Estudos bíblicos

Doutrina Católica

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NOTÍCIAS

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"No princípio Deus criou o céu e a terra..." (Gn. 1,1).

"Te suplico meu filho, que olhes o céu e a terra, e vejas o quanto existem neles; e entendas que , do nada , Deus fez tudo isso" (2Mc 7,28). "E como poderia subsistir nada ; se Tu não quiseras , ou como poderia conservar-se , sem Ti?" (Sb 11,26). "Meu Pai segue trabalhando ainda , e eu também trabalho" (Jo 5,17). "E tudo Nele subsiste" (Col 1,17)

"Deus é fiel e justo" (I Jo 1:9; I Cor 10:13)

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INFO

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Pax Domini sit semper vobiscum

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Roma locuta , causa finita est

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Procure em sua paróquia os centros de ajuda aos dependentes de álcool e drogas !

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O crescimento pentecostal

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O crescimento pentecostal no Brasil é parte de um processo continental de difusão desse tipo de religiosidade a partir de igrejas norte-americanas e de seus pregadores e missionários. O objetivo é contrabalançar o peso demográfico da Igreja Católica na América Latina e também , em certa medida , deter o avanço da Teologia da Libertação. Certamente o luteranismo , o anglicanismo e o presbiterianismo tradicionais não seriam as vias mais adequadas para arrebanhar fiéis porque essas confissões possuem regras e rituais litúrgicos , por essa razão tiveram que apelar para o pentecostalismo que é mais flexivel , composto de cantos e pregações , sem obrigações rituais e sem limite de tempo. Estas seitas vendem a simplista teologia da prosperidade para os que se encontram nas condições sócio-economicas mais desafvorecidas ; como se o objetivo da mensagem religiosa fosse apenas material , lendo a Bíblia conforme o interesse da clientela. Na verdade -- como o protestantismo eliminou a figura da mediação do sacerdote e a estrutura eclesiástica una , com o livre exame da Bíblia e o sacerdócio univerrsal -- qualquer pessoa pode ser uma seita ou uma igreja particular. Não há unidade , nem coerência doutrinária mínima nesse movimento ! A única coisa que os une é atacar a Igreja Católica ; possuem divergências intenas iguais ou maiores do que em relação à doutrina da Igreja Católica ! (Editoria)

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Infalibilidade

A doutrina da infalibilidade do supremo magistério da Igreja -- do Papa e dos Concílios Ecumênicos -- não foi definida no século XIX , ela sempre existiu como um dom de Cristo , Fundador da Igreja , eternamente unido a ela. A infalibilidade papal e conciliar pressupõe a infalibilidade da Igreja. O Papa é infalível, independentemente, da aprovação do Colégio Episcopal. O Colégio Episcopal reunido em magistério solene, também possui infalibilidade, mas sempre na dependência da aprovação papal. O magistério supremo ordinário da Igreja também desfruta de infalibilidade quando os bispos por consenso e não por votação, concordam com o papa em definir uma verdade definitiva.

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XV Congresso Eucarístico Nacional ; e o novo Anjo da Guarda do Papa

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Temas do Sínodo dos Bispos

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Segundo Isidro Catela, informante do Sínodo para os jornalistas de língua espanhola, as intervenções livres de sexta-feira passada, por exemplo, foram 17(...)

Para garantir a necessária privacidade dos temas e um autêntico debate, os informantes do Sínodo não revelam os nomes dos bispos ao ilustrar os temas tratados. Relatam os temas e preocupações que surgem.

Segundo Isidro Catela, informante do Sínodo para os jornalistas de língua espanhola, as intervenções livres de sexta-feira passada, por exemplo, foram 17 sobre estes temas e nesta ordem.

-- Otimismo africano. A primeira intervenção --ovacionada-- pediu aos padres sinodais «que não se rendam» ante o mundo secularizado e disse que «nunca vamos ser politicamente corretos, Jesus tampouco o foi». --O cardeal Renato Martino, presidente do Conselho Justiça e Paz , recordou que se apresenta nestes dias a tradução ao francês do Compêndio da Doutrina Social da Igreja. Neste caso, diz-se o nome do que tomou a palavra, pois era uma comunicação técnica. --Explicar melhor a Eucaristia aos fiéis. --Esclarecer como a Eucaristia atualiza o perdão dos pecados (um dos padres sinodais recordou que há pessoas que não se aproximam para comungar porque crêem que estão em pecado mortal). --Dimensão sacrificial da Eucaristia e sofrimento dos enfermos, explicitá-lo mais no Sínodo. --Teologia da presença real, perda do sentido do mistério, subjetivismo. Explicar melhor a presença real. --Participação dos não-católicos na Eucaristia: discernimento necessário. --Exemplos de martírio contemporâneo como fator comum de identidade de alguns povos. --Sacerdotes sobrecarregados e homilias cansativas, como solucionar isto? --Colocação do sacrário em um lugar digno, que o Sínodo dê uma idéia clara a respeito. --Crítica à ordenação de pessoas casadas. A intervenção --aplaudida-- propôs os inconvenientes do clero casado nas Igrejas orientais (problemas de moradia, econômicos, de ter o «coração dividido») e exortou a cuidar do tesouro do celibato. --O exemplo de recolhimento na celebração eucarística de João Paulo II. --Exortação a que os bispos sejam modelo com sua vida de como levar a Eucaristia à vida. E que estejam em suas dioceses (o padre que interveio arrancou sorrisos) e agradeceu que o Sínodo seja mais curto para assim poder regressar logo para a diocese, lugar do bispo. A diferença com as intervenções «preparadas» é que nestas , o padre sinodal tem o texto de sua intervenção por escrito e o lê, enquanto que nesta hora da tarde o debate é mais espontâneo e sem papéis. Deste Sínodo sobre a Eucaristia, que conclui em 23 de outubro, surgirão as «proposições» que o Papa Bento XVI recolherá como fruto em um documento, a exortação apostólica pós-sinodal. (Zenit)

