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JESUS TE AMA

Biografia

OMB n� 33.092



M�sico nascido em 20 de fevereiro de 1980 na cidade de Porto Alegre. Faz parte de uma fam�lia de m�sicos n�o profissionais, mas que o influenciaram desde o in�cio. Seu pai, Paulo Eril tocando piano, acordeon, teclados, viol�o, baixo. Sua m�e, Edmar, uma carioca naturalizada ga�cha que cantou por muito tempo em alguns corais e conjuntos musicais, e que hoje n�o tem mais cantado por falta de tempo. Seu irm�o, Paulo S�rgio tocando viol�o, baixo e guitarra principalmente. E sua irm� Val�ria sempre cantando com sua maravilhosa voz. Dentre esses seus familiares a �nica que est� se encaminhando para um lado mais profissional � sua irm� que j� tem feito algumas grava��es em est�dios do estado.
Entre seus quatro e cinco anos de idade era normal v�-lo no p�tio de sua casa fincando galhos no ch�o e colocando latas de Nescau e farinha l�ctea de cabe�a para baixo como se fossem tambores, e fazendo furos em suas tampas para posicion�-las como pratos, tocando em tudo aquilo com outros dois galhos de �rvore, mesmo sem saber na �poca o que era uma bateria, pois nunca havia tido contato com esse instrumento.
N�o muito depois desse tempo viu um baterista tocando com o conjunto da igreja que freq�entava desde que nasceu, a Igreja Batista Calv�rio no bairro Gl�ria em Porto Alegre. Era o conjunto onde seu pai toca teclado at� o dia de hoje. O nome do baterista � "Fernando Garros", um grande batera de Porto Alegre. Quando o pequeno garoto viu aquela bateria, imediatamente ficou vidrado e apaixonado pelo instrumento.
Mas o tempo foi passando e ficou s� naquilo mesmo, sendo que seu pai, um multinstrumentista, tentava lev�-lo ao caminho de estudar piano ou viol�o, mas a sua cabe�a j� estava no ritmo mesmo.
Em 1989 num culto daquela pequena igreja que freq�entava, haviam emprestado uma bateria Ping�im, toda feita de aglomerado, verde por fora, sem peles de resposta, e com o prato do hi-hat feito de lat�o . Foi a� que aconteceu um fato inesperado que veio a mudar a vida desse garoto de apenas 9 anos de idade e tamb�m daquela e de outras Igrejas Batistas do Rio Grande do Sul. O menino deu a louca e no meio da m�sica sentou na bateria e come�ou a tocar, totalmente errado e sem coordena��o, mas come�ou, e foi a partir dali que os m�sicos daquele modesto conjunto viram que ele tinha uma for�a de vontade que vinha realmente de dentro para querer aprender e conseguir tocar aquele "confuso" instrumento.

