OBIRICI
            A presen�a de Guaranis na regi�o de Porto Alegre � sugerida por uma lenda, que deu nome ao Viaduto Obirici, no bairro Passo d'Areia, zona norte da cidade.
Obirici era apaixonada por um jovem que em breve seria o chefe da tribo, mas entre ela e seu amado existia outra pretendente que queria a gl�ria e o status de ser a esposa do chefe.
Como ambas eram ex�mias no arco, elas disputariam o cora��o do jovem guerreiro arremessando flechas em um alvo. Nas duas primeira flechas ambas acertaram o alvo. Na terceira flecha Iur� acertou o alvo, estava tranq�ila, pois n�o tinha sentimento algum pelo rapaz.J� a bela Obirici com o peito apertado e emocionada, errou o alvo. Iur� casou-se com o guerreiro.
Ap�s a disputa Obirici se p�s a chorar, e no desespero da dor as l�grimas brotaram de seus olhos e cairam por tr�s dias e tr�s noites cristalinas e luminosas e correndo pela terra deixaram nela, para sempre cravado o arroio chamado Passo d'Areia ou Ibicuiret�, que � um curso d'�gua que atravessa o bairro e des�gua no rio Gravatai.

AS TORRES DA IGREJA DAS DORES

A Igreja de N.Sra. das Dores � a mais antiga de Porto Alegre, sua constru��o foi iniciada em 1807 e levou 97 anos para ser conclu�da.
A demora na constru��o gerou uma lenda e at� um romance,
TORRES MALDITAS, escrito por Afonso Morais.

Conta a lenda que um escravo foi condenado � forca, acusado de falta grave por seu senhor, chamado Domingos Jos�. A forca ficava na pra�a defronte � igreja. Antes de ser executado, o escravo olhou para Domigos Jos� e disse que se de fato tivesse culpa, seu acusador veria a conclus�o da Igreja, mas, se fosse inocente, como garantia ser, Domigos Jos� jamais veria as torres do templo, pois morreria antes de elas serem erguidas.
As interrup��es por falta de dinheiro e alguns acidentes, levaram os supersticiosos a acreditar na lenda. O �ltimo andaime da obra s� seria retirado em 1904, e Domingos Jos� j� n�o vivia.

MARIA DEGOLADA

No bairro Partenon, h� uma vila que se chama Maria da Concei��o ou Maria Degolada. O nome � origin�rio de uma esp�cie de t�mulo que existe quase no meio da vila.
No m�s de novembro de 1899 uma mo�a ap�s sair de um baile com seu noivo, que era policial militar (brigadiano), foi degolada por ele, pr�ximo � uma figueira. Dizem que o corpo da jovem foi enterrado ali mesmo. E assim a vila ficou conhecida como Maria Degolada, mas tempos depois numa sess�o esp�rita pr�ximo dali, foi recebida uma mensagem da mo�a dizendo que n�o queria ser chamada de Maria Degolada. Ent�o os poucos moradores da vila se reuniram e resolveram que dali em diante o lugar seria chamado pelo pr�prio nome da v�tima (Maria da Concei��o).  At� hoje pessoas v�o ao local e fazem pedidos diversos, depois que o pedido � atentido levam velas, pe�as de cera, v�us de noiva, fotos, flores e outros presentes e depositam junto ao t�mulo. Dizem que a mo�a ajuda � todos, mas se voc� � policial desista, porque at� hoje nenhum policial teve algum pedido realizado por intem�dio da Maria Degolada.

Hosted by www.Geocities.ws

1