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Sínodo: Bispos fazem propostas disciplinadoras para recuperar a Eucaristia

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Vaticano, 10/10/2005

Cardeais e bispos participantes do Sínodo da Eucaristia destacaram a necessidade da disciplina -junto à catequese e a espiritualidade- como um dos caminhos para recuperar a reverência eucarística. O Cardeal Antonio Rouco Varela, Arcebispo de Madri, assinalou que logo depois "da antítese ao Concílio que representaram as interpretações radicalmente secularizadoras do conteúdo, significado e das formas celebrativas do Sacramento Eucarístico"; assim como "a rêmora que supôs o questionamento eclesiológico da reforma litúrgica por parte de pequenos grupos", "encontramo-nos, pois, na hora de uma nova síntese doutrinal e pastoral, esclarecedora e superadora dessas antíteses". Para isso, o Cardeal espanhol propôs "uma pedagogia canônica e pastoral, cuidadosa e respeitosa da comunhão eclesiástica que elimine o subjetivismo e a arbitrariedade nas formas da celebração e do culto eucarístico. Por sua vez, o Cardeal Francis Arinze, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos destacou a necessidade de recuperar o "ars celebrandi" (a arte da celebração), que "ajuda ao sacerdote a manter uma postura disciplinada e cheia de fé durante a Missa. Por um lado, não pode isolar-se dos presentes, e por outro, não deve ser um protagonista que oferece espetáculo". "Por isso concerne a quem participa na celebração eucarística, os coroinhas, leitores, o coro, etc. o ‘ars celebrandi’ exige boa preparação, fé, humildade e uma atenção constante ao mistério sagrado, mais que a gente mesmo", acrescentou. "Graças a uma autêntica compreensão do papel das normas litúrgicas –prosseguiu o Cardeal Arinze-, a celebração não se converte em algo corriqueiro, nem se desacraliza. Deste modo, o povo de Deus volta para casa nutrido pelo alimento apropriado, com frescor espiritual e disposto a evangelizar". O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom. William Joseph Llevada, propôs, no mesmo sentido, "que o Sínodo faça sua a recomendação de pedir que se prepare um programa pastoral – não para impô-lo mas sim para propor aos que pregam nas celebrações eucarísticas dominicais - apoiado na divisão em três anos do Lecionário, ligando a proclamação da doutrina da fé aos textos bíblicos nos quais essas verdades estão enraizadas e utilizando como referente o Catecismo da Igreja Católica e seu compêndio publicado recentemente"(Catolicanet)

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Papa pede espaço maior para a religião

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Bento 16 abriu sínodo dos bispos e ressaltou que a eucaristia impulsiona toda ação evangelizadora

Cidade do Vaticano - O 11º Sínodo dos Bispos, o primeiro do pontificado de Bento 16, foi inaugurado ontem com uma missa solene presidida pelo papa na Basílica de São Pedro, em Roma. Bento 16 pediu espaço maior para a religião na vida pública e qualificou de "hipocrisia" a exclusão de Deus. Segundo ele, quando Deus é desatrelado da vida pública e só admitido como "coisa privada" não há tolerância, mas hipocrisia, e afirmou que onde o homem se considera o único dono do mundo e de si mesmo "não há justiça". "A tolerância que só admite Deus como opinião privada, mas rejeita o domínio público e a realidade do mundo e de nossa vida é hipocrisia", afirmou o papa. O papa abriu o sínodo - cujo tema é: A Eucaristia, fonte e culminação da vida e da missão da Igreja - em missa celebrada em conjunto por mais 55 cardeais, sete patriarcas, 59 arcebispos, 123 bispos e 40 presbíteros. Joseph Ratzinger anunciou que o sínodo deverá servir para fazer uma reflexão sobre a eucaristia no ano em que a Igreja comemora o Ano da Eucaristia, do qual participam 256 prelados de 118 países. Bento 16 ressaltou que a eucaristia é o centro impulsionador de toda ação evangelizadora da Igreja, "um pouco como o coração é no corpo humano". Acrescentou ainda que, sem a celebração eucarística, a comunidade cristã perderia sua autêntica natureza. Dos 256 padres presentes, escolhidos na maioria pelas conferências episcopais, 40 foram nomeados por Bento 16. Há 55 cardeais, oito patriarcas, 82 arcebispos, 123 bispos, 36 presidentes das conferências episcopais e 12 religiosos. O sínodo durará até o dia 23, quando termina o Ano da Eucaristia. O encontro será encerrado por Bento 16, que ainda proclamará cinco novos santos. Entre eles, o chileno Alberto Hurtado Cruchaga. A princípio, estava previsto que a reunião se prolongasse até 29 de outubro. Mas Bento 16 a reduziu para que os bispos não fiquem muito tempo fora de suas dioceses. Uma das novidades do primeiro sínodo coordenado por Bento 16 é que, após as sessões diárias, os presentes terão uma hora para discussão livre. O número de representantes ecumênicos duplicou este ano, de seis para 12. A oposição das autoridades de Pequim impediu a participação de quatro bispos católicos chineses convidados.(AF)

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Papa convoca peritos para o Sínodo

