A partir desse dia entramos numa rotina de dois casais de namorados passando férias juntos. Começamos a nos levantar mais cedo para irmos à praia, para almoçarmos mais cedo também, de forma a termos mais tempo à tarde cada casal num quarto do apto. Era o arranjo que fizemos para resolver essa limitação da Patrícia, que tinha de voltar sempre antes das dez da noite para casa.
Eu tinha várias vantagens sobre ela. Entre outras eu levava pau dia e noite, ela só à tarde. Quando o Mário e a Patrícia se trancavam no quarto e ficavam namorando eles nunca chegavam até o fim. Ela não queria perder a virgindade, fora o medo de engravidar. Eu sabia porque contávamos tudo uma à outra, mulher é foda. Já eu não tinha os mesmos problemas, por essas razões eu era livre para experimentar de tudo. Com o tempo isso foi nps dando uma cumplicidade maior entre eu e o Nô. O sentimento de ser um casal mais maduro, mais experimentado do que eles ajudou muito na nossa relação. Sob esse prisma o Nô via a enorme vantagem de ter uma namorada “diferente” como eu, ele reivindicava essa vantagem junto ao Mário e mais tarde junto aos amigos, de forma que a nossa relação era bem vivida por ele apesar da minha “diferença”.
Logo nos primeiros dias a Patrícia chegou no apto com uma grande sacola. Após o almoço ela literalmente pôs os nossos namorados para fora dizendo que nós tínhamos uma surpresa para eles no final da tarde. Quando eles saíram ela foi ao quarto e trouxe a sacola, ela tinha selecionado para mim algumas roupas que ela não usava mais. É verdade que seria difícil eu variar sem poder ir à lojas, poderia ir mas seria difícil e arriscado. Ela trouxe um monte de coisas, à medida em que ela ia tirando eu ia experimentando. De repente percebi que eu tinha me colocado só de calcinhas em frente à Patrícia com a maior naturalidade, da mesma forma ela mesma não parecia achar estranho, afinal éramos duas meninas experimentando roupas.
O que mais amei foi uma calça branca com a cintura baixa e boca larga, sobre a qual eu pus um cinto largo com uma grande fivela. Só de me ver a minha “xotinha” naquele espaço reduzido que parecia ainda mais reduzido pelo cinto largo me fez quase gozar. Era a primeira vez que experimentava uma calça com corte feminino, as diferenças são várias. Para começar a calça tem pouco “cavalo” por razões evidentes, para não ficar sobrando pano. Além disso, quando o corte é bem feito, os canos das pernas da calça vestem também o início da bunda uma vez que o “cavalo” sobe até encostar no fundo roçando o reguinho. Por fim a calça com corte feminino é bem apertada e modela o corpo, pondo em evidência a bunda e fechando na cintura. E sair na rua sentindo tudo enterrado bem na bundinha não nos deixa esquecer da nossa condição de fêmeas. Curiosamente me sentia mais feminina vestindo aquela calça, talvez porque fosse uma calça que acentuava que eu era uma fêmea. Completei vestindo um colante preto, que marcava bem as minhas ancas, e uma blusinha por cima.
Para completar ela havia trazido todo o necessário para fazermos as unhas juntas. Isso era um velho sonho meu, impossível em casa devido ao cheiro da acetona. Fomos fazendo as unhas, dos pés e das mãos, ela me ensinando cada detalhe. Ela me aconselhou um esmalte rosinha, aliás quando nos maquiamos ela me ensinou também a ser mais discreta. Demos um jeito no meu cabelo, ela me fez uma franjinha que me deixava mais com cara de menininha e me ensinou a prender os cabelos com fivelas. Nunca tinha pensado nisso, mas era verdade que os meninos dessa época usavam cabelos longos mas nenhum tinha franjinha ou rabo de cavalo. Fora isso ela me ensinou várias possibilidades para prender os cabelos e algumas mancadas para fazer charme. Por exemplo, com uma mão passar os cabelos por trás de uma das orelhas, só de um lado, de maneira a valorizar o rosto. E deixando alguns fios caindo em frente dos olhos, pedindo que alguém os coloque no lugar, funciona super bem quando pedimos um carinho.
Sinceramente no final disso tudo eu estava linda. Aliás estávamos, Patrícia era uma bela mulher que ficou ainda mais bonita após uma tarde inteira de pequenos cuidados. Ficamos então conversando, prontas, disponíveis para os nossos homens. Perguntei-lhe porque ela tinha feito aquilo tudo por mim, ela me disse que eu era a melhor das amigas dela, que ela estava bastante feliz com o Mário e que ela queria então me retribuir os favorzinhos que eu fiz. Creio que na verdade Patrícia gostava ainda de brincar de boneca, eu sendo a boneca, porque ela repetiu essas tardes várias vezes. Devo muito à Patrícia tudo o que aprendi tão rapidamente.
