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Aureliano
O Imortal Aureliano de
Figueiredo Pinto identificou em 1928 no RS
os da cidade (centro), e os campeiros (periferia): que esta observação
se limite entre campeiros (o poeta tinha na mira de sua alusão Augusto
Meyer e Moysés Vellinho, que tinham reconhecidamente o mau hábito
de se apropriar das boas idéias e sugestões alheias), porque
se a cidade a pilha - ai de nós! Aí os pneumogástricos
literários no-la devolverão por 3 colunas sem remédio,
um pouco à maneira da oficina que dos copos de prata de velha espada, extrai-se grosas de penduricalhos de um fausto miserável.
A culpa, porém, não é deles -
mesmo porque ninguém tem culpa...
A culpa é da cidade com o seu maior agente de
domesticação mental: o Homem Sinuelo!, carta para Antero
Marques em 12 de abril de 1928.
Quintana
O poeta Mario
Quintana registrou e torna-se cada vez mais atual: O lugar comum
é a base da sociedade , a sua política, a sua filosofia;
a segurança das instituições, nimguém é
levado a sério com idéias originais.
Quintana
(1908) era natural de Alegrete
e Aureliano (1902) de Santiago
(Tupanciretã), localizada entre esses municípios está
São
Francisco de Assis, terra natal de Tyrteu Rocha Vianna (1898).