História de Paula

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Patrícia

O sujeito chamou o Nô e o Mário para jogar bola com outros rapazes ali perto mas eu não achei ruim. O Nô estava perto, qualquer problema eu o chamaria. Com o Sol fui ficando com muito calor, aquela pelada não terminava, tomei coragem e resolvi entrar no mar sozinha. Me levantei e fui andando o melhor que eu pude até a beira do mar, se alguém percebeu alguma diferença pelo menos não se manifestou. Entrei e fiquei nadando um tantão, eu gostava muito do mar, vestida daquele jeito então era melhor ainda. Estava brincando na água quando percebo a mesma menina que tinha me secado com os olhos chegando perto, sozinha ela também. Fiquei pensando em que catsos ela queria comigo e já pensava em cair fora quando ela falou, Gostoso, né? Maior Sol, a água está super boa. Respondi com um sorriso, ela continuo, Pena que tem poucos rapazes nessa praia, ou os que tem são bichas.

Agora fodeu, pensei, o que eu faço? Me ocorreu que no meu embalo eu tinha perdido a razão, que era óbvio que as pessoas reparavam, eu era uma ridícula ali. Principalmente as mulheres, que conhecem melhor o próprio corpo. Eu tinha a cintura abaixo do nível da água, mas aquele peitinhos mixurucas sob o soutien certamente não enganariam uma mulher. Por outro lado me senti à vontade em falar já que era assim, disse-lhe, Olha, o meu é muito homem. Ela riu e falou, Claro querida, já percebi, parabéns, vocês fazem um belo casal. Mas não era dele que eu estava falando e sim dos que estão sozinhos, que nem olham para a gente. Isso me deu alguma esperança e tentei, Às vezes não é isso não, você vê, o Mário, o rapaz que está conosco, o problema dele é pura timidez, só isso. Que bom, bom saber... vocês ficam aqui muitos dias ainda? E passamos a um papo agradável de quem acaba de se conhecer, de quem não quer nada. Me ocorreu que seria solução ideal desencalhar o Mário para ficarmos em paz eu e o Nô, por essa razão fui o mais simpática possível com a menina. Ela se chamava Patrícia, parecia uma pessoa muito legal e inteligente, talvez por isso parecesse mais atrevida também. Ela passava férias na casa de uma tia de uma das amigas de classe a qual tinha uma prima, mas papo vai, papo vem, ela me dizia que essa amiga e a prima eram muito chatas e caretas. Como ela não tinha outra opção de férias ela ficava lá.

Saímos d'água juntas e fomos caminhando para o lado nosso, me pareceu claro o que ela queria. Ficamos ainda conversando como boas amigas de pé, ao lado das toalhas, e me ocorreu que junto com ela eu me sentia mais à vontade. Ela tinha um corpo bastante bonito e usava um biquíni branco bastante cavado, achei uma delícia estar ali vestida da mesma maneira e conversando como se fosse a coisa a mais normal do mundo.

O Nô e o Mário vinham chegando, o Nô com cara de que não acreditava que eu tinha feito uma amiga, não entendia mais nada o coitado. Em todo o caso ele foi super legal comigo, chegando já me abraçou, me beijou e brincou, Que gostoso, minha mulherzinha tá salgadinha. Não sei se foi a minha cutucada, mas ele deixou de cara tudo bem claro à Patrícia. Apresentei todo mundo e continuamos a conversar todos os quatro. O Mário, aquele poço de timidez, não abria muito a boca e aquilo me irritava. Me ocorreu que o Mário queria fazer biologia, a Patrícia medicina, não era a mesma coisa mas podia ajudar. Lancei o assunto, naquela época a grande discussão era qual cursinho cada um faria no ano seguinte e o papo pegou. Eles começaram a conversar, deu um piscada de olho ao Nô que enfim entendeu e me sorriu. Lá pelas tantas a amiga da Patrícia lhe chamou de longe, a tia tinha horários estritos e o almoço saia bem mais cedo do que no nosso apto. Disse-lhe que precisávamos absolutamente dar um jeito de nos ver mais tarde, ela nos propôs de nos encontrarmos todos na pracinha do footing onde tinha uma mureta, onde era gostoso sentar e ficar conversando. Marcamos para a partir das 17 e ela foi embora.

