| FILHO DA FLORESTA | ||||||||
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| Excertos do livro Filhos da V�rzea | ||||||||
Anibal Be�a Verde que se faz verde prim�cia do rocio que a linfa leve aufere. Fr�gil manh� trescalando ervas, banho-de-cheiro silvestre e puro em oferenda para o nascituro. Ele vir� da luz e das �guas, das verdolengas �guas de v�rzea, como a g�rrula dos s�bios prev�, crescer� gaio � f�mbria de igap�s. Um cocho de ita�ba ser� ber�o, dossel de samambaias, canaranas, para que o novo enviado aprenda, desde muito cedo, a conviv�ncia agridoce do olor da maniva. Flava espiga, o sol do ver�o, sopra a brisa na brasa do morma�o, e o alicorne vibra o fim da tarde. S�bito, v�sper tremeluzindo, � guia e sinal aos magos de longe: chegam canoas na fr�gil maromba. Maromba, manjedoura da v�rzea, recebe Gaspar, Baltasar, Melquior. Vieram saudar curumim que nasceu; n�o viajaram em d�ceis camelos, a montaria, canoas cavi�nas; e nem trouxeram ouro, incenso ou mirra, mas cheiro-verde, peixes e beijus. CASA VOLTAR CONTINUA |
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