 | Erva com raízes gemares;
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 | Folhas alternas, compostas de 3 - 11 folíolos oblongos e glabros;
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 | Flores branco - amareladas, e dispostas em racinos curtos, terminais
ou auxiliares; fruto silica subcilíndrica, nervada de 5cm de comprimento, contendo
sementes pardacentas, apteras, rugosas, pequeninas.
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 | Contém iodo, cobre, ferro, enxofre, fostato e óleo essencial
sulfo-azotado amargo e volátil (essência de mostarda isosulfocyanato de allyla) (
Corrêa, 1926).
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Comentários:
Segundo Morgan (1979), para uso em saladas,
quanto mais tenra melhor. Utilizando-se a planta fresca é necessário colhê-la no
momento de servir e o ato da colheita deve ser feito preferencialmente antes da
floração.
Do Dictionnaire des Sciences Medicales cita: O Agrião tem sido
recomendado na tuberculose pulmonar. É excelente nas desordens digestivas caracterizadas
por debilidade. Usado também com êxito na dispepsia associada com flatulência e
azedume. (Balbach, 198?).
Relata Corrêa (1926), que a medicina tira grande proveito do suco e do
óleo sobretudo como tônico e antiescorbútico. Diz ainda que a planta é originária da
Europa e que acha-se subespontânea em todo o Brasil.
Alzugary e Alzugary (1983), atribui como
propriedades medicinais, ser agrião depurativo, descongestionante digestivo e diurético,
que possui grande teor de vitamina "C". Funciona como antídoto aos
efeitos tóxicos da nicotina, apressa a cicatrização. Seu suco adoçado com mel dá um
excelente xarope para combater a bronquite, tosse e toda a sorte de enfermidade catarrais.
Balbach (198?), confere à planta, grandes poderes curativos nos casos
de varíola, sarampo e que provoca transpiração, além de propriedades vermífugas.
Balbach e Boarim (1992), afirmam que o
agrião convém aos diabéticos, porque encerra poucos principios amiláceos. O suco é
bom para amenorréia, dismenorréia, anorexia, colecistite, colelitíase, debilidade
cardíaca, debilidade geral, dematose, hidropisia, litíase renal, vermes, além de
previnir a queda do cabelo em fricções diárias.