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O Papa Bento XVI aprovou a convocação de peritos e auditores para a XI Assembléia Geral Ordinária do Sínodo, que se inicia no próximo Domingo (2 de Outubro). O Sínodo dos Bispos terá como tema “A Eucaristia: fonte e cume da vida e da missão da Igreja”(27/9/2005)

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Código Da Vinci

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Novo santuário do Padre Marcelo Rossi

São Paulo (SP), 30/7/2004

Novo santuário, na Avenida Interlagos, terá capacidade para receber 100 mil pessoas por dia A nova sede de padre Marcelo Rossi, na Avenida Interlagos, será o maior santuário católico do País. Quase quatro vezes maior que o atual Terço Bizantino, terá capacidade para receber 100 mil fiéis em apenas um dia. O santuário atual recebe 30 mil. Só para efeito de comparação, a basílica de Nossa Senhora de Aparecida, o maior templo mariano da América Latina, tem o limite de 35 mil fiéis sentados ou 45 mil em pé. D. Fernando Antônio Figueiredo, bispo da diocese de Santo Amaro, afirma que não há data definida para a inauguração, mas ela não passará de 2005. “Ainda temos muito a definir, mas será mesmo no próximo ano.” O novo endereço será o nº 3.823 da Avenida Interlagos, na zona sul, perto da sede atual.

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Assembléia da CNBB

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Mensagem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil à Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) por ocasião do Jubileu de Ouro

" Caros irmãos e irmãs religiosos do Brasil,

É com imensa alegria e gratidão que nós, Bispos do Brasil, reunidos em nossa 42ª Assembléia Geral, saudamos a todos vós, religiosos e religiosas do Brasil, neste significativo Jubileu de Ouro de vossa Conferência. “Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5) é palavra inspiradora da celebração jubilar. Esta palavra vos convoca a viver com renovada confiança e total disponibilidade o seguimento de Jesus, na vivência dos conselhos evangélicos, segundo a inspiração de vossos Fundadores e Fundadoras, na riqueza e diversidade dos carismas, a serviço do Reino de Deus."

42ª Assembléia Geral da CNBB

Assembléia Geral da CNBB

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Nomeado novo Arcebispo para Maringá

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Maringá (PR), 29/9/2004

Hoje, dia 29, o Papa João Paulo II nomeou arcebispo da vacante arquidiocese de Maringá (PR) Dom Anuar Battisti, transferindo-o da sede episcopal de Toledo, no mesmo Estado. Dom Anuar nasceu em 19 de fevereiro de 1953 na cidade de lajeado, PR. Foi ordenado sacerdote em 08 de dezembro de 1980 em Tupassi, PR e bispo em 20 de junho de 1998 em Toledo, PR, com o lema "Caminhai no Senhor" (Cl 2,6). Antes do episcopado Dom Anuar exerceu as seguintes atividades: Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, Vila Nova; Diretor Espiritual do Seminário Maria Mãe da Igreja de Toledo; Reitor da Comunidade dos Seminaristas Maiores da Província de Cascavel; Presidente da OSIB; Presidente da OSLAM (Organizações dos Seminários Latinoamericanos); Secretário Executivo do CELAM no DEVYM; Pároco da Paróquia São Pedro e São Paulo, Toledo; Administrador Diocesano de Toledo Durante o episcopado Dom Anuar exerceu a função de Presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada. CNBB

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Papado não é exercício de poder, mas sim de verdade e amor, diz o Card. Ratzinger

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Cidade do Vaticano, 30/9/2004

Durante a Missa presidida na terça-feira à tarde com ocasião dos Pontífices defuntos Paulo VI e João Paulo I, o Cardeal Joseph Ratzinger, Decano do colégio cardinalicio, assinalou que o pontificado não é exercício de poder, mas sim um serviço apoiado na verdade e o amor. Durante a homilia, o Cardeal assinalou que o amor e a verdade são “os dois pólos da missão confiada aos sucessores de Pedro”; e explicou que “apascentar o rebanho de Cristo e amar ao Senhor são o mesmo.” “É o amor de Cristo que guia as ovelhas pelo caminho reto e constrói a Igreja”, afirmou; e explicou que esta era a chave da visão que Paulo VI tinha do Concílio Vaticano II e da primazia do Papa. “Todos nós aos pés de Cristo, para ser servos de Cristo, para servir o Evangelho: A essência do cristianismo é Cristo -não uma doutrina, mas sim uma pessoa e evangelizar é guiar à amizade com Cristo- à comunhão de amor com o Senhor, que é a luz verdadeira de nossa vida”. O Cardeal recordou além disso que a primazia do Pontífice “em sua essência íntima não é um exercício de poder, mas sim ‘levar o peso de outros’, é responsabilidade do amor. O amor é justo o contrário da indiferença com o próximo”. “E o amor de Cristo – adicionou - é amor pelos pobres, pelos que sofrem. Sabemos muito bem como nossos papas se comprometiam com força contra a injustiça, pelos direitos dos oprimidos, dos que não tinham poder”. “O amor seria cego sem a verdade”, sublinhou o Cardeal. “depois da comunhão pedimos ao Senhor que faça que os Sumos Pontífices, seus sucessores, ‘entrem em plena posse da verdade, em que com coragem apostólica confirmem a seus irmãos’”. “Paulo VI e João Paulo I confirmaram ‘com coragem apostólica’ a seus irmãos. Em um tempo onde vemos como Satanás ‘prova como o trigo’ os discípulos de Cristo, a fé imperturbável dos Papas foi visivelmente a rocha em que se assenta a Igreja”, concluiu Aci digital

