O Pássar Negro

 

A TAVERNA DA CIDADELA: O PÁSSARO NEGRO

O Pássaro Negro é uma taverna de tamanho considerável. O térreo comporta várias mesas redondas e cadeiras, geralmente ocupadas por moradores locais ou menos costumeiramente, por peregrinos e forasteiros. O salão possui duas janelas de madeira onde a vista daria para a rua, mas no momento ambas estão fechadas. Cerca de meia dúzia de tochas estão espalhadas pelo recinto, com a finalidade de proporcionar aos ocupantes da taverna uma razoável visibilidade. Algumas atendentes passam com bandejas levando vinho ou comida para os ocupantes da taverna, enquanto o taverneiro Jhon Valber troca constantemente com alguns de seus clientes que estão sentados em bancos próximos ao balcão.

Enquanto alguns comem ou bebem sossegados, outros riem, conversam, jogam dados apostando moedas. Em meio a um ambiente vivo e relativamente alegre sons de uma bela melodia e canto, --- ambos relativamente doces--- pode ser ouvida, entrando em completa sincronia e harmonia com todo o ambiente do local: trata-se de um meio-elfo e uma meia-elfa que tocam e cantam alegremente, excitando muitos com sua música. Enquanto o meio-elfo retira de seu alaúde a bela melodia ouvida, a meia-elfa acompanha o seu ritmo, cantando, sapateando e dançando de forma suave e em grande estilo, contagiando muitos dos presentes, que ou cantam com ela ou tentam dançar, mesmo que de forma desajeitada.

GRUPO DE FUNCIONÁRIOS DO PÁSSARO NEGRO

Allan: O responsável pelo estábulo de Jhon Válber. Um rapaz de 15 anos, alto e magro, cabelo e olhos castanhos, conhecidos por ser muito curioso e também por cuidar muito bem dos animais.

Gabrielle Vilmor e Samanta Vilmor: Irmãs gêmeas, ambas com 18 anos, longos cabelos negros até a cintura, olhos castanhos escuros, andam sempre bem limpas, educadas e simpáticas, são as camareiras e atendentes do Pássaro Negro. Elas sabem ser bem discretas, eficientes e se mantém caladas sobre o que vêem nos quartos, só não o fazendo apenas quando algo parecer ameaçar de alguma forma a comunidade.

Erik: É o carpinteiro da taverna, responsável por eventuais reparos que o estabelecimento necessite, pois brigas às vezes deixam seus rastros. Homem de poucas palavras, reservado, de meia-idade, que prefere apenas fazer o seu serviço em paz e sossegado. Não gosta de se envolver em nenhum tipo de balbúrdia ou confusão.

Clarissa: A cozinheira e copeira do Pássaro Negro. Ela crê com grande veemência que sua comida é uma obra de arte e dedica-se com louvor a profissão. Por isso, sua comida é muita bem conhecida e falada pela Cidadela. Algumas vezes a comida atrasa devido a sua “mania de perfeição”, o que acaba gerando reclamações dos clientes, mas geralmente quando degustam de sua comida, eles sentem-se reconfortados e com a sensação de que valeu a pena esperar tanto. Clarissa é uma mulher de meia-idade, muito faladeira, sempre disposta a contar uma história relacionada a suas praxes na cozinha. Seus cabelos grisalhos estão sempre presos quando está na cozinha, coberto por um pano. Anda sempre com um xale preto sobre os ombros. Alguns dizem que ela entende de poços místicas, mas ela nunca confirmou esta questão.

Allina Halarran e Dartsen von Sollan: São os que tocam e dançam pela taverna trazendo consigo a alegria e a felicidade para os corações dos mais humildes. Allina é uma bela meia-elfa com aparência de uma jovem humana com 20 anos, de 1,60 de altura, longos cabelos castanhos cacheados, olhos amendoados, pele alva, geralmente aparecendo em público usando um belo vestido vermelho. Usa brincos dourados em forma de meia lua e suas mãos estão cobertas por um belo par de mitenes e um anel de prata. Anda sempre muito perfumada; seu sorriso e simpatia são de impressionar.
Dartsen é um meio-elfo com aparência de um jovem humano de 25 anos, de cabelos dourados, olhos de um azul profundo, pele alva, medindo cerca de 1,75 de altura. Geralmente está de calças, botas e blusas, todas de uma coloração esverdeada. Seu pescoço adorna um belo colar de prata, com uma insígnia em formato de meia lua. Ainda em seu punho estão braceletes parecendo ser feitos de marfim. Assim como Allina, Dantsen costuma sempre estar bem perfumado, não se importando com as piadas corriqueiras sobre tal costume por parte dos homens humanos. A única coisa que parece tirar Dartsen do sério é quando tentam mexer em seu alaúde, pois parece ter um grande ciúme de tal objeto.

Planta da taverna

Fonte: Descriçã da Taverna feita pelo player do Voltaire.

Brasão e Layout por Panacea Design

Webmaster: Alisson

Hosted by www.Geocities.ws

1 1