Quando eles chegaram a Patrícia disse ao Mário, Puxa, Mário, vê se te arruma um pouco, troca esse calção velho, e piscou para mim. Dei uma olhada no Nô, nem precisei falar, os dois se arrumaram o melhor que puderam. Saímos,o Nô não se descolava de mim nem para conversar com os amigos. Ainda bem porque eu não estava ainda habituada a sair daquele jeito. Vestindo aquela calça eu me sentia nua, os rapazes olhavam muito. Ficávamos abraçados, ele sempre com uma mãozinha no meu lombo para deixar claro de quem era o dono daquela bundinha.
Sugerí de irmos à uma pizzaria, todos toparam. Foi muito gostoso, todos bem arrumados conversando em torno da mesa, parecia uma festa. Saindo da pizzaria o Mário foi levar a Patrícia e nós fomos caminhando pela praia até o apto. Foi uma agradável caminhada numa bela noite de Verão, muita gente passeando também, me sentia completamente normal passeando ali com o meu namorado como um casal qualquer. Várias vezes, em momentos mágicos como aquele, esquecia-me completamente da minha “pequena diferença”.
Chegando no apto não queria logo ir para a cama, queria aproveitar daquele clima gostoso me sentindo super gostosinha com aquela roupinha nova. Propus ao Nô de bebermos alguma coisa no balcão do apto enquanto aproveitávamos do resto daquela noite maravilhosa. Ficamos ali abrasadinhos, ele por trás me encoxando gostoso e chupando o meu pescoço de tempos em tempos. Depois fomos para o sofá. O Nô se sentou e me puxou pelo cinto até que eu acabei sentando de roupa e tudo encima dele, de pernas abertas. Esses pequenos gestos são deliciosos, adorei a maneira pela qual ele me puxou. Começamos a malhar mais forte, aquela posição nos permitia nos beijarmos profundamente enquanto ele me alisava toda. Com a minha “xotinha” eu ia esfregando o pau duro dele sob a calça, me sentia a própria namoradinha malhando no sofá da sala.
Até aquele momento não tínhamos conversado de verdade sobre o que nos acontecia. Como cada dia me sentia mais apaixonada pelo Nô comecei a ficar insegura, achei melhor aproveitar aquela noite de verão para conversarmos um pouco sobre nós. Entre beijos e chupões, Nô?, Hum, amor, Gosto muito de você, sabia?, Eu também, te adoro, gatinha, Você é meu namoradinho, é? Sou, meu bem, teu namoradinho e muito mais, Você cuida direitinho da sua gata?, Cuido, gatinha, agora você é a minha gatinha que eu vou levar para a casa, de dar o meu leitinho todos os dias e cuidar muito bem, tá bom assim? Tá, amor, te adoro!
Comecei a tirar a roupa ali mesmo, enquanto ele punha aquela vara para fora. Tirei só a calça, me ajoelhei para aquele mastro, disse, Meu amo e senhor, e comecei a chupá-lo. O Nô me puxou para cima enquanto ele se deitava no sofá. Não deu outra, posicionei direitinho a cabeça do pau dele na entrada do meu cuzinho e fui descendo bem devagarinho, para delírios meus e dele. Depois comecei a cavalgar para valer espetada no meu homem, enquanto fazia os meus cabelos caírem sobre o seu rosto e outros charminhos mais. Queria recompensá-lo pela aquela noite, estava doida de tesão e comecei a rebolar como uma vaca naquela pica dura que vasculhava as minhas entranhas. Ele me alisava e gemia de prazer, beliscava com força os bicos dos meus seios e era uma delícia, não dor.
Vi que ele gozaria se eu continuasse ainda, parei. Peguei uma das suas mãos e bem gatinha comecei a chupar delicadamente o indicador, gemendo baixinho, dando uma lambidinhas e enfiando o dedo na boca, mexendo só de leve os quadris. Adorava a idéia de ser uma puta com cara de anjo, uma menininha ingênua, delicada, e uma puta da cintura para baixo. Toda bonitinha com cara de colegial, de franjinha, como que “aprendendo a chupar”, e sentada num cacete enterrado até o talo. Creio que o Nô também gostava, tão maluca nem percebi o Nô começando a gozar, logo gozei junto um orgasmo maravilhoso chupando com força o dedo dele e gemendo muito.
No dia seguinte o Nô me deu de presente um lindo par de sandálias prateadas, super femininas com meio salto, dessas que se amarrava no tornozelo. Amei as sandálias mas ainda mais o gesto. Ele se deu conta de que se eu era dele, tal como a Patrícia ele deveria também cuidar de mim, me senti mais segura.