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Coment�rios:
Anti-helm�ntico, t�nico, estimulante, arom�tico e emenagogo.
Indicado nas mol�stias das vias respirat�rias, bronquites, asmas, catarros cr�nicos do
pulm�o, laringites. O seu maior emprego, por�m, � como verm�fugo. O �leo essencial,
tamb�m conhecido como o nome de ess�ncia de quenop�dio ou de mastru�o � largamente
empregado entre n�s, no combate � verminose que � considerada uma verdadeira calamidade
no Brasil. A sua a��o se faz sentir nos parasitas do intestino em geral, principalmente
para as asc�rides, nem�todas e oxi�ros. O suco da planta pisada �, em algumas
localidade usada como verm�fugo, por�m o �leo � sempre prefer�vel, j� pelo volume
m�mino a empregar, por sua a��o muito mais en�rgica (Cruz, op. cit in Silva, E. B da
(1997).
Segundo Cruz (1979) in Silva, E. B da (1997), a an�lise qu�mica da
planta, embora imperfeita, revela a presen�a do �leo essencial e uma resina; a planta �
vendida nas farm�cias em forma de extrato flu�do, tintura, ess�ncia e xarope, bem como
in natura e tamb�m em l�quido, nas casas especializadas na venda de produtos vegetais.
Albuquerque (1989) in Silva, E. B da (1997), relata que o uso desta
planta � eficaz nas infec��es pulmonares, nas hemorr�idas, varizes, angina, nas
hemorragias internas, �timo para o est�mago, sudor�fico, bom para c�ibras e m�
circula��o do sangue.
Balbach (198?) in Silva, E. B da (1997), refere que geralmente �
conhecido como abortivo o efeito desta planta e que, em doses fortes, a ess�ncia quando
usada para combater vermes trazem doen�as e algumas vezes at� a morte.
Souza et. al (1991) in Silva, E. B da (1997), afirma que a planta pode
deixar efeitos colaterais como irrita��o nos rins, v�mitos, convuls�es, n�useas e
at� coma. Mas, que o uso cautelar do sumo com leite, � fortificante dos pulm�es,
combate a gripe; triturada a erva, pode ser usada em contus�es e fraturas com bom
resultado.