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João Paulo II beatificará no dia 3 de outubro Pedro Vigne (1670-1740)

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Cidade do Vaticano, 28/9/2004

No próximo domingo --a uma semana do começo do «Ano da Eucaristia»-- João Paulo II proporá à Igreja universal a vida e testemunho de um incansável missionário e apóstolo do Santíssimo Sacramento, quando beatificar na Praça de São Pedro (no Vaticano) o sacerdote francês Pedro Vigne (1670-1740). «Sua especialidade foi a pregação itinerante, a devoção à Eucaristia e o ministério das confissões», explicou o cardeal José Saraiva Martins --prefeito da Congregação para as Causas dos Santos-- quando, na presença do Papa, leu, no dia 19 de abril passado, o decreto de reconhecimento de um milagre que abriu as portas à beatificação de Pedro Vigne. Privas (França) --uma cidade muito marcada ainda pelas conseqüências das guerras de religião do século anterior entre católicos e protestantes-- é onde nasceu Pedro, no dia 20 de agosto de 1670. Depois de desfrutar de uma formação intelectual de bom nível, ao final de sua adolescência «de repente sua vida se viu transformada pela tomada de consciência da presença de Jesus Cristo na Eucaristia», explica a Santa Sé em uma biografia do futuro beato. Esta experiência orientou Pedro «definitivamente para Jesus, que entrega sua vida na Cruz por nosso amor e que, pela Eucaristia, não cessa de dar-se a todos», prossegue. Em 1690 Pedro ingressou no seminário sulpiciano de Vivieris e foi ordenado sacerdote no dia 18 de setembro de 1694 em Bourg Saint Andéol, pelo bispo de Viviers, e destinado como coadjutor a Saint Agrève. Durante seis anos exerceu ali seu ministério sacerdotal. Atento para discernir através dos acontecimentos a vontade do Senhor sobre sua vida, Pedro seguiu o chamado a ser missionário entre o povo simples e decidiu entrar na Congregação dos Lazaristas em Lyon em 1700. Ali recebeu uma sólida formação para a pobreza e as «missões populares» e começou a percorrer povoados e cidades com seus companheiros para evangelizar o povo cristão. Seis anos depois deixou voluntariamente os Lazaristas, ainda que mais que nunca lhe movia a paixão das almas, sobretudo as pessoas dos povoados e comunidades. «Depois de um breve tempo de busca, sua vocação se delineia com firmeza e adquire um rumo firme», acrescenta a Santa Sé. Então o futuro beato se fez «missionário itinerante», aplicando seu próprio método ao submeter sempre seu ministério à autorização de seus superiores hierárquicos. Sem descanso e durante mais de trinta anos percorreu a pé ou a cavalo os caminhos do Vivarais, do Dauphiné e outros muitos para fazer conhecer, amar e servir a Jesus Cristo. Pregava, visitava os enfermos, catequizava as crianças e administrava os sacramentos. Inclusive levava nos ombros seu confessionário para estar sempre disponível para oferecer a misericórdia de Deus através do sacramento da Reconciliação. Celebrava a Missa, expunha o Santíssimo Sacramento e ensinava os fiéis a adorar. A Virgem Maria, «Lindo sacrário de Deus entre os homens», tinha um lugar de predileção na oração e no ensinamento do Pedro Vigne. No transcurso de suas missões, em 1712 chega a Boucieu le Roi, onde com a ajuda dos fiéis levantou uma Via Crucis de 39 estações --para ensinar a seguir a Jesus desde a última Ceia até a Páscoa e Pentecostes -- através do povoado, dos campos e da montanha. Boucieu seria sua residência fora das missões. Foi onde reuniu algumas mulheres às quais pediu que «acompanhassem os peregrinos» da Via Crucis para ajudá-los a meditar e a orar, e onde também fundou, em 1715, a Congregação das Irmãs do Santíssimo Sacramento. Pedro Vigne convidou as novas religiosas a fazer turnos para adorar Jesus presente na Eucaristia e a viver juntas fraternalmente. Encomendou a elas também a tarefa de ensinar a juventude. Atento à necessidade de educar as crianças, o sacerdote abre escolas e cria um «seminário de Regentes» como se chamavam então, as mestras de classe. Quando ia a Lyon sempre visitava seus antigos mestres de São Sulpício a fim de encontrar seu confessor e seu diretor espiritual. Atraído pela espiritualidade eucarística dos Padres do SS. Sacramento, fundados por Mgr. d'Authier de Sisgaud, é admitido como associado nesta sociedade sacerdotal em 25 de janeiro de 1724, em Valence e se beneficia de sua ajuda espiritual e temporal. «O vigor deste caminheiro de Deus, a intensidade de sua atividade apostólica, suas longas horas de adoração, sua vida de pobreza, testemunham não somente uma robusta constituição física, mas acima de tudo, um amor apaixonado por Jesus Cristo que amou os seus até o fim (cf. Jn, 13, 1)», sublinha a Santa Sé. Aos 70 anos entretanto, ele ressente os efeitos da fadiga. Durante uma missão em Rencurel nas montanhas do Vercors, acometido por um mal-estar, é obrigado a interromper sua pregação. Apesar de todos os seus esforços para celebrar ainda a Eucaristia e exortar os fieis ao amor de Jesus, ele sente seu fim se aproximar, exprime ainda seu imenso ardor missionário, depois se recolhe na oração. Pedro Vigne faleceu no dia 8 de julho de 1740. Seus restos mortais estão sepultados na pequena igreja de Boucieu. Zenit.org

