Nóbrega. Com o Maracatu Nação Pernambuco, abriu os shows do Olodum e de Oswaldo Montenegro.

Como percussionista convidado, tocou nas bandas Coração Tribal, Serginho de Olinda, Bambas do Hemetério e Alafin Oió. Nesse mesmo período, participou do grupo de percussão Angá Atá Namá (nome originado da mistura de tupi-guarani com iorubá, que em português significa “expandir claramente a forte consciência”), juntamente com Eder Rocha e Maurício Alves. O grupo continua até hoje, estudando ritmos afro-pernambucanos como ciranda, coco de roda, maracatu, baião, xote e cavalo marinho.

:: Florianópolis ::
De volta à ilha em 1995, Nicolas - tido como o primeiro a trazer um djembê para Florianópolis -, criou uma oficina permanente de percussão, por onde passaram os percussionistas das bandas Dazaranha, Iriê e Primavera nos Dentes.

Com Gerry Adriano da Costa, percussionista do Dazaranha, e as bailarinas Cintia Abadá e Aldelice Braga (Neguinha) montou o grupo afro Djembê do Zemba, trabalhando a capoeira, o maculelê, o afoxé, o samba de roda e a dança afro.

Em 1996, acompanhou as aulas de dança do grupo Egbe Ejogbale, da Associação Raízes Afro-Brasileiras, com o qual participou da Noite da Dança, promovida pela UFSC, e do primeiro prêmio de incentivo à dança, no CIC, em que recebeu a segunda colocação. Em 1998, participou da abertura do show do Nação Zumbi, no Largo da Alfândega e, em 1999, participou do show de Lenine, junto com Gerry Adriano.

Nicolas fez diversas parcerias com músicos e bandas da cidade: Cibele Oliveira, Primavera nos Dentes, Flor do Sereno, Elizah e Guinha, Jorge Coelho, Felag Mengu, Dazaranha, o grupo de boi-de-mamão Arreda Boi.

Em 2001 voltou à França, e durante um ano estudou os ritmos tradicionais africanos, tocando djembê e dununs. Participou de várias apresentações e shows afro-brasileiros na Companhia Oxossi, em Rennes, e das oficinas de dança da professora Aldelice Braga (Nega), sua companheira de trabalho em Florianópolis.

De volta à ilha em 2002, Nicolas e Nega criaram o Bloco Batukajé de dança e percussão afro-brasileira e africana. E, em breve, esperam fundar a Associação Cultural Batukajé, uma entidade sem fins lucrativos para e ensino de dança e percussão africanas e afro-brasileiras.

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