| Poesias |
| Senta que l� vem a hist�ria... |
| A Bailarina Menininho doente As Borboletas O rel�gio O Eco Motivo Pescaria Moda da menina trombuda O cavalinho branco O mosquito escreve Sonhos da menina |
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| O menino azul O �ltimo andar Cantiga da bab� O viol�o e o vil�o A Ch�cara de Chico Bolacha Ou isto ou aquilo Soneto de anivers�rio Soneto de Fidelidade Fidelidade Ningu�m me venha dar vida |
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| As minhas preferidas!!! |
| SONETO DE FIDELIDADE De tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero viv�-lo em cada v�o momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento. E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, ang�stia de quem vive Quem sabe a solid�o, fim de quem ama Eu possa lhe dizer do amo (que tive): Que n�o seja imortal posto que � chama Mas que seja infinito enquanto dure. (Vinicius de Moraes) |
| O ECO O menino pergunta ao eco onde � que ele se esconde. Mas o eco s� responde: "Onde? Onde?" O menino tamb�m lhe pede: "Eco, vem passear comigo!" Mas n�o sabe se o eco � amigo ou inimigo. Pois s� lhe ouve dizer: "Migo!" (Cec�lia Meireles) |
| MOTIVO Eu canto porque o instante existe e a minha vida est� completa. N�o sou alegre nem sou triste: sou poeta Irm�o das coisas fugidias, n�o sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias no vento. Se desmorono ou se edifico, se permane�o ou se me disfa�o - n�o sei, n�o sei. N�o sei se fico ou passo. Sei que canto. E a can��o � tudo. Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo: - mais nada. (Cec�lia Meireles) |
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