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ESQUELETO DO
T�RAX
O t�rax �
formado por ossos que, no seu conjunto, constituem a caixa tor�cica.
Para formar a caixa tor�cica concorrem: posteriormente as v�rtebras
tor�cicas ou dorsais; adiante um osso �mpar, o esterno; enfim, entre
o esterno e as v�rtebras, encontram-se as costelas. Subluxa��es de
v�rtebras tor�cicas acometem diretamente as costelas que com elas se
articulam. A v�rtebra fixa em rota��o limita o movimento da costela
durante a inspira��o. Os sintomas s�o dor na altura da inser��o
anterior e/ou posterior durante a inspira��o e
desconforto � palpa��o na articula��o e pontos gatilho (tender
points) na musculatura que participa na movimenta��o da
mesma. O ajuste � indolor e preciso, feito obedecendo a linha de
corre��o do movimento das costela. Os sintomas da fixa��o da costela
durante a inspira��o � sanado instanteneamente, muitas vezes permanecendo
o desconforto das contraturas musculares que somem se a articula��o permanecer
alinhada. T�cnicas de relaxamento muscular aceleram este
processo.

COSTELAS
As costelas s�o em n�mero de
doze pares e ligam o esterno � coluna vertebral
onde se inserem nas v�rtebras dorsais (essas tamb�m em n�mero de doze);
t�m uma forma curva, com um arco, e a sua
dire��o n�o � horizontal; partindo da v�rtebra tor�cica, a costela se
dirige para baixo. Os primeiros sete pares de costelas se
chamamcostelas verdadeiras;nelas, a
cartilagem costal se insere diretamente no esterno.

Em todo o bordo inferior das costelas
caminham os vasos e os nervos intercostais. Entre uma costela e
outra, isto �, nos espa�os intercostais, h� m�sculos. A primeira
costela tem uma forma particular.
A forma da caixa tor�cica se
modifica com a idade e as condi��es fisiol�gicas do indiv�duo, e �
diversa de acordo com o sexo. No homem tem uma forma c�nica,
enquanto na mulher � arredondada na sua parte mediana, recordando a
forma de um tonel. A diferen�a depende do diverso tipo de
respira��o: a mulher, na verdade, respira pelo t�rax, enquanto no
homem a respira��o � abdominal. Tamb�m essa diversidade tem a sua
raz�o e a sua utilidade: na mulher a respira��o abdominal seria
muito prejudicada por ocasi�o da gravidez.
Os movimentos da caixa tor�cica durante a
respira��o s�o os seguintes: na inspira��o, quando o t�rax se
dilata, as costelas se elevam e se alargam (mais na mulher que no
homem). Na expira��o, quando o t�rax se restringe, as costelas se
abaixam e se re�nem. Deste modo os tr�s di�metros da caixa tor�cica
aumentam e diminuem alternadamente, de modo que os pulm�es, que
seguem passivamente os movimentos da caixa tor�cica, em um primeiro
momento se dilatam, enchendo-se de ar, mas logo em seguida se
contraem, deixando sair parte do ar neles encerrado.
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