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- II - Por nove luas teu ventre foi lago, mas tu te sabias vertente de rio. Rasgando estrias em �tero r�bido, denso rio de carne se aflorava, repiquete nas ilhargas da foz. O rio menino desceu tua bacia ao encontro de outras �guas vivas, e tu sentiste o al�vio vazio, e flutuaste buscando remansos. Teus desejos de saliva �mida, desenhados no esquadro curvo, ventre de esfera desejando sal, mangas verdes, mixiras, acaris, eram logo atendidos de pronto. Guarda agora o resguardo do parto com dietas leves de peixes leves: branquinhas, acar�s e pescadas. O sexo reimoso do teu homem ser� tua primeira abstin�ncia: dezenas de cuidados e jejuns Cren�as da sabedoria do povo, ditos contados na teia do tempo em conversas de m�e para filhas, Mist�rios dos fundo das canastras, floema de Angelim que n�o se quebra, n�o ficar�s s� nesta jornada, como reza a ladainha do verde. CASA VOLTAR CONTINUA |
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