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Ire ad ecclesiam vrbei

Adveniat regnvm tvvm

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Papa aconselha bispos a manter a unidade de fé e da Igreja

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Castel Gandolfo , 17/9/2004

A salvaguarda da fé e da unidade da Igreja foi a prioridade que João Paulo II apresentou esta quinta-feira a novos bispos de terras de missão. Tratava-se de 130 prelados, em sua maioria jovens, de países de língua francesa, espanhola e portuguesa procedentes de África, Ásia, América e Oceania, que participam até o próximo sábado de um seminário de estudo promovido pela Congregação para a Evangelização dos Povos. «Em todas as culturas», disse o Santo Padre ao dirigir-se aos bispos, «vossas Igrejas» «estão chamadas a manifestar a comunhão da única Igreja de Cristo, na fidelidade ao Magistério». «Vossa primeira preocupação é a de ser guardiões diligentes da integridade da fé e da unidade da Igreja», afirmou. «Chamados a seguir a Cristo, prestai atenção a fazer que cresça sem cessar a comunhão com o Romano Pontífice e com os demais bispos, especialmente no seio de vossa conferência episcopal e de vossa província eclesiástica», recomendou o Papa. O segundo conselho que deixou aos prelados, em cujos rostos se refletia uma extraordinária riqueza de países e etnias, foi o de serem «modelos para o povo cristão tirando da experiência espiritual, de uma vida sacramental intensa, de uma formação permanente, a força para ser servidores do Evangelho». «O bispo deve promover incansavelmente uma autêntica pastoral e uma pedagogia da santidade», declarou o Santo Padre. O Santo Padre resumiu estes conselhos em uma expressão do apóstolo São Paulo tomada da primeira Carta aos Coríntios (9, 16): «Pregar o Evangelho não é para mim nenhum motivo de glória; é mais um dever que me incumbe. E ai de mim se não pregar o Evangelho!». Entre os bispos presentes na audiência com o Papa, as nações mais representadas eram Madagascar, República Democrática do Congo, Vietnã e Colômbia. É o segundo curso para novos bispos de terras de missão que a Santa Sé organiza. No ano passado convocou 169 prelados de língua inglesa. O seminário foi presidido pelo prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, o cardeal Crescenzio Sepe. A este organismo vaticano corresponde «dirigir e coordenar em todo o mundo a obra de evangelização dos povos» nos assim chamados territórios de missão, segundo estabeleceu João Paulo II (constituição apostólica «Pastor Bônus», 28 de junho de 1999).

Zenit.org

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Cartilha da CNBB

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A Conferência Nacional dos Bispos no Brasil (CNBB) está orientando os católicos de todo o País a cobrar dos candidatos a prefeito e a vereador o combate ostensivo de combate à fome e à miséria. Em cartilha que começou a distribuir às 8,7 mil paróquias do País, a Igreja Católica pede aos fiéis promovam debates com os candidatos e arranquem deles o compromisso de que vão lutar, depois de eleitos, para reduzir a fome e a miséria em suas comunidades. "Nossa orientação é que a questão seja municipalizada e não prefeiturizada ou partidarizada", afirma o padre Matias Martinho Lenz, secretário-executivo do Mutirão Nacional para a Superação da Miséria e da Fome, da CNBB.

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Monges beneditinos lançam edição especial de cantos gregorianos

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Madri (Espanha), 10/5/2004

Há dez anos do grande sucesso obtido pelo CD de música gregoriana que lançou o Coro dos Monges da Abadia Beneditina de Santo Domingo de Silos na Espanha, a casa discográfica que editou a histórica produção colocou à venda uma edição especial pelo simbólico aniversário.

A produtora Emi-Virgin, que através da filial espanhola obteve os direitos de produção e distribuição do CD, lembrou em um comunicado que aquele disco manteve-se durante um bom tempo em primeiro lugar nas listas de mundiais de venda, e que ainda hoje, depois de dez anos, os negócios da rede vendem semanalmente 300 exemplares que se somam aos 3 milhões vendidos nos dois primeiros anos de sua publicação.

A casa discográfica Emi-Virgin produziu uma versão especial com uma seleção de cantos gregorianos. O mercado europeu conta com 300 mil exemplares em circulação e a versão para o mercado norte-americano está em processo de definição.

Aci digital

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Os milagres, veículos de uma mensagem de salvação

