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| - IV - �guas puras para o primeiro banho; banho-de-cheiro de ervas silvestres. No alguidar, as folhas maceradas: jipooca, s�ndalo, ouriza e cuia-mansa, batismo agreste de cip�s e capins: �Eu te batizo ao som do tambor, se fores � guerra com Nosso Senhor.� �Eu te batizo ao som da viola, se fores � guerra com Nossa Senhora.� O sol alargava o ver�o, e na maromba mugiam vacas. Festejado dia em purifica��o do curumim, filho dessas �guas, afilhado dos rios e das matas. Paj�s das Terras tocavam gamb�s, e o som agudo se ouvia longe; e muitos chegavam com presentes, alguns com palavras de lisonjas; tarrafas, anz�is, camuris, remos, pupunhas, tucum�s, tapereb�s. O pai ganjento serve o tarub�, mijo do batismo, vinho doce, e contava hist�rias futuras com o filho, novo companheiro, de muitas pescarias de poronga, de ca�adas na espera-comedia, navegando manh�s de banzeiros. CASA VOLTAR MAIS POEMAS |
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