Ent�o o menino come�ou a freq�entar os ensaios do conjunto e foi aprendendo por pura intui��o, j� que l� n�o havia ningu�m que soubesse sobre bateria a ponto de ensin�-lo. E assim come�ou a tocar no seu primeiro conjunto, dentro da igreja. Realmente foi uma grande escola para ele, e aos poucos ele come�ou a introduzir coisas novas que inventava no meio das m�sicas, e todos come�aram a notar a diferen�a que faziam suas batidas no meio dessas m�sicas, apesar de no come�o tocar �s vezes alto demais.
Em 1993 decidiu que para evoluir de verdade teria que estudar, e decidiu entrar na �nica academia de m�sica de Porto Alegre que possu�a curso para bateristas. Para sua grande surpresa e tamb�m decep��o entrou naquele curso mas descobriu que ele, que at� aquele momento era autodidata, tocava melhor que seu professor, que j� era "m�sico profissional" e tocava em bares na noite da capital. Com esse grande baque em sua vida decidiu que o caminho autodidata lhe era mais econ�mico e mais �til tamb�m, j� que aquele curso n�o tinha nada a lhe oferecer infelizmente.
Continuou tocando na igreja e influenciando toda uma nova de gera��o de bateristas crist�os que foram surgindo em outras igrejas. Ele se sentia muito bem naquele meio e achava que tocava realmente bem, pois sempre era muito elogiado pelo seu jeito de inovar as m�sicas j� tradicionais da igreja. Os poucos bateras que existiam antes dele foram ficando pr� tr�s por n�o se aplicarem a estudar mais e descobrir coisas novas em seu instrumento, como Daniel fazia pelo menos uma vez por semana, na igreja, enquanto n�o tinha seu pr�prio instrumento.
Veja foto
No fim de 1993 conseguiu comprar sua primeira bateria, uma Gope, feita de fino compensado, sem peles de resposta, com um hi-hat da Pearl, um crash Ziltannan e pedal de bumbo da Thunder. Mas pr� seu grande azar quando come�ou a estudar todos os dias a valer, no dia 02/01/1994 acabou fazendo uma das maiores besteiras de sua vida, roubou o carro de sua m�e e bateu. Com a consci�ncia pesada vendeu sua preciosa bateria e deu o dinheiro a seu pai para compensar parte do gasto que tinha provocado.
Pronto, estava sem bateria de novo e precisava se deslocar de um lado a outro da cidade para poder treinar toda segunda-feira � tarde, como j� era de costume, em sua igreja, que ficava do outro lado da cidade, dificultando mais ainda o seu estudo ainda autodidata.
Em 1992 ingressou na banda gospel que seu irm�o tinha montado, D�namus. Seu irm�o j� tocava viol�o e guitarra muito antes dele iniciar-se na bateria. Fizeram in�meros shows, na capital e tamb�m no interior do estado. Sendo que os principais foram na Esquina Democr�tica (dez-1993) - centro de Porto Alegre, no audit�rio Ara�jo Viana, e no Parque Marinha do Brasil (out-1994).
Viajava muito para outras cidades tocando com o conjunto da igreja tamb�m. Continuava tocando todo domingo l� e nos principais eventos que essa denomina��o fazia para reunir todas as igrejas de vez em quando. Continuava a receber sempre muitos elogios por seu desempenho e desenvoltura no instrumento.
Veja Daniel cabeludo
Foi quando em 1997 sofreu seu primeiro grande tombo!
Olha, e foi grande mesmo...
Ficou sabendo atrav�s de um amigo seu que havia um professor particular de bateria que era muito bom, e que ensinava a leitura musical da bateria por pauta e partituras. Se interessou muito e decidiu conferir isso de perto.
Foi a� que ele que ele tomou esse grande tombo, pois conheceu o Professor dos Professores, o Ilustr�ssimo Mestre:"ARGUS MONTENEGRO"
Aquele grandioso professor come�ou a moldar seu novo aluno, de maneira a injetar novos conceitos sobre ele naquele instrumento que viria a descobrir que conhecia t�o pouco. Come�ou tamb�m a retirar todo aquele orgulho bobo que tinha sido incrustado em sua personalidade pelos outros que achavam que ele tocava muito bem. A partir daquele momento ele descobriu que n�o sabia quase nada, a �nica coisa que tinha era experi�ncia por tocar durante 8 anos com variados conjuntos dentro da igreja.
