Edição de 30.03 a 06.04.2003



:: COLUNISTAS ::

André Tezza Consentino
Bob Marochi
Caetano Galindo
Rosiane C. de Freitas
Rogerio W. Galindo


Requião quer anular
casamento de Lerner


Buemba! Buemba! Nosotros resolveu brincar de José Simão por um dia. O braço armado da gandaia nacional. Agora em formato sandinista.

Diz que depois de três meses, não sobrou mais nada para o Requião anular do que o Lerner fez. Aí ele montou uma comissão de técnicos para analisar a vida familiar do ex-governador. E dizem que ele vai, antes de mais nada, analisar o contrato de casamento com dona Fani. Há sérias suspeitas de irregularidades!

Aliás, o Requião disse no discurso de posse que era adversário do Lerner só nas idéias. Mas que eles tinham uma amizade desonhecida da maioria. Caraca! Imagine se ele não gostasse do cara. Pelo jeito ele quer que a amizade continue desconhecida por um bom tempo.

E a Inepar vai sair mesmo do Paraná. Será que o Requião deu incentivo fiscal para eles irem embora?

E uma coisa estranha. Requião contratou a mulher e três irmãos para cargos de confiança no governo. E depois extinguiu a Secretaria de Assuntos da Família. Acho que ele pensou que agora o problema já estava resolvido, não precisava de uma secretaria só para isso. Gastar dinheiro para quê? A família vai muito bem, obrigado. Rarará.

Aliás, os parentes até estão entre os que se saem melhor no Novo Governo. Ou será Governo Oscar Niemeyer. Esses dias, o Waldyr Pugliesy convocou uma coletiva de imprensa para falar de reforma de estradas. Quando os jornalistas começaram a fazer perguntas, ele disse que era melhor parar por ali. Disse que já tinham avisado que era para ele não falar muito, senão saía besteira! Disse isso para os repórteres. Se a gente tivesse imprensa por aqui!

Aí o Fernando Henrique, depois de deixar a presidência, inaugurou esta semana uma seção fixa na Gazeta do Povo de domingo. A vida não é mole! Como presidente, FH ocupava um cargo que já tinha sido do Médici e do Sarney. Agora virou colega do Carlos Nasser e da Margarita Samsonite. Qualquer dia ele encontra a Margarita na rua e ela ainda chama o FH de colega. Como diz aquela propaganda do telefone, ninguém merece!

Mas logo no primeiro artigo, o Fernando Henrique foi tascando um soez no jornal. O quê? É, diz ele que o atentado de 11 de setembro foi soez. Pois eu acho que soez é usar essa palavra no jornal. Atentado é crime mesmo. Já imaginou o FH narrando jogo de futebol. O lance sai errado e ele manda o bordão: soez, muito soez!

E daí diz que o Lerner está aproveitando o tempo livre para se dedicar a escrever. Está adorando, teria dito. É uma evolução! Quando estava no governo, ele não conseguia nem dar uma entrevista direito. Agora está até escrevendo!

E quem é aí que quer comprar carro usado por deputado estadual do Paraná? Se você encontra um deputado na rua e ele te oferece um carrinho baratinho, sai correndo. Além de tudo, vem com multa brava por aí.

E como eu não sei mais o que dizer, termino com o clássico: vai indo que eu não vou. Que eu vou pingar meu colírio alucinógeno!

 

 

 
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