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Nome Cient�fico: Chenopodium ambrosioides Lineu

Fam�lia: Chenopodiaceae

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Caracter�sticas:

Planta origin�ria da Am�rica.

Erva anual, com escassos pelos curtos no caule, que tem sulcos longitudinais pouco profundos, verdes e , entre eles, faixas esbranqui�adas ou rosadas.

As folhas possuem pec�olo curto, s�o lanceoladas com bordas mais ou menos sinuosas, providas de pelinhos curtos e ralos, glandul�feras na fase inferior. Possuem sabor arom�tico, mais forte e algo desagrad�vel nas sumidades floridas.

As flores s�o muito pequenas e aglomeram-se em pequenos ramalhetes que surgem da axila das folhas superiores, formando o conjunto uma longa pan�cula. Morgam (1979).

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Coment�rios:

Anti-helm�ntico, t�nico, estimulante, arom�tico e emenagogo. Indicado nas mol�stias das vias respirat�rias, bronquites, asmas, catarros cr�nicos do pulm�o, laringites. O seu maior emprego, por�m, � como verm�fugo. O �leo essencial, tamb�m conhecido como o nome de ess�ncia de quenop�dio ou de mastru�o � largamente empregado entre n�s, no combate � verminose que � considerada uma verdadeira calamidade no Brasil. A sua a��o se faz sentir nos parasitas do intestino em geral, principalmente para as asc�rides, nem�todas e oxi�ros. O suco da planta pisada �, em algumas localidade usada como verm�fugo, por�m o �leo � sempre prefer�vel, j� pelo volume m�mino a empregar, por sua a��o muito mais en�rgica (Cruz, op. cit in Silva, E. B da (1997).

Segundo Cruz (1979) in Silva, E. B da (1997), a an�lise qu�mica da planta, embora imperfeita, revela a presen�a do �leo essencial e uma resina; a planta � vendida nas farm�cias em forma de extrato flu�do, tintura, ess�ncia e xarope, bem como in natura e tamb�m em l�quido, nas casas especializadas na venda de produtos vegetais.

Albuquerque (1989) in Silva, E. B da (1997), relata que o uso desta planta � eficaz nas infec��es pulmonares, nas hemorr�idas, varizes, angina, nas hemorragias internas, �timo para o est�mago, sudor�fico, bom para c�ibras e m� circula��o do sangue.

Balbach (198?) in Silva, E. B da (1997), refere que geralmente � conhecido como abortivo o efeito desta planta e que, em doses fortes, a ess�ncia quando usada para combater vermes trazem doen�as e algumas vezes at� a morte.

Souza et. al (1991) in Silva, E. B da (1997), afirma que a planta pode deixar efeitos colaterais como irrita��o nos rins, v�mitos, convuls�es, n�useas e at� coma. Mas, que o uso cautelar do sumo com leite, � fortificante dos pulm�es, combate a gripe; triturada a erva, pode ser usada em contus�es e fraturas com bom resultado.

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