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Roma (Itália), 21/10/2003

O elevado número de canonizações e beatificações do pontificado de João Paulo II, aumentado com a beatificação de Madre Teresa de Calcutá no domingo passado, despertou o interesse por um aspecto que parece desafiar a razão: os milagres. Para os teólogos, um milagre «é o veículo e uma mensagem salvífica, um prodígio extraordinário que suscita admiração. Um evento que ultrapassa as leis materiais», sua finalidade «não é maravilhar, mas transmitir uma mensagem de salvação», explica Dom José Gutiérrez, relator da Congregação vaticana para as Causas dos Santos. Em sua conferência titulada «Os milagres nas causas dos santos, encontro ciência-fé», organizada entre as atividades do Mestrado de Ciência e Fé do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, em Roma, Dom Gutiérrez abordou as fases do processo que conduz à proclamação de santidade de um servo de Deus, a cuja intercessão serão atribuídos necessariamente milagres. «A beatificação ou canonização é um ato pontifício que se apóia em um estudo prévio realizado pela Congregação para as Causas dos Santos», explicou Dom Gutiérrez. Trata-se de um processo que, no âmbito diocesano, recolhe as provas das virtudes do candidato. «São examinados os escritos e ouvidos os testemunhos sobre sua vida», declarou em sua palestra proclamada na última terça-feira. Sobre as bases das atas do processo é elaborado um informe «que na gíria se denomina "Positivo"» em que se recolhem todas as provas. «Depois há a consulta médico-científica para verificar a autenticidade do milagre», sublinhou. Posteriormente, toda a documentação «passa pela consulta de teólogos --acrescentou Dom Gutiérrez-- e tudo é crivado pelo promotor da Fé, ex-advogado do diabo». Finalmente, após estas provas, todo o informe passa aos bispos e aos cardeais para terminar chegando ao Papa, que, «tendo em conta as provas e os pareceres das diferentes comissões, beatifica e canoniza», confirmou. «Em síntese, reafirmou o relator da Congregação para as Causas dos Santos, para dar vida a causas de beatificação e canonização têm valor as provas, a fama de santidade e o milagre», e este último ponto se prova através da comissão médico-científica e da «certeza moral», porque o «ato milagroso deve ter ocorrido depois de súplicas, orações ou petições de intercessão». Em qualquer caso, do ponto de vista doutrinal, Dom Gutiérrez pontuou que «somente Deus realiza milagres; Maria e os santos intercedem». Segundo São Tomás, «é milagroso o que supera toda natureza criada e só Deus pode fazê-lo». A razão pela qual Deus realiza milagres está em que «é um Pai muito atento à sua família, escuta as súplicas e se comove, e intervém por amor a seus filhos», concluiu Dom Gutiérrez. Zenit.org

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Papa fala da importância de meios de comunicação católicos

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20/05/2004

VATICANO, quinta-feira, 20 de maio de 2004 (ZENIT.org)- João Paulo II pediu a todos os fiéis que se dêem conta da importância que os meios de comunicação católicos têm no «clima cultural em que todos vivemos».

O pontífice alentou o compromisso da Igreja nos meios de comunicação social esta quinta-feira, ao receber no Vaticano a assembléia geral da Conferência Episcopal Italiana, que aprovou no dia anterior um Diretório que leva por título «Comunicação e missão».

«Conhecemos bem a influência penetrante que exercem hoje os meios de comunicação sobre as maneiras de pensar e sobre os comportamentos, pessoais e coletivos, orientando para uma visão da vida que infelizmente tende com freqüência a corroer fundamentais valores éticos, em particular, os que afetam a família», constatou o bispo de Roma.

«Os meios de comunicação se prestam para ser utilizados também com diferentes finalidades e resultados, contribuindo de uma maneira notável à afirmação de modelos positivos de vida e à própria difusão do Evangelho», acrescentou.

João Paulo II assegurou que se encontra «ao lado» dos bispos italianos «no compromisso com o qual, desde já há muitos anos, sustentam e promovem o jornal católico («Avvenire», ndr.) e os semanários diocesanos».

Mais recentemente, constatou o Santo Padre, o compromisso dos bispos do país neste terreno se fez mais intenso, com «uma qualificada presença cristã no âmbito radio-televisivo», em particular com o canal Sat2000.

«Desejo profundamente que todos os católicos italianos compreendam e compartilhem a importância deste compromisso, contribuindo a fazer mais positivo e sereno o clima cultural no qual todos vivemos», afirmou.

O novo «Diretório» dos bispos italianos, «Comunicação e Missão», apresenta uma nova figura pastoral, «o animador da Comunicação e da cultura» nas comunidades católicas.

Segundo explicou esta quarta-feira em uma coletiva de imprensa Dom Francesco Cacucci, arcebispo de Bari-Bitonto e presidente da Comissão Episcopal para a Cultura e as Comunicações Sociais, esta pessoa tem como missão «favorecer a integração da mensagem cristã nos meios de comunicação».

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Congregação Mariana

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A primeira Congregação Mariana foi fundada em 1563, no antigo Colégio Romano - hoje Universidade Gregoriana - na chamada "Cidade Eterna", Roma, Itália. O grupo inicial contava com seis jovens de cerca de 16 anos, orientados por um sacerdote jesuíta, o pe. Jean Leunis, SJ. Após as aulas, eles reuniam-se em uma das salas, arrumavam um altar para a Virgem Maria, com flores e uma Imagem, e juntos cantavam as Vésperas do Ofício Divino, cantos marianos, escutavam leituras de livros de piedade e palestras proferidas pelo sacerdote. Após as reuniões, de início semanais, depois diárias, se propunham entre si atos concretos de apostolado que na época eram visitas aos doentes e encarcerados, ensino da Doutrina Cristã e visitas ao túmulos dos Santos Mártires. A direção do grupo ficava a cargo de um leigo, o Presidente - revolução para a época - e os participantes tinham a tutela espiritual de um sacerdote, coisa também rara. Em 1583, o papa Gregório XIII, por meio da Bula "Omnipotentis Dei", erigiu a Congregação do Colégio Romano como "mãe e cabeça" de todas as demais que existiam ou viessem a existir, dando Indulgências e Privilégios vários àquela associação que agora contava com cerca de 1500 membros. As Congregações se espalharam por todo o Mundo e mesmo com a supressão da Companhia de Jesus em 1777, continuaram seu trabalho. Em nosso século, o papa Pio XII publicou a Constituição Apostólica "Bis Saecularii Die", fazendo das Congregações Marianas um patrimônio da Igreja Universal e não somente da Companhia de Jesus. A partir de então, qualquer Bispo poderia erigir Congregações e qualquer sacerdote poderia ser o Assistente-Eclesiástico, mesmo não sendo jesuíta. Em 1970, a Federação Mundial das Congregações Marianas mudou seu nome para Federação Mundial das Comunidades de Vida Cristã. Muitas Congregações pelo mundo mudaram seu nome para "Comunidades de Vida Cristã" (CVX) e descaracterizaram o traço original das clássicas Congregações Marianas. No Brasil, as Congregações mantiveram seu nome e característica quadrissecular, e, em 1994, criaram uma associação ligada diretamente à CNBB: Congregações Marianas do Brasil. A nova Regra das Congregações do Brasil, foi promulgada em 1994, de acordo com as características e pensamento contemporâneo eclesial e vigora até hoje.

