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�� �� Esta p�gina destina-se a comemorar o 1� anivers�rio da jubila��o de Polybio Serra e Silva, Professor Catedr�tico da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e, por minha defini��o, Cientista do Povo e Poeta Visceral. ��� Cientista do Povo pois, ao longo da sua carreira e investiga��o, sempre tentou enviar a sua mensagem - a luta contra a terr�vel doen�a que � a aterosclerose e as suas consequ�ncias - a todos sem excep��o, leigos ou letrados, ricos ou pobres, velhos ou crian�as, com a mesma devo��o e entusiasmo, com o cuidado de escolher a linguagem mais apropriada para cada caso, e ilustrando sempre esta mensagem com detalhes pict�ricos ou� humor�sticos de forma a obter o efeito desejado: a melhoria da qualidade e quantidade de vida de cada cidad�o.��� |
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| ���� Disto s�o exemplos os seus trabalhos editados sob a forma de pequenos livros de divulga��o cient�fica, como a Preven��o Vascular ou Era Uma Vez Um Cora��o, em que tenta, de uma forma simples e directa, abordar o tema nas suas m�ltiplas facetas.�� ����� � � �Poeta Visceral pois,�� no seu discurso, � sempre teve duas maneiras liter�rias de abordar o Mundo: em prosa, fosse ela de conte�do altamente cient�fico ou popular, mas tamb�m em verso, normalmente sob a forma de quadra popular, seja qual for o tema ou | � ���� |
conte�do (ver introdu��o de Este Livro Que Me Deixam).� �
�Estas duas formas sempre andaram de m�os dadas, indissoci�veis, como se, para cada frase, existisse sempre na sua cabe�a
o seu correspondente em verso.� Este estilo sai-lhe do fundo da alma, expont�neo e
fluido com se estivesse a falar do tempo. A sua obra po�tica est� bem ilustrada na
publica��o Este Livro Que Me Deixam, pequena recolha de algumas das centenas de quadras baseadas na Vida que
foi escrevendo a torto e a direito ao longo dos anos.�
�� � ���������� Tomar, 20 de Maio de 1999����
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