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PERFIL E AMPLIA��O
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CLE�PATRA
PR�TESE
Incid�ncia M�dio-Lateral-Obl�qua (MLO)

A mama � projetada com o feixe de raios X indo da regi�o medial para a lateral obl�qua. A angula��o do tubo de raios X pode variar de 45 a 60 graus de acordo com o eixo da mama da paciente na sua caixa tor�cica, ou seja, de acordo com o bi�tipo de cada paciente. A t�cnica em Radiologia encontrar� dificuldades para executar o posicionamento no caso de angula��es incorretas, pois surgiram problemas como dobras de pele ou exclus�o de �reas importantes ao exame. Ap�s a escolha da angula��o do equipamento, deve-se escolher o ponto onde dever� ser colocado o canto do bucky. Para isso, mentalmente, deve-se dividir a axila da paciente em tr�s partes, colocando-se o canto do bucky no seu ter�o posterior. Essa escolha � importante para que se possa incluir parte da regi�o axilar e do m�sculo peitoral na radiografia. Em seguida a t�cnica, ainda posicionada por tr�s, deve elevar o bra�o da paciente e deposit�-lo sobre a lateral do bucky, tomando o cuidado de posicionar o ter�o posterior da axila no canto do bucky, orientando-a para apoiar a m�o na lateral do aparelho e manter a musculatura do bra�o e ombro relaxada.
Deve-se atentar para o ombro e cotovelo do paciente n�o estejam erguidos, pois isso implicaria na contra��o da musculatura e um aumento na dificuldade de se executar esse posicionamento. Ap�s esse procedimento, a t�cnica se dirigi para a frente da paciente e come�a a tracionar a mama, desde a sua por��o mais lateral.


Escolha da angula��o do aparelho. O bucky deve ser angulado seguindo o eixo da caixa tor�cica. Em cada exemplo o bucky est� posicionado com angula��es diferentes, devido ao diferente bi�tipo de cada paciente.


Durante o posicionamento da incid�ncia MLO, a t�cnica deve continuar mantendo a aten��o no corpo da paciente para que est� n�o recue ou contraia a sua musculatura. Em seguida, ainda mantendo a aten��o sobre a musculatura da paciente, a t�cnica deve, com uma das m�os, tracionar para a frente e suspender a mama. Com a outra m�o sobre o ombro da paciente, abra�ando-a, atentar para que a mesma mantenha o ombro relaxado sobre o bucky, efetuando, ai, a compress�o.
Enquanto a mama n�o estiver totalmente comprimida a t�cnica n�o deve solt�-la, pois ela pender� e deixar� de ficar bem posicionada

Como a mama ser� comprimida na incid�ncia MLO.
Escolha do ponto onde ser� colocado o canto do bucky.
Colocando o bra�o da paciente sobre a lateral do bucky.
A seta indica a m�o espalmada da t�cnica tracionando a mama, mostrando uma preocupa��o em trazer para dentro do filme, inclusive, a por��o mais lateral da mama.
Seq��ncia de movimentos da t�cnica que, durante a compress�o, mant�m a mama tracionada e vai deslocando a sua m�o para a frente at� que a compress�o esteja completa. Observe que o sulco inframam�rio (seta) deve estar inclu�do na imagem, mas sem pregas de pele.
Imagem em incid�ncia m�dio-lateral-obl�qua bem posicionada. Note a boa por��o do m�sculo peitoral e o v�rtice entre a mama e o abd�men (sulco inframam�rio). Alguns sinais podem indicar que a mama foi bem posicionada: aparecer o sulco inframam�rio e, se for tra�ada uma linha imagin�ria do v�rtice do peitoral at� o mamilo, esta linha deve ser paralela (ou quase) � borda inferior do filme.
Truques & Dicas
Tamb�m na incid�ncia MLO deve-se evitar que o mamilo fique voltado para frente ou para tr�s. Como o mamilo � uma estrutura de maior densidade, quando mal posicionado, poder� criar uma imagem de falso n�dulo e prejudicar a interpreta��o do exame. Em MLO, normalmente, quando o mamilo se apresenta mal posicionado, podem aparecer outros problemas, como uma dobra de pele no sulco inframam�rio.
A paciente est� com seus p�s fora da linha do aparelho. Isso faz com que fique mais dif�cil posicionar a mama. O mamilo poder� ficar virado e dobras de pele poder�o surgir.
Algumas mulheres t�m por h�bito, quando paradas em p�, fletir um joelho e entortar o quadril. Isso faz com que ela fique com a estabilidade prejudicada e dificulte o posicionamento da mama.
A paciente levantou o cotovelo. Com isso, a sua musculatura fica contra�da, fazendo com que o tracionamento da mama seja mais dif�cil e a compress�o mais inc�moda.

A paciente est� com os p�s muito afastados do aparelho. Dessa forma, o posicionamento fica prejudicado.
Pelo fato da paciente possuir um abd�men proeminente, isso faz com que seja mais dif�cil posicionar a regi�o do sulco inframam�rio. Nesse caso, devemos pedir para a paciente encolher a barriga e, dessa forma, facilitar a compress�o.
Observar se objetos estranhos est�o posicionados sobre o campo de estudo. Cabelo, queixo, brincos, etc.., causar�o artefatos na imagem.
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