Escrever sobre a origem do Fila é como reviver um pouco da história do Brasil colonial. Para se entender a importância do cão, é preciso viajar no tempo e imaginar as vastas fazendas,
com suas casas sedes, os escravos trabalhando, campos sendo cultivados, rebanhos sendo conduzidos e, não muito longe, a paisagem destes campos sendo interrompida por matas ainda nativas.
Foi neste período e nesta paisagem que o Fila Brasileiro se desenvolveu.
Cães cabeçudos, que acompanhavam os capatazes durante o dia, auxiliando nas lidas com o gado.
À noite, protegiam a casa e a fazenda do ataque das onças, que viviam embrenhadas nas matas e saíam para caçar.
Não há dúvida que o Fila descende de cães trazidos pelos colonizadores. Entre esses cães, havia raças como Bulldog Inglês, o Mastiff e o Bloodhound.
O Fila é uma raça tipicamente molossóide, com ossatura forte e poderosa, figura retangular compacta, porém harmoniosa e proporcional. Os seus passos são largos, elásticos e lembram os dos felinos.
A principal característica de sua movimentação é o chamado "passo de camelo", ou seja, movimenta os dois membros de um mesmo lado para depois movimentar os outros. A cabeça é um dos pontos fortes da raça.
Deve ser grande, pesada, sempre em harmonia com o corpo.O pescoço e extraordinariamente forte e musculoso, da a impressão de curto. A cauda deve ter raiz muito larga,
de inserção média, afinando rapidamente para terminar ao nível do jarrete.
A altura deve ser de 65 a 75 cm para os machos e de 60 a 70 cm para as fêmeas.
O peso é de no mínimo 50 quilos para os machos e de 40 quilos, no mínimo, para as fêmeas.

  Saiba mais sobre o Padrão CBKC

  

 

Hosted by www.Geocities.ws

1