A partir dali se tornou um eterno aluno de Argus Montenegro, do qual recebe muitos ensinamentos at� o dia de hoje. Foi muito influenciado por esse professor no lado do jazz, do samba e suas ramifica��es, e dos ritmos centro-americanos em toda sua extens�o, mas com uma aten��o especial � salsa, da qual pegou muito gosto. Veja foto
Sempre foi um m�sico muito ecl�tico, gostando sempre de m�sicas que fossem bem feitas, bem tocadas e bem cantadas (caso fossem cantadas). Sua principal paix�o dentro da m�sica sempre foi o Funk, desde o mais soft at� o mais pesado, atingindo todas as categorias desse precioso e contagiante ritmo. Dentro disso ainda existe o que mais tem prazer em tocar, que � o Soul, caracterizada pelo pr�prio como a verdadeira m�sica que vem da alma. Todo aquele embalo, aqueles naipes gritando quebradas incr�veis, e tudo isso dentro de seu ritmo preferido lhe encantaram.
Nesse meio tempo aprendeu uma base de viol�o, de guitarra e de baixo , coisas simples mas o suficiente para que viesse a come�ar modestas composi��es, que o dariam uma outra vis�o dos instrumentos enquanto ele estivesse tocando a bateria. Come�ou tamb�m a investir praticamente todo o dinheiro que conseguia em materiais para a sua bateria.Seu Primeiro Zildjian
Viajou a muitos estados tocando sem receber, simplesmente pelo prazer de tocar e ser visto, e assim foi conhecendo muitas pessoas e fazendo amizades pelo Brasil inteiro. Tocou em S�o Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina.
Montou uma banda com seu primo Marcelo (ali�s, seu melhor amigo at� os dias de hoje) (veja foto de show) chamada 777 M.C. (nome escolhido pelos dois com um significado espec�fico). Dentro desta banda chegou a compor 31 m�sicas das 35 que a banda possu�a. No in�cio foi dif�cil pela falta de componentes, mas Daniel ensinou algumas no��es b�sicas de baixo ao seu amigo Tiago que j� sabia tocar viol�o, e o garoto evoluiu tanto que deixou muita gente grande pr� tr�s. Como precisavam de dois vocalistas na banda, Daniel tocava guitarra e cantava, Marcelo s� cantava, Tiago tocava baixo e seu irm�o Paulo s�rio (que devemos lembrar que na verdade � guitarrista) quebrava o galho na bateria. Assim foi durante algum tempo at� que Daniel tomou para si o desafio de tocar bateria e cantar ao mesmo tempo, e colocar seu irm�o mais velho no seu devido lugar, que era a guitarra (veja foto). Depois ainda entrou na banda mais um grande amigo de todos os componentes e tamb�m um grande guitarrista como Paulo S�rgio. Kiko ou se preferirem, Wilkerson Magioli � o nome dele. Veja foto de ensaio
Dessa vez a banda deu um salto em t�cnica composi��o e arranjos nas m�sicas, por os dois guitarristas se entenderem muito bem e pelas muitas influ�ncias que se misturaram ali. O baterista e o baixista com fortes influ�ncias de funk, e os dois guitarristas com muitas influ�ncias de heavy metal mel�dico. Aquela era a composi��o perfeita de integrantes para aquela banda. Ensaiavam na maioria das vezes na garagem da casa de Daniel por n�o terem condi��es de pagarem um est�dio sempre, e para n�o se prenderem muito ao rel�gio enquanto ensaiavam tamb�m. Fotos no Est�dio
Tocavam o que foi mais tarde batizado de tribal hip-hop, uma mistura de rock, heavy e rap que se espalhou rapidamente e ganhou muitos adeptos com os poucos shows que fizeram. Fotos Show Era uma mistura realmente bem doida que deu muito certo, mas que se encerrou no �ltimo show que fizeram em janeiro de 2000 na praia de Torres/RS, diga-se de passagem, o melhor show de todos os que tinham feito.

