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Requião quer anular
casamento de Lerner
Buemba!
Buemba! Nosotros resolveu brincar de José Simão por
um dia. O braço armado da gandaia nacional. Agora em formato
sandinista.
Diz que
depois de três meses, não sobrou mais nada para o Requião
anular do que o Lerner fez. Aí ele montou uma comissão
de técnicos para analisar a vida familiar do ex-governador.
E dizem que ele vai, antes de mais nada, analisar o contrato de
casamento com dona Fani. Há sérias suspeitas de
irregularidades!
Aliás,
o Requião disse no discurso de posse que era adversário
do Lerner só nas idéias. Mas que eles tinham uma amizade
desonhecida da maioria. Caraca! Imagine se ele não gostasse
do cara. Pelo jeito ele quer que a amizade continue desconhecida
por um bom tempo.
E
a Inepar vai sair mesmo do Paraná. Será que o Requião
deu incentivo fiscal para eles irem embora?
E
uma coisa estranha. Requião contratou a mulher e três
irmãos para cargos de confiança no governo. E depois
extinguiu a Secretaria de Assuntos da Família. Acho que ele
pensou que agora o problema já estava resolvido, não
precisava de uma secretaria só para isso. Gastar dinheiro
para quê? A família vai muito bem, obrigado. Rarará.
Aliás,
os parentes até estão entre os que se saem melhor
no Novo Governo. Ou será Governo Oscar Niemeyer. Esses dias,
o Waldyr Pugliesy convocou uma coletiva de imprensa para falar de
reforma de estradas. Quando os jornalistas começaram a fazer
perguntas, ele disse que era melhor parar por ali. Disse que já
tinham avisado que era para ele não falar muito, senão
saía besteira! Disse isso para os repórteres. Se a
gente tivesse imprensa por aqui!
Aí
o Fernando Henrique, depois de deixar a presidência, inaugurou
esta semana uma seção fixa na Gazeta do Povo de domingo.
A vida não é mole! Como presidente, FH ocupava um
cargo que já tinha sido do Médici e do Sarney. Agora
virou colega do Carlos Nasser e da Margarita Samsonite. Qualquer
dia ele encontra a Margarita na rua e ela ainda chama o FH de colega.
Como diz aquela propaganda do telefone, ninguém merece!
Mas
logo no primeiro artigo, o Fernando Henrique foi tascando um soez
no jornal. O quê? É, diz ele que o atentado de 11 de
setembro foi soez. Pois eu acho que soez é usar essa palavra
no jornal. Atentado é crime mesmo. Já imaginou o FH
narrando jogo de futebol. O lance sai errado e ele manda o bordão:
soez, muito soez!
E
daí diz que o Lerner está aproveitando o tempo livre
para se dedicar a escrever. Está adorando, teria dito. É
uma evolução! Quando estava no governo, ele não
conseguia nem dar uma entrevista direito. Agora está até
escrevendo!
E
quem é aí que quer comprar carro usado por deputado
estadual do Paraná? Se você encontra um deputado na
rua e ele te oferece um carrinho baratinho, sai correndo. Além
de tudo, vem com multa brava por aí.
E
como eu não sei mais o que dizer, termino com o clássico:
vai indo que eu não vou. Que eu vou pingar meu colírio
alucinógeno!
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