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2004-05-27

João Paulo II recebe medalha comemorativa do terceiro centenário de São Petersburgo

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VATICANO, quinta-feira, 27 de maio de 2004

(ZENIT.org).- João Paulo II recebeu esta quinta-feira a medalha comemorativa do terceiro centenário de São Petersburgo das mãos do presidente da Assembléia Legislativa da cidade russa, Igor Seergevich Rimmer.

Este gesto, afirmou o Papa em um discurso em russo pronunciado ante Rimmer e a delegação da cidade que lhe acompanha, «quer testemunhar os sentimentos de recíproca atenção e de intensas relações que São Petersburgo e a Sé Apostólica mantiveram através dos três séculos da fundação da cidade».

São Petersburgo, cidade natal do presidente Vladimir Putin, celebrou no final de maio do ano passado seu terceiro centenário de fundação com algumas celebrações que culminaram com uma reunião de mais de 40 chefes de Estado e de governo.

«Em São Petersburgo, porta que introduz ao grande país da Federação Russa, tudo fala do fecundo diálogo cultural, espiritual, artístico e humano entre Europa Ocidental e Europa do Leste», reconheceu o Papa ao receber a seus hóspedes russos.

«Formulo o desejo de que esta atitude construtiva de abertura continue exercendo sua influência positiva em benefício da compreensão recíproca entre pessoas de tradições humanas, religiosas e espirituais diversas», concluiu.

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30/05/2004

Papa deve beatificar inspiradora de "A Paixão de Cristo"

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Por Tom Heneghan

PARIS (Reuters) - A freira alemã do século XIX cujas visões ensanguentadas da morte de Jesus inspiraram o filme "A Paixão de Cristo", de Mel Gibson, será posta em breve no caminho da santidade, disseram autoridades da Igreja Católica.

Anne Catherine Emmerich, uma mística enferma que viveu de 1774 a 1824, já é praticamente cultuada entre os católicos tradicionalistas pelo livro que deu a Gibson os detalhes não fornecidos pelos Evangelhos.

O Vaticano afirma que o Papa João Paulo II beatificará Emmerich por sua vida virtuosa, não pelo livro famoso, mas a cerimônia do dia 3 de outubro divulgará ainda mais os relatos da Paixão de Cristo, considerados por alguns críticos como sendo medievais e anti-semitas.

"A beatificação será quase certamente interpretada como uma aprovação destes relatos", escreveu em tom de desaprovação o padre John O'Malley, historiador clerical, na revista americana Jesuit weekly America.

O bispo Reinhard Lettmann anunciou a data da beatificação na semana passada na diocese de Muenster, na Alemanha, onde Emmerich viveu. A beatificação é o último passo antes da santificação na Igreja Católica.

Lettmann ressaltou o fato de a freira ter levado forças a outras pessoas apesar de sua própria fragilidade, um assunto apreciado por João Paulo II, que aos 84 anos ainda pontifica apesar de sofrer do mal de Parkinson.

"IMAGENS IMPRESSIONANTES"

Apesar de afirmar que seu filme foi fiel aos Evangelhos, Mel Gibson evidentemente se baseou no livro de Emmerich, "A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo" para criar algumas cenas marcantes.

O episódio em que Maria enxuga o sangue do filho depois de seu sádico suplício é puro Emmerich. Nenhum Evangelho menciona um demônio encapuzado incitando os judeus a exigir a crucificação de Cristo ou seguindo-o enquanto carregava a cruz.

"Imagens impressionantes --ela me deu idéias que eu jamais teria", disse Gibson em uma entrevista no início do ano.

"O que se vê no texto dela é uma cristandade muito visceral", afirma Diane Apostolos-Cappadona, professora de artes na Universidade Georgetown, em Washington.

"É muito cru e se aplica bem a uma cultura moderna com um alto nível de violência", disse à Reuters. "Não é algo que se queira ler para os filhos antes de dormir."

Outro problema com "A Dolorosa Paixão" é o anti-semitismo.

Emmerich retrata os judeus como cruéis assassinos de Cristo, idéia rejeitada pela Igreja como parte das reformas feitas durante o Segundo Conselho do Vaticano (1962-1965).

"Eu não recomendaria o livro a ninguém", escreveu o padre O'Malley.

O Vaticano suspendeu um pedido anterior de beatificação de Emmerich em 1928 devido à preocupação de que o poeta romântico alemão Clemens Brentano, que escreveu sobre as visões da freira, pudesse ter embelezado os relatos dela com seus próprios detalhes.

Mas o caso foi reaberto em 1973 e aprovado em julho de 2003, oito meses antes do filme de Gibson.

"As vendas do livro foram às alturas", afirma Apostolos-Cappadona, que analisa o filme de Gibson no livro a ser publicado "Revisando a Paixão".

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23 anos do atentado na praça de São Pedro

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Vaticano, 12/5/2004

Hoje faz 23 anos do atentado contra João Paulo II na praça de São Pedro, quando as balas do revólver do Ali Agca, atingiram o homem que contribuiria para mudar o curso da história, em particular da Europa.