SHOW TORRES

Veja mais fotos do Show de Torres

Ainda tocaram uma vez juntos antes de Daniel Batera ir embora pr� Bras�lia, o fato que fez a banda se desmanchar por definitivo. Foto 777 M.C.

Antes desse show Daniel tinha conseguido comprar sua bateria, da qual viria a n�o se separar nunca mais. � uma bateria artesanal que foi feita pelo seu grande professor, Argus Montenegro, e com um som que � inigual�vel. Ela � na cor da madeira mesmo pois n�o � laqueada, simplesmente foram passadas m�os de verniz de barco em sua madeira, o que a deixou com um aspecto meio r�stico, mas com um som sem igual. Com o tempo foi conseguindo comprar outras pe�as para completar seu instrumento, sempre inovando o seu lado percussivo dentro da bateria, deixando meio que de lado o aspecto de est�tica, mas sempre se importando com o som que qualquer pe�a pudesse lhe proporcionar.

Acima voc� pode ver o kit que Daniel Batera estava usando em outubro de 2000. Clique nos links abaixo para ver outros kit's que Daniel Batera j� montou para tocar.



Em abril de 2000 passou uma temporada morando em Bras�lia com seus tios e seu primo, por pura aventura, mas foi uma �tima experi�ncia, pois mesmo sem trabalhar muito por l�, chegou a gravar com um conjunto com quem tocava, e conheceu muitas pessoas e m�sicos que vieram a se tornar seus amigos. Fotos em Est�dio de Bras�lia. Entre eles Daniel Oliveira, um grande batera formado na Berklee e que se tornou seu melhor amigo entre os m�sicos de l�, o levando a todos os cantos de Bras�lia onde a m�sica acontecia e o apresentando a muitos outros grandes m�sicos do distrito federal, como Dino verdade por exemplo. Ficou em Bras�lia de 18 de abril � primeiro de agosto, quando estava j� se estabilizando naquele meio musical e recebendo algumas propostas de trabalho principalmente na �rea de academias de m�sica infelizmente teve que voltar � sua terra natal por motivos que lhe fugiram o controle, tendo que deixar esse novo campo que lhe estava sendo aberto e algumas outras coisas que eram muito importantes para tr�s.
Voltou � Porto Alegre e come�ou a dar aulas particulares novamente, mas j� com a vis�o de ir estudar em outro estado. Aproveitou essa estada para pegar mais alguns proveitosos ensinamentos de perto com seu professor Argus Montenegro.
Daniel Batera sempre foi t�o apaixonado por seu instrumento que acabou passando esse v�cio a seu sobrinho David, filho de sua irm� Val�ria. Como podem notar, em todas as p�ginas existe um logotipo com a foto de um beb� tocando bateria, pois ent�o, esse � o David. Antes de um ano de idade ele j� sentava sozinho na bateria de seu tio come�ando realmente muito cedo a Ter um contato f�sico com esse instrumento. Faz 3 anos em 10 de maio de 2001 e quando p�ra em qualquer lugar sempre arranja alguma coisa para ficar batucando, e n�o achando nada fica batendo com as m�os mesmo. Esse realmente j� nasceu com a m�sica no sangue. Nesta foto voc�s podem conferir ele em mais um dos dias em que ele passa horas tocando bateria e �s vezes s� sai chorando.
A primeira foto abaixo mostra David com 1 ano de idade sem medo de tamanho e quantidade de pe�as numa bateria. Na segunda foto voc� pode ver David Batera com apenas alguns meses de idade, mas j� tendo seus primeiros contatos com as baquetas de seu tio. Na terceira foto ele est� com um ano de idade, j� mostrando pr� marmanjo que at� uma crian�a pode entender os benef�cios do "Traditional Grip".


Agora est� se preparando para ir cursar uma faculdade de m�sica particular na Tijuca, Rio de Janeiro. Pretende estudar piano nos quatro anos de sua faculdade e j� recebeu proposta pr�via de lecionar a cadeira de bateria nesta mesma faculdade, o que lhe agradaria muito.
Com certeza no RJ continuar� dando suas aulas particulares, fazendo seus trabalhos free lancer em shows e grava��es, e quem sabe n�o acabe remontando sua banda com novos componentes. Quem quiser saber mais sobre seus trabalhos, suas hist�rias, experi�ncias como m�sico ou sobre como contrat�-lo, � s� mandar-lhe um e-mail que o mais breve poss�vel lhe responder�.

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