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| - III - Um olho d��gua recrudesce teu ubre fanado sem leite, p�treo colostro. E o curumim chora forte como a fome, �vido em sugar o mel dos teus seios como colibri que desmama jardins. Mas o teu n�ctar � de sal e �gua, ralo veio de orvalho da manh�, pingo d��gua, goteira de ver�o umedecendo a boca do menino. Talvez que ainda venha via L�ctea, do bico de uma estrela, o leite dessa cosmo-agonia de c�us e azul, cara e lenta mansid�o leitosa, encher tuas luas em forte torrente. A terra � azul, mas teu peito cardo; a terra � aro, mas teu peito �rido; a terra � teta de h�mus f�rtil, mas foi ela quem retirou teu adubo, mas � de l� que sair� o man� que amamentar� teu filho mamote. Pois � da maniva que vir� o leite, este man� que brota da terra, dessa mesma terra que trabalhaste com teus cinco dedos em ancinho, cavoucando covas e ro�ados, quadras de mandiocas e macaxeiras, para o chib� de farinha e �gua. CASA VOLTAR CONTINUA |
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