Um aniversário que o Papa ontem não citou, também se no final da audiência geral exortou os fiéis a se dirigirem “incessantemente e com confiança” a Nossa Senhora de Fátima, que hoje é venerada pela Igreja Católica, para marcar a primeira das aparições, em 1917, a três crianças portuguesas. Nossa Senhora à qual confiar “todas vossas necessidades”, acrescentou o Papa, que sempre teve uma particular ligação com Fátima, ao ponto de inserir na coroa de Maria uma das balas que o feriram gravemente. O Santo Padre, de fato, sempre atribuiu o fato de não ter morrido com os tiros de Agca à intercessão de Nossa Senhora de Fátima.

Eram as 17h19 de 13 de maio de 1981, uma tarde de calor em Roma, quando alguns tiros de revólver ecoaram na praça de São Pedro entre a multidão presente para a audiência geral: João Paulo II, atingido, reclinou-se no papamóvel descoberto, amparado pelos seus mais estritos colaboradores, numa corrida desesperada para o hospital. O Papa, gravemente ferido no abdômen, correu o risco de vida enquanto era transportado ao Hospital Gemelli, onde enfrentou uma longa e delicada cirurgia, conseguindo sobreviver.

O atentado foi logo relacionado com Fátima: no ano 2000, por ocasião do Jubileu, João Paulo II deu a conhecer o conteúdo do “terceiro segredo de Fátima”, interpretando-o exatamente como uma profecia de um atentado contra o Pontífice romano e identificando-se ele como esse Pontífice.

Pela publicação do terceiro segredo, a 13 de maio de três anos atrás, o Papa Wojtyla foi a Fátima, onde já tinha ido após o atentado em sinal de agradecimento a Nossa Senhora. Como prova de sua devoção, João Paulo II, de fato, tinha doado ao santuário de Fátima, a bala que lhe fora retirada do intestino, que como uma pérola foi inserida na coroa da estátua de Nossa Senhora. A faixa branca com seu sangue que vestia no dia do atentado, no entanto, encontra-se no santuário polonês de Jasna Gora, cuja imagem é venerada há muitos séculos como símbolo da nação polonesa.

Um aspecto particular do atentado é o perdão que João Paulo II concedeu a Ali Agca: o turco foi perdoado pelo Papa alguns dias depois do atentado, durante o primeiro Ângelus que Karol Wojtyla rezou quatro dias depois de ter sido ferido, do apartamento do Hospital Gemelli. João Paulo II renovou o perdão a Agca no dia 27 de dezembro de 1983, quando encontrou Agca no cárcere de Rebibbia: “O que falamos – explicou o Pontífice depois – é um segredo entre mim e ele. Falei-lhe como se falaria a um irmão que perdoei e goza de minha confiança”.

Ali Agca, depois, em junho do ano 2000, durante o Jubileu, conseguiu a graça das autoridades italianas – após 19 anos de prisão num cárcere de segurança máxima – e foi expulso para a Turquia onde está cumprindo pena por crimes cometidos naquele país.

SN

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Amigo íntimo do Papa Paulo VI diz que restrições ao Concílio Vaticano II feitas por Marcel Lefebvre tinham fundamento

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No dia 11 de outubro de 1992 - o 30º aniversário da abertura do Concilio do Vaticano Segundo - o jornal italiano "La Stampa" publicou uma entrevista com Jean Guitton , 91 anos , intelectual francês , amigo de João XXIII, e confidente de Paulo VI desde seu primeiro encontro em 1936 até a morte do segundo em 1978. A entrevista mostra um católico liberal, dividido entre a crença no mundo moderno e a crença na Fé Católica. O Concílio Vaticano II foi mal implementado , apesar dos seus aspectos positivos!

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João Paulo II nomeou Dom Moacyr José Vitti arcebispo de Curitiba.

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Dom Moacyr foi bispo auxiliar de Dom Pedro Fedalto por 14 anos. Bem vindo, Dom Moacyr. Sua posse está marcada para o dia 18 de junho. Dom Moacyr substitui Dom Pedro Fedalto, arcebispo de Curitiba desde 1970 Nascimento: 30/11/1940 Local: Piracicaba - SP - Brasil Filiação: João Vitti Cornélio e Sophia Vitti Profissão Religiosa: 09/12/1960 Ordenação Presbiteral: 16/12/1967 Local: Campinas - SP Nomeação Episcopal: 18/11/1987 Ordenação Episcopal: 03/01/1988 Foi bispo auxiliar de Curitiba até maio de 2002, quando assume a diocese de Piracicaba, SP. Estudos Filosofia: Instituto Gaspar Bertoni, Campinas - SP Teologia: Instituto Gaspar Bertoni, Campinas - SP Especialização: Catequese - ISPAC, Rio de Janeiro - RJ Doutoramento: Teologia Dogmática - Instituto Angélico , Roma, Itália Outros Cursos: Licen;a em Filosofia - Faculdade de Mogi das Cruzes. Atividades antes do Episcopado: Pastoral Vocacional na Congregação Estigmatina, Conselherio Provincial dos Estigmatinos, Conselheiro Geral dos Estigmatinos; Provincial da Província Santa Cruz dos Estigmatinos. Atividades como Bispo: Responsável pelas Paróquias da Periferia de Curitiba, PR; Responsável pelas Pastorais, Movimentos, Associações, Ensino Religioso, Responsável pela Pastoral Universitária do Regional S2. Livros de sua autoria: Tese de Doutorado sobre Pastoral Vocacional - A Vocação à Luz do Vaticano II.

Continuação da Seção

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