Fomos nós também mais cedo para o apto já que tínhamos compromisso. Enquanto o santo Mário fazia o almoço fui tomar o meu banho e me preparar para sair de novo. Pus uma roupinha bem discreta para sair, um vestidinho cor de rosa que achei no armário e meias de nylon, não forcei muito na maquilagem, arrumei como pude os meus cabelos. Entendi que o Nô queria sair com a namorada dele, não com uma vagabunda, e eu tinha de me comportar como tal. O que aliás me dava muito prazer, eu mesma preferia assim agora que eu já tinha o meu homem, preferia chamar o menos possível a atenção para evitar problemas. Almoçamos e fomos ao encontro com a Patrícia.

A Patrícia nos vendo logo se desvencilhou das amigas e veio ter com a gente. Ficamos conversando sentados na mureta, ela era mesmo alguém muito legal, queria muito ficar amiga dela. Querendo ajudar o lance da Patrícia com o Mário disse aos dois que queríamos, eu e o Nô, irmos tomar sorvete num banco da praia, que tínhamos umas coisas para conversar à sós. Pegamos os sorvetes e fomos procurar um banco. Nos sentamos como um casalzinho qualquer e ficamos chupando sorvete olhando o mar. É claro que eu provocava o Nô com a minha boca bem maliciosa naquele sorvete que parecia o pau dele, lambia devagarinho, enfiava tudo de uma só vez e tirava com um gemidinho, só para encher. Ele me disse, Meu bem, se você continuar gozo aqui mesmo. Não deu outra, ví que era verdade mesmo, o pau dele estava enorme no short. Não havia ninguém por perto, caprichei mais ainda e comecei a passar de leve a mão por cima do short. Quanto ele começou a gozar dei-lhe um tremendo beijo para que ele gozasse com a língua enfiada na minha boca. Ele me disse, Você viu o que você fez? E agora, como é que eu faço? Falei para ele procurar um bar, que eu o esperava lá, não tinha problema.

Fiquei sozinha por algum tempo vendo aquele mar enorme e tomando sorvete. Me dei conta de que eu estava sentada sozinha vestidinha daquele jeito em plena luz do dia sem nem mesmo um documento na bolsa. Isso me deu medo mas ao mesmo tempo uma sensação de liberdade enorme, o dia estava lindo, o mar muito bonito e eu estava muito feliz. Tive vontade de cantar, dançar. Eis que aparece um sujeitinho e começa a me encher o saco. A gatinha está sozinha? Está esperando alguém? E eu nem podia responder, só restava fechar a cara e olhar para o outro lado. Tá esperando ninguém, hein? Quem sabe se não era eu? E o idiota se sentou ao meu lado. Imediatamente me levantei e fui para a direção do bar onde estava o Nô, o sujeito começou a me seguir e a mexer comigo, ainda bem que o Nô já vinha saindo do bar. O cara percebeu que o Nô era o meu namorado e puxou o carro rapidinho. O Nô tinha percebido e muito bravo começou, Mas também, hein, te deixo dois minutos e já tem urubu encima de você! Culpa sua, argumentei sorrindo para acalmá-lo, você não cuida do que é seu... dá nisso, você me deixa sozinha ali.. Mas isso é culpa sua, você que... E nos pusemos a rir todos os dois.

Quando voltamos o Mário e a Patrícia estavam numa grande conversa, propusemos então que fossemos todos para o apto. A Patrícia disse que sim, mas que teria de ir embora no máximo às 22 horas por causa da chata da tia da amiga. Chegando lá ficamos conversando, bebemos um pouco, parecia que conhecíamos a Patrícia a muito tempo. Ela parecia bastante feliz com os novos amigos. Lá pelas tantas ela inventou de jogar a brincadeira da garrafa, aquele em que cada um gira uma vez a garrafa deitada na mesa e, para quem a garrafa parar apontando, a pessoa tem de responder uma questão dos outros sem mentir.

Na primeira girada a Patrícia fez de forma a que a garrafa apontasse para mim, daí ela perguntou quem era o rapaz o mais gostoso ali? Claro que respondi que era o meu homem, o Nô ficou todo orgulhoso e me beijou. Para retribuir dei um jeito de girar a garrafa e fazê-la apontar para o Mário, daí perguntei-lhe Quem é a menina a mais gostosa ali? O sujeito ficou vermelho como um pimentão e disse baixinho que era a Patrícia, coitado. Nessas, com a risada generalizada a Patrícia pôs fim ao jogo dizendo que já eram 22 horas e que ela tinha de ir. Eu disse, Mário, você não vai deixar a Patrícia voltar para a casa sozinha numa hora dessas, vai? É claro que não havia problema nenhum àquela hora, a Patrícia me agradecia com os olhos. Adorei ser sua cúmplice, entre as muitas coisas que Patrícia me ensinou uma foi isso, como quebrar o gelo e levar os rapazes a nos olharem com outros olhos.

Eles saíram e fomos para o nosso quarto. Eu estava muito esfolada, não queria mais nenhuma aventura por trás naquela noite, mas o Nô estava que estava, parecia insaciável. Me pegava, me puxava, Vem cá, minha gatinha, só mais uma vez... Como eu resistia muito ele engrossou, me deitou na cama de barriga para cima, Agora você vai ver, segurando as minhas mãos. Comecei a reclamar, Puxa, o que você vai vai fazer comigo, meu bem? Você vai ver, gatinha, é só esperar...

Ele desceu até minha púbis ainda segurando firme minhas mãos uma de cada lado do meu corpo, gritei, Aí não, mas estava com as mãos presas e não queria quebrar a brincadeira. Como eu estava de calcinhas apenas fechei as pernas e deixei. Ele começou a lamber com tudo, tomando cuidado para não descer demais porque ele também não era besta. Aquilo era muito gostoso, eu me disse que afinal de contas eu já o tinha feito gozar tantas vezes naquele dia, que agora era a minha vez. Relaxei e comecei, “Lambe, queridinho, lambe tudinho que é teu, cuidado só para não machucar” e comecei a rebolar de prazer. Ele lambia e ao mesmo tempo empurrava com o nariz e o queixo tudo para baixo, aquele movimento era muito bom, parecido com o que eu fazia quando me masturbava com a mão, fazia tudo se mexer como devia e comecei a gemer de verdade. Ouvindo isso ele começou a caprichar, ele era mesmo um amor. Eu me vendo pelo espelho sendo lambida indefesa daquele jeito, logo gozei muito gostoso, Ai, ai, ai, ai...

Quando acabei de gozar ele veio para cima de mim dizendo que agora era a vez dele, fiquei com medo de que ele penetrasse meu cu dolorido com aquele pau enorme, mas ele não parou de subir. Quando ví ele segurou as minhas mãos agora com uma só mão e com a outra ele enfiou o seu pau enorme na minha boca. Eu não o chupava, ele é que comia a minha boca. Agora é minha vez, vou foder a tua boquinha linda, meu bem, você vai ver, você vai adorar. Eu não tinha como escapar, apenas gemia e me contorcia na cama, quase engasguei em alguns momentos. Foi muito forte, ele fodeu mesmo sem se preocupar muito comigo até eu engolir todo o seu leitinho. Pode parecer estranho mas eu adorei ter minha boquinha fodida assim. Pensei comigo que a minha boca era um órgão sexual que eu exibia pelas ruas, que certamente os homens deviam imaginar o que o Nô fazia com aquela boquinha bonitinha cheia de batom quando entre quatro paredes. Disse-lhe apenas que tomasse mais cuidado na próxima vez porque de fato eu poderia me engasgar, mas que eu tinha adorado. Não queria que ele deixasse de ter iniciativas, ele era gostoso demais. E passei a especialmente caprichar no batom depois desse dia, a propaganda é a alma do negócio.

No dia seguinte caí da cama de curiosidade, queria que queria saber o que tinha acontecido entre o Mário e a Patrícia. Só de ver a cara de abobalhado do Mário já deu para se saber a resposta. Perguntei-lhe sobre, Vamos Mário, conte-nos tudo!, mas ele não falava muita coisa. Apenas disse que sim, que ele achava que eles estavam namorando, que ela passaria no apto de manhã para irmos todos juntos à praia. Quando ela chegou eles se deram uns beijinhos ainda meio tímidos, a Patrícia muito feliz me cumprimentou com um belo sorriso, com um Oi querida amiga! Ela parecia feliz e agradecida pela ajuda, fomos conversando para a praia. Num momento em que os nossos homens não estavam por perto perguntei-lhe enfim como tinha sido. Ela me disse que o Mário tinha ido até a porta do prédio dela mas que não se resolvia, aquele chove e não molha, que daí ela resolveu dar um jeito naquilo dando-lhe um beijinho nos lábios, que a partir daí a coisa foi. Ela fazia questão de me explicar que ela era séria, o único problema era que nos restava apenas uns dez dias de férias pela frente, que se ela fosse esperar o Mário reagir ela corria o risco de subir a serra esperando. Contei-lhe então que conosco foi parecido, que eu também tinha perdido a paciência, rimos muito e aos poucos